sábado, 3 de março de 2018

Desmistificando o Passado



A famosa xilogravura de Flammarion, feita a partir de uma gravura em madeira por autor desconhecido, supostamente da Idade Medieval. Na legenda que acompanha a bela e instigante imagem, podemos ler: “Um missionário da Idade Média diz que encontrou o ponto onde o céu e a Terra se tocam" …
Apesar de aparecer pela primeira vez no livro La pluralitè des mondes habitès, de 1862, do controverso astrônomo e teósofo Camille Flammarion, essa imagem é constantemente associada a Giordano Bruno, o frade dominicano filósofo e teólogo, que acreditava na multiplicidade de mundos com vida inteligente, sendo morto por isso entre outras heresias, em 1600 d.C.


                                Desmistificando o Passado


A resposta sempre esteve embaixo dos nossos narizes! Nós é que estivemos com o sensor olfativo desligado da tomada… 
Mas a culpa não é nossa. Por muito tempo estivemos envoltos pelos véus da religião e do misticismo. Entretanto já não é mais possível enganar a todos! A grande maioria das pessoas, que é a massa manipulável, ainda segue de olhos confortavelmente vendados, mas despertarão inevitavelmente mais cedo ou mais tarde; isso faz parte da Evolução! Os que já estão despertos, querem respostas além da fé, querem a coerência de um pensamento lógico e lúcido. Não exatamente o pensamento lógico e lúcido dos acadêmicos, que mesmo não tendo todas as respostas, se sentem no direito de rejeitar as teorias alternativas que são logo rotuladas como pseudociências, e ridicularizar quem nelas acredita, chamando-lhes de crentes, de loucos, dando-lhes apelidos pejorativos como “nibirutas” e tantos outros!... Mas o pensamento lógico e lúcido do questionador solitário que se permite ir além do que foi estabelecido convencionalmente para nutrir uma sociedade calculadamente controlada, uma sociedade que só vai saber o que querem que se saiba, o que é conveniente para que as engrenagens do mundo continuem funcionando muito bem para a elite que o controla e dele desfruta.
O questionador solitário está sempre em busca da verdade, e não se contenta com pouco! Ele busca em todos os lugares, e usando o mecanismo de filtragem, absorve tudo o que é bom e louvável, descartando automaticamente o lixo. Ele sabe separar o joio do trigo, porque já percorreu todos os caminhos, e não esqueceu do que aprendeu! Ele usa o seu Conhecimento para saber discernir. Ele usa o seu bom senso para saber escolher. Mas a pedra de tropeço para quem está buscando, é ignorar que o Conhecimento foi dividido e espalhado pelo mundo, formando egrégoras. E são essas egrégoras que quando juntadas inadequadamente, propiciam a loucura do misticismo, cegando até mesmo os verdadeiros místicos. De fato, nesse meu trabalho, tenho encontrado mais resistência ao entendimento da teoria de Sitchin, no místico refinadamente esotérico, do que no religioso simples! O místico envolvido pelo perfumado véu do esoterismo, desenvolve o hábito peculiar de acreditar que o seu Conhecimento é a Chave que desvenda todos os Mistérios, quando pode ser exatamente o contrário que acontece!
Em certos casos, não adianta tentar explicar que a Cruz Ansata pode não ser apenas um Objeto Sagrado de Poder, e sim, muito mais provavelmente, um artefato tecnológico que não conseguimos compreender, porque o Tempo dissolveu o verdadeiro uso e sentido que o objeto tinha no Passado... Ele vai continuar insistindo que a cruz representa a matéria e o círculo representa o etéreo, e que o Ankh é o símbolo da Vida Eterna. Sim, eu sei, essa é a parte esotérica do ensinamento. E a outra parte? Aquela que explica o que o objeto realmente é, e qual o seu verdadeiro uso?... Pois é, essa parte foi esquecida ou muito mais provavelmente ocultada! Só nos sobraram os simbolismos!... 
É difícil para esse místico se desapegar do que aprendeu nas Escolas de Mistério, pois elas são exatamente o que o salva da Matrix que envolve a grande massa popular. 
O problema é que o verdadeiro Conhecimento do Passado, além de dividido e espalhado, formando egrégoras, se perdeu na Névoa do Tempo, e o que as fraternidades secretas (hoje em dia nem tanto…) nos ensinam, já está em boa parte distorcido ou sofrendo de amnésia. O conteúdo das apreciadas monografias semanais, não explica com exatidão o que aconteceu no Passado, e muitas vezes confunde em vez de elucidar. Eu tenho me deparado com alguns equívocos decepcionantes, e às vezes me questiono se não são propositais... Mas é só um pensamento nebuloso que às vezes ronda minha cabeça inquieta. No geral, essas Escolas e Fraternidades são realmente um oásis em meio a tanta ignorância, e as boas energias advindas das reuniões de seus frateres e sorores nos belos e pacíficos templos modernos, tenho certeza que já salvou o mundo muitas vezes!
Uma outra questão é a simbologia e a linguagem literária usada para exprimir uma ideia, que pode servir tanto para a compreensão, como para a dispersão! Vou dar um exemplo bem simples:

Eis aqui duas versões para Isaías 40: 3-5

VERSÃO BÍBLIA CATÓLICA:
Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor; endireitai no ermo vereda a nosso Deus. Todo o vale será exaltado, e todo o monte e todo o outeiro será abatido; e o que é torcido se endireitará, e o que é áspero se aplainará. E a glória do  Senhor se manifestará, e toda a carne juntamente a verá, pois a boca do Senhor o disse.

VERSÃO BÍBLIA TESTEMUNHAS DE JEOVÁ:
A voz de alguém está clamando no deserto: Preparem o caminho para Jeová! Façam no deserto uma estrada reta para o nosso Deus. Que todos os vales sejam aterrados, e que todos os montes e colinas sejam nivelados. O terreno acidentado se tornará plano; e o terreno irregular, uma planície. A glória de Jeová será revelada, e todos a verão, pois a boca de Jeová falou isso.



     Uma das “linhas” inexplicáveis de Nazca, sobre o topo aplainado de uma montanha da região.

Qual das duas versões foi mais fácil de compreender o que aconteceu?... 
Foi esse mesmo critério que provavelmente Zecharia Sitchin usou para conseguir formular sua teoria, e explicar o que aconteceu no passado! Ele simplesmente escolheu entre as diversas traduções dos textos antigos, aquela que fazia mais sentido! O Épico de Gilgamesh, por exemplo, tem diversas cópias, em diversas línguas de culturas diferentes da Mesopotâmia, e cada uma traz algum detalhe diferente da mesma história. Ou o acontecimento é aumentado, ou diminuído, ou lhe é dado uma outra versão dos fatos! O próprio Rei Assurbanipal II, pediu aos seus escribas que reunissem todas as cópias, e se possível trouxessem o original também. Depois pediu que fizessem uma cópia da tradução que fosse a mais coerente por comparação, e guardassem como a cópia oficial do épico, que na verdade é um poema. Os tradutores que trabalharam naquelas primeiras tabuletas de Nínive, e depois as outras que foram surgindo em cada sítio arqueológico do Oriente Médio, se depararam com as diversas cópias, e fizeram suas próprias traduções, e interpretações do texto. Com o tempo e com o conhecimento ampliado da linguagem cuneiforme, surgiram outras nuances ainda não exploradas, que ajudaram a compreender algumas passagens que anteriormente soavam estranhas. A partir dos anos 50, e 60, surgiram vários especialistas na escrita cuneiforme. Desse ponto em diante entra Z. Sitchin, que visitando todos os museus possíveis, e bibliotecas, se pôs a peneirar essas traduções, e suas diversas versões. Depois disso, ele foi juntando os pontos, até que conseguiu dar sua própria interpretação dos fatos relatados nos textos, eliminando a alegoria simbólica, e a substituindo por exemplos mais coerentes de acordo com o conhecimento contemporâneo que já temos das coisas. Sitchin pegou o período da descoberta de Plutão, a corrida espacial, o pouso do homem na Lua, e depois que já havia publicado alguns livros, as primeiras imagens de Urano e Netuno, trazidas pela Voyager II...
Tentam desmerecer seu trabalho, dizendo que mentiu, que inventou, que ocultou a verdade, ou ainda relacionando-o à Maçonaria como se fosse algo diabólico e terrível!...
Não sabemos ao certo se realmente Sitchin era maçom, mas se era, seus pontos aumentaram muito comigo, porque as maiores e mais brilhantes mentes pensantes do mundo, geralmente eram e são maçons! Beethoven, um dos mais célebres compositores clássicos de todos os tempos. Goethe, um dos maiores pensadores e escritores do mundo. Carlos Gomes, o maior compositor clássico brasileiro, e autor da Ópera “O Guarani”. Castro Alves, o grande poeta da Abolição e da alma brasileira. Benjamin Franklin, inventor do pára-raios e um dos redatores da Declaração da Independência dos Estados Unidos. Louis Armstrong, trompetista, e o mais importante músico de Jazz que se conhece. Martin Luther King, líder dos movimentos dos direitos civis, e Prêmio Nobel da Paz. Montesquieu, um dos precursores do Iluminismo. Lavoisier, considerado o fundador da química moderna. Alexandre Dumas, que escreveu obras que se tornaram famosas no mundo inteiro! Quem não conhece “Os Três mosqueteiros”, “O Conde de Monte Cristo” e “O Homem da Máscara de ferro”?... Shakespeare, um dos mais importantes nomes da literatura mundial, e autor da frase mais icônica de todos os tempos: “Ser ou não ser, eis a questão!”... Sir Arthur Conan Doyle, o criador do mais famoso detetive da história: Sherlock Holmes! Tolstói, profundo pensador social e moral e um dos maiores autores do realismo de todos os tempos, autor de “Ana Karenina” e “Guerra e Paz”... E por aí vai!
Como podem observar, todos esses ilustres maçons não estavam preocupados em “manipular mentes”, “controlar a massa” ou “dominar o mundo”! Eles dominaram sim, mas com sua inteligência, talento artístico, e na maior parte da vezes, com seu pensamento profundo e sincero sobre as questões da vida. Pessoas boas e pessoas más, estão em todos os cantos do mundo, e em todas as esferas sociais! Então, claro que pode haver um maçom aqui e alí fazendo coisas erradas e totalmente contra as diretrizes da instituição, mas não se pode confundir e generalizar, usando argumentos tolos e infundados para tentar manchar o nome e o trabalho de uma pessoa, e de quebra, da própria instituição. Se Sitchin era maçom, então era um dos melhores pois o Místico verdadeiro está comprometido em desfazer os mistérios!
E para resolver mistérios, é necessário esvaziar o vaso, de certa forma, esquecer tudo o que aprendeu! Ok, tudo bem... Não precisa esquecer nada, apenas ponha um pouco de lado, e não deixe que seu esoterismo atrapalhe enxergar a superfície, por estar acostumado a olhar sempre para o “lado oculto” da vida. 
É preciso perder a mania de dar significados profundos ao que é raso. A verdade pode estar na ondinha que se forma na superfície da água, e não necessariamente na profundeza do lago que a pedrinha alcança ao ser atirada.
Na verdade, a pior desgraça que poderia acontecer pra humanidade, já aconteceu! E foi a destruição incendiária da Biblioteca de Alexandria. Perder aqueles registros antigos, foi a nossa condenação à ignorância e consequentes superficialidade e arrogância em que vivemos nesses tempos modernos. Nesse hiato de tempo, antes da relativamente recente descoberta da Biblioteca de Nínive, o Conhecimento, e consequentemente o Poder, ficou nas mãos de muito poucos. Dos piores! E foram esses que ditaram as regras às quais a humanidade cegamente segue até hoje.
Mentiras, mentiras e mentiras, são o nosso legado e motivo da nossa servidão ao sistema!
A pergunta é: Por quanto tempo ainda aceitaremos o véu que nos separa da verdade?...
Hoje, temos novamente a oportunidade da revelação, em nossas mãos. É hora de acordar! Essa conversa de que o Conhecimento nunca foi para as massas, é papo furado! Muito conveniente, né?
Hoje em dia, a maior parte das pessoas, tem capacidade de entendimento e pode absorver, incorporar e transmitir qualquer tipo de conhecimento sobre QUALQUER assunto! Nos tempos remotos, a massa sempre soube de toda a verdade! Obviamente, nem todos podem ser reis e nem todos podem ser sacerdotes, detentores de maiores segredos... Pura hierarquia cuja essência sempre foi e é meramente administrativa, ou pelo menos era na origem da coisa toda, e isso remete à famosa e mítica Fraternidade da Serpente, cujo mentor era nada mais nada menos que Enki, o deus sumério do Conhecimento. Naquele tempo, o povo não era ignorante. Sabia onde estava pisando. Os que tinham maior capacidade de compreensão, e estavam mais próximos dos deuses, ensinavam aos outros do povo. Do catador de lixo, ao rei, todos sabiam claramente, sem necessário ato de fé, para quem erguiam suas preces: “Pai nosso que estais nos céus...”  
Quando, os que já sabem a verdade, terão coragem para mudar o que precisa ser mudado? Essa inércia é medo da fogueira social, ou conveniência aos valores atuais? 
A Verdade! Essa será a verdadeira revolução mundial!

Termino este artigo, deixando com vocês as palavras do meu Mestre, quando eu ainda era uma jovem e dedicada Columba Rosacruz. Isso faz muito tempo para quem vive no Tempo da Terra...

“Uma verdadeira iluminação não pode ser misticamente alcançada se seu conteúdo não foi primeiro considerado intelectualmente. A razão dever ser o alicerce sobre o qual assente a busca da iluminação mística ou meditação. A meditação deve ser o crítico da razão. Aquele que não pensa primeiro, não prepara nada que possa refletir a luz do discernimento místico.”
                                                                          Ralph Maxwell Lewis
                                                                           Imperator Rosacruz

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sexta-feira, 9 de junho de 2017

Sitchin e a polêmica sobre suas "traduções"...


Para os que ainda não entenderam...
Sitchin nunca traduziu nada!...Embora tivesse plena capacidade para fazê-lo! Ele apenas juntou as melhores traduções das tabuletas de argila, que já existiam na sua época, e as comparou umas com as outras, escolhendo entre elas, o melhor resultado. O resultado mais coerente! Esse resultado foi comparado com o Gênesis hebraico. E foi fazendo essa comparação, que Sitchin conseguiu enxergar o óbvio, onde outros não tiveram capacidade. Então ele deu sua própria interpretação, construída em cima de suas análises, ponderações, e insights. E é essa interpretação dos textos antigos, que os acadêmicos refutam! Porque onde eles insistem em ver mitologia, Sitchin enxerga um relato claro do passado.😉🤓

sábado, 1 de abril de 2017

A Torre de Babel, e a confusão das línguas...



Uma das maiores questões sobre a Torre de Babel, é como "Deus" conseguiu confundir a língua dos homens, assim de repente de uma hora para a outra. Que poder é esse, capaz de uma proeza tão grande?
Calma! Não é bem assim! Vamos analisar o trecho bíblico em questão:

Gênesis, Capítulo 11
1. E era toda a terra de uma mesma língua e de uma mesma fala.
2. E aconteceu que, partindo eles do oriente, acharam um vale na terra de Sinar (Suméria); e habitaram ali.
3. E disseram uns aos outros:façamos tijolos e queimemo-los bem. E foi-lhes o tijolo por pedra, e o betume por cal.
4. E disseram: edifiquemos nós uma cidade e uma torre cujo cume toque nos céus, e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a terra.
5. Então desceu o SENHOR para ver a cidade e a torre que os filhos dos homens edificavam;
6. E o SENHOR disse: Eis que o povo é um, e todos têm uma mesma língua; e isto é o que começam a fazer; e agora, não haverá restrição para tudo o que eles intentarem fazer.
7. Desçamos e confundamos ali a sua língua, para que não entenda um a língua do outro.
8. Assim o SENHOR os espalhou dali sobre a face de toda a terra; e cessaram de edificar a cidade.
9. Por isso se chamou o seu nome Babel, porquanto ali confundiu o SENHOR a língua de toda a terra, e dali os espalhou o SENHOR sobre a face de toda a terra.


Versículo 1: Toda a terra falava a mesma língua. Que língua?... A língua Suméria!


Versículo 2: Quem partiu do Oriente?... Foi Nabu filho de Marduk, um Anunnaki, com Sarpanit, uma terrestre, que formando um grande exército com seus aliados terrestres, invadiu um território da primeira região (todas as cidades-estado da Suméria), e começou a construir uma cidade, com propósitos estratégicos, a pedido de Marduk. A intenção era construir uma torre de lançamento de naves. A Torre de Babel, é isso! Uma torre de lançamento!


Versículo 5: Então desceu o Senhor para ver a cidade. Notem que a bíblia se refere à entidade que "desce para ver", de Senhor, e não de Deus... Quem é esse Senhor que desce?... É Enlil, o Senhor do Comando na Missão Terra. Por um acaso, a região invadida por Nabu, e Marduk, era território de Enlil. Isso foi uma afronta! Mas afronta ainda maior, foi Marduk querer ter sua própria torre de lançamento! Mas o pior de tudo mesmo, é que a torre estava sendo construída por humanos terrestres, não por humanos Anunnaki!... E acontece, que os humanos terrestres mal haviam saído das fraldas! Ainda estavam transitando entre o estágio Homem de Cro-Magnon, para o de Homem Moderno... 


Versículo 6: Então o Senhor Enlil disse: Eis que o povo é um, e fala a mesma língua. E mal saíram do tubo de ensaio, e já estão construindo uma torre de lançamento de naves! Estão aprendendo todos os segredos de um empreendimento como esse! Quem segura essa turma depois?... Não têm maturidade suficiente para algo assim!... Ok! Eu dei uma inventada no que Enlil disse, mas não é difícil imaginar que disse tudo assim mesmo! É óbvio que uma raça recém criada, não tinha maturidade para a Era Espacial que só agora estamos alcançando! É o mesmo que passar um aluno do ensino fundamental, para o Doutorado!... 


Versículo 7: Desçamos e confundamos a língua para que não se entendam mais. A intenção de Enlil foi clara e objetiva: Conter Marduk, claro, e atrasar o nosso passo!... O nosso passo não. O passo da humanidade terrestre naquele estágio de evolução. 

E isso não aconteceu na mesma hora, nem no mesmo dia, nem do dia para a noite. Foi necessária a passagem de várias gerações, para que as pessoas fossem assimilando as novas e diferentes línguas que lhes foram ensinadas por Enki, e seu filho Ningishzidda, conhecido no Egito como Thoth, o deus do conhecimento e da sabedoria. Ao mesmo tempo que aprendiam as novas línguas, esqueciam a velha língua da Suméria, que ficou restrita para o território de Enlil e sua turma.

Versículo 8: E assim, o Senhor Enlil os espalhou dali por toda a face da Terra. Esse versículo traz um segredo e a chave para entender uma outra questão que nos intriga: As diferentes raças da Terra!... Acredito que a intervenção Anunnaki para conter os jovens humanos terrestres, não foi somente na língua falada, e escrita. E também não foi só uma separação geográfica para manter todo mundo afastado. Ouso sugerir que foi nessa fase da história do mundo, que se acentuaram as diferenças físico-psicológicas entre os terrestres. As cores, os biotipos, e o jeito de ver o mundo e a vida, se intensificaram, nos afastando uns dos outros como povos diferentes. Talvez tenham apenas separado os tipos que se assemelhavam e redistribuído pelos territórios, pois através dos textos, lá atrás no início das experiências genéticas, já fica evidente que nasceram dois tipos diferentes de pessoas, Adamu era vermelho de cabelo preto, e Ti-Amat era branca de cabelos loiros. Então a diversidade de biotipos vem desde o início das experiências há mais de 200 mil anos atrás! Mas provavelmente, na ocasião da Torre de Babel, houve mais alguma intervenção genética, ressaltando ainda mais nossas diferentes características físicas E psicológicas! Pequenos detalhes, muito pequenos mesmo, que nos separam até hoje! 

Na verdade até o conceito de "raças terrestres" está errado, pois somos verdadeiramente uma única raça planetária! Vivemos na ilusão da diferença!



domingo, 19 de março de 2017

E Deus criou o Homem à sua Imagem e Semelhança...





Geralmente resumimos essa frase somente ao aspecto físico. Entendemos que fomos criados numa imagem parecida à dos Anunnaki, e pronto. Porém, o significado é mais amplo!

Na experiência que trouxe o Homo sapiens ao mundo, Enki, Ninhursarg, e Ningishzidda fizeram combinações explêndidas em nosso DNA! Há uma passagem nos textos das tabuletas de argila, referentes à criação de Adamu, onde Ninhursarg um pouco bêbada e alegre, filosofa: " Quão bom e quão mal, posso tornar o Homem?"...
Os Anunnaki nos fizeram iguais à eles em todos os aspectos, menos um... a longevidade. Não comemos da Árvore da Vida, portanto, a "Vida Eterna" dos deuses, não nos foi dada. Isso é uma coisa que teremos que conquistar! E não estamos muito longe disso. Nossa tecnologia e medicina avançam a passos largos. Os primeiros seres criados em laboratório, através da mixagem dos DNAs do Homo erectus e Anunnaki, eram criaturas robustas, próprias para o trabalho duro, porém já apresentavam inteligência e podiam articular palavras. Aposto muito que o tipo resultante da experiência, tenha sido o Neanderthal, ou similar, embora haja algumas divergências que precisam ser melhores investigadas.

Homem de Neanderthal

Depois foram aprimoradas com um upgrade libertino de Enki, que teve relações sexuais com duas fêmeas descendentes dos protótipos criados em laboratório, gerando um casal de crianças, que nasceram mais sofisticadas. Demos um salto enorme para o Homem de Cro-Magnon! 
Foi com mulheres nesse nível de evolução, que os Anunnaki começaram a se relacionar, e gerar filhos. É nessa fase que acontece a lenda dos "Anjos Caídos"...


Mulher Cro-Magnon


A partir daí, aconteceu outro upgrade na espécie humana terrestre, levando-nos ao nosso design atual! Enki também teve caso com uma mulher Cro-Magnon... Esse Enki, viu!...  Só não pegava a própria sombra porque não dava mesmo!...  E o filho gerado nessa relação, se tornou o Homem Moderno mais famoso da época, Noé, o herói do Dilúvio bíblico!
Homem Moderno

Mas desde o início, ainda lá no laboratório onde aconteceram as experiências genéticas, o Homem já tinha características fundamentais e inexoráveis que o aproximavam de seus criadores: A imagem físca, E a semelhança psicológica.
Sobre a semelhança física, podemos conferir em uma passagem do texto mesopotâmico sobre a criação do homem, onde vemos Enki observando os detalhes da criatura recém criada: "Suas orelhas tinham boa forma, não tinha os olhos obstruídos, seus membros eram adequados, formados como pernas na parte inferior e como mãos na parte superior. Não era peludo como os selvagens, seu cabelo era negro escuro. A pele lisa, lisa como a pele dos Anunnaki. Olharam sua parte íntima: sua forma era estranha, a parte dianteira estava envolta com uma pele. Diferentemente da parte íntima dos Anunnaki, havia uma pele pendurada na parte dianteira! Que o terrestre se distingua de nós, os Anunnaki, por essa pele! Assim disse Enki."
Essa pele pendurada na parte dianteira da 'parte íntima' do terrestre, era o prepúcio do pênis, comum à todos os homens da Terra, e retirado em ritual religioso pelo povo judeu. Um costume que veio da antiguidade e perdura até os dias atuais. Uma excelente e providencial medida higiênica para aquela época, e uma simbólica aproximação com o 'divino'.



Sabemos que o Homem foi criado para o trabalho escravo, para servir aos Anunnaki, em todo tipo de tarefa, porém, à medida que a história prossegue, e o terrestre passa da posição de escravo para a de coadjuvante na história do mundo, liderando povos e lutando em guerras ao lado dos deuses, pelos deuses, e depois por seus próprios interesses, o aspecto psicológico vai entrando em cena. Agora já é possível detectar o fator 'semelhança'. 


E assim como os Anunnaki, o Homem vai revelando o mesmo jeito de pensar, sentir, e agir. Assim como os Anunnaki, nós amamos, odiamos, rimos e choramos, sentimos dor física e angústia mental, sentimos desejo sexual, paixão, sofremos por amor, e nos alegramos com o sorriso de uma criança. Assim como nossos criadores, sentimos medo, coragem, ambição, ternura, planejamos e executamos um projeto, escolhemos o que nos parece ser o melhor caminho, tomamos decisões errando e acertando. Nós construímos e destruímos, somos engenhosos! E assim como eles, promovemos a guerra e a paz.
Em tudo, somos suas imagens e semelhanças! 
Que o Homem lembre que também é Deus! Se ainda não é, tornar-se-á. 
Para o bem e para o mal, cumpriremos o nosso papel cósmico.
Estamos começando uma aventura pelo Espaço. Com o tempo, conquistaremos mundos... Com o tempo, criaremos outros Seres à nossas imagens e semelhanças... E sim, nossos motivos serão tão egoístas como foram os dos Anunnaki... Afinal, "Deus escreve certo por linhas tortas", diz o ditado popular... 
Crescer, dói!... E o Futuro repetirá o Passado... É o processo evolutivo de esfera em esfera. A escada para o Céu.






quinta-feira, 9 de março de 2017

Abrão e a Era de Touro, e Moisés e a Era de Áries...




O Charging Bull é o maior símbolo de poder da bolsa de valores de Wall Street e é uma das atrações gratuitas mais visitadas pelo turistas, que não hesitam em acariciar os bagos do touro, e também seus chifres, e focinho, para quem sabe serem agraciados com a Sorte e a Fortuna.
No passado da humanidade, o Touro era o animal símbolo do clã de Enlil, e do próprio deus Enlil, o deus sumério. Era costume ter várias estátuas em seu louvor espalhadas pelas cidade-estados de toda a Mesopotâmia, e também para representar a Era de quem estava governando a Terra naquele momento. De 4000 a.C à 2000 a.C, Enlil tinha sua constelação no céu, brilhando em destaque. Nessa era, no final dela, Abraão, um príncipe sacerdote sumério, da cidade de Ur, foi designado para ser a Semente que preservaria a humanidade de uma iminente catástrofe, aquela das bombas nucleares que dizimaram várias cidades, inclusive Sodoma e Gomorra, e que poria fim à grandiosa Civilização Suméria. Abraão foi o Pai de um povo, e o recomeço de tudo.
Em 2000 a. C., veio a Era de Áries, e agora o maioral na Terra, era Marduk, do clã enkita egípcio. Foi nessa fase da História, que no deserto, aos pés do Sinai, Moisés ficou enfurecido quando viu o povo adorando o Bezerro de Ouro. Por quê?... Porque agora era a Era de Áries, e não seria de bom tom, e nem um pouco inteligente, desrespeitar o maioral da vez!
Consigo imaginar Moisés gritando: CÊS TÃO LOUCOS???? PERDERAM A NOÇÃO DO PERIGO??? Desmancha logo esse touro aí, galera! Pelamordedels!!! Cês querem me matá do coração!!!
Ele tinha razão! Marduk, não estava para brincadeiras!

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Analisando Enki e Enlil



Não é raro eu encontrar aqui e ali, ideias como: "Se não fosse por Enki, nem existiríamos!" ou "Enlil é o inimigo da humanidade!"
Alguns livros recentes, apresentam a ideia de que Enki pode ser o próprio Jesus, que em algum momento, por algum método avançado, encarnou como homem, na pessoa de Jesus, para nos salvar, e depois voltou ao corpo original. Essa é uma teoria muito interessante! Mas não há nem ao menos, provas concretas de que o próprio Jesus tenha existido. É mais do que tudo, um ato de fé e esperança.
Nas escrituras do povo hebreu, Enlil, é o Deus verdadeiro, enquanto Enki, é a Serpente do Éden. Em outras culturas, os papéis se invertem.
Temos várias correntes de idéias e pensamentos divergentes, e que podem nos levar a julgamentos errados, sobre um e outro.
O que sabemos sobre eles?...
Sabemos que: Enlil, é filho de Anu, com sua rainha consorte Antu, que também era sua meia-irmã. Portanto Enlil era o sucessor legal de Anu, ao trono de Nibiru, pela Lei da Semente.
Já Enki, também era filho de Anu, mas com uma concubina que não tinha parentesco com Anu. Embora Enki fosse o primogênito de Anu, só teria direito à sucessão ao trono de Nibiru, através da Lei de Sucessão.
Sabemos que essa questão de Lei de Semente, e Lei de Sucessão, foi a causa de muitos conflitos, tanto em gerações anteriores ainda em Nibiru, bem como entre os dois meio-irmãos, e também entre seus filhos e netos, já aqui na Terra.
O Regime Monárquico, costume em Nibiru, e adotado na Terra, é uma das heranças que os Anunnaki nos deixaram. E sabemos através da nossa própria história, que o Jogo dos Tronos, sempre foi motivo de rivalidades, assassinatos, e traições. O que não é muito diferente do nosso sistema atual, onde os políticos se degladiam, usando todo tipo de esquema sujo e fraudulento para se manter no poder. Nenhuma novidade.
De qualquer forma, pondo de lado a questão da sucessão ao trono, que é um assunto delicado, vemos na história dos dois irmãos, momentos de confraternização sincera, e carinho autêntico, além do respeito mútuo.
Precisamos ver os dois 'personagens', mais de perto!
Vamos lá: 
                                     Concept Art - Enki by Van Ted (para os Anunnaki Cards)

Enki, era um brilhante cientista! Tinha grande conhecimento, e uma mente inquieta e curiosa. Era um pensador liberal, e às vezes esquecia um pouco a ética em favor da ciência. Criador do Homo sapiens, e orgulhoso de sua conquista na engenharia genética, era apegado à sua criação.
                                         Concept Art - Enlil by Van Ted (para os Anunnaki Cards)

Enlil, era militar e como tal, tinha um senso de organização e amor às regras, que muitas vezes o levou à severidade extrema! Ele tinha uma grande responsabilidade e um grande peso sobre os ombros. Da Missão Terra, ele devia satisfações à Nibiru.

                           Concep Art - Ninhursarg by Van Ted (para os Anunnaki Cards)

Ambos tinham uma mulher que conquistou o coração dos irmãos: Ninhursarg, meia-irmã dos dois. Ela havia sido prometida à Enki, mas era apaixonada por Enlil. Houve um troca-troca na estória...
Mas cada um foi cuidar da vida, como pôde. Ninguém se matou por causa de mulher.
Enlil foi fiel à sua esposa e até onde se sabe, teve filhos somente com ela (meio que duvido... e estou excluíndo dessa conta, o filho que ele teve com Ninhursarg, o Ninurta)
Enki pulou a cerca milhões de vezes e espalhou filhos pelo mundo. Depois do Homo sapiens criado em laboratório, ele deu um upgrade na humanidade do modo mais libertino possível! Primeiro, gerou o Homem de Cro-Magnon, seduzindo duas mulheres Neanderthais. Depois gerou o Homem moderno, seduzindo uma mulher Cro-Magnon casada. E assim, a Bíblia relatou o primeiro caso célebre de chifre na história da humanidade. Noé, como desconfiou Lameque, parecia filho dos deuses e não dele... 


Quando os conflitos entre os dois irmãos, pareciam ter dado lugar à maturidade, foram seus filhos e netos que recomeçaram tudo outra vez. Nesse momento, o que se observa, são dois pais de família, procurando evitar os conflitos, e ao mesmo tempo, tomando partido aqui, e alí, a favor de suas proles. Mais humano impossível!
Na verdade, os vemos como seres de outro mundo que colonizaram a Terra, e esquecemos que são tão humanos quanto nós. Humanos sujeitos a erros e acertos.
Os mesmos erros e acertos, que nós, a criação deles, cometemos todos os dias, desde que começamos a andar pela Terra.
Às vezes era Enlil que batia um bolão, e Enki pisava na bola. Outras vezes, era o contrário.

Concept Art - Enlil by Wam Nick 
(para a mini-série em quadrinhos Anunnaki - Os Senhores da Eternidade)

 Enlil aproveitou o Dilúvio para acabar com os humanos terrestres, que na verdade ele nunca quis que viessem a existir. Ao mesmo tempo, fez uma faxina necessária no planeta, pois não havia só humanos criados por Enki, mas todo tipo de aberração criada em laboratório. 





                                                      Concept Art - Enki by Wam Nick 
            (para a mini-série em quadrinhos Anunnaki - Os Senhores da Eternidade).

Enki, por sua vez salvou a humanidade através de Ziusudra, o Noé bíblico, mas não por sua própria iniciativa, pois estava impedido por juramento de silêncio, mas pela intervenção do misterioso Galzu. Iniciativa sua, ou não, Enki salvou o Homem moderno, ou seja: nós!
Quando Enlil percebeu a 'traição' de Enki, voou no pescoço dele. E quando Enki disse: "Noé é meu filho!", Enlil parou a agressão.
Enlil, percebendo nessa sobrevivência da semente humana terrestre, a vontade do Criador de Tudo, abençoou Noé e não voltou a planejar o nosso fim.
Os Anunnaki então, nos deram a civilização, e ensinaram tudo o que hoje sabemos e aplicamos no dia-a-dia.
Temos a tendência a endeusar um e demonizar o outro, e isso é resultado da má observação da história, e como a absorvemos, muitas vezes influenciados por outras "impressões".
Esses dois irmãos, não representam o bem e o mal. Representam a nós mesmos em todos os aspectos. O que odiamos num e amamos no outro, é o nosso próprio reflexo no espelho. Afinal, fomos feitos à suas imagens e semelhanças!...

Enlil nos ensina a ação. Enki nos ensina a paciência.
Enlil nos ensina a arte da guerra. Enki nos ensina a arte do prazer.
Enlil nos ensina a disciplina. Enki nos ensina a contemplação.
Enlil nos ensina a ser racionais. Enki nos ensina a ser sonhadores.
Enlil nos ensina a ter responsabilidade. Enki nos ensina a ter leveza.
Enlil nos ensina a fidelidade. Enki nos ensina a quebrar as regras.
Enlil nos ensina a perdoar. Enki nos ensina a superar.
Não há demônio, nem anjo nessa estória.

sábado, 24 de dezembro de 2016

Jesus X Anunnaki




O assunto de hoje, eu evitei por anos, desde que comecei a escrever sobre os Anunnaki. Na verdade, não fossem as insistentes perguntas, eu continuaria evitando! Até que no início de 2016, tomei fôlego e coragem e escrevi este artigo, que agora trago repaginado para o blog.
Certamente o mundo terá que mudar quando o conhecimento do passado se tornar tão propagado e consciente, que já não seja possível qualquer manipulação das massas.
Até lá, muitas questões ainda serão levantadas, pelo menos por quem já está por dentro da estória, ou melhor, História!
Agora sabemos através das tabuletas de argila, em especial o Enuma Elish, que data do séc. VII a. C., e é nomeado pelos estudiosos como O Mito da Criação, ou as 7 Tábuas da Criação, pois que em seu conteúdo, se revela uma cosmogonia completa do Sistema Solar, e a criação do homem na Terra, fatos conhecidos até então apenas na Bíblia, de forma resumida e com linguagem extremamente alegórica, quando finalmente em 1876, George Simth publicou a tradução do texto babilônico que fora descoberto em 1849, por Henry Layard, na Biblioteca de Assurbanipal, em Nínive, antiga capital da Assíria.




Há ainda o Atra Hasis, cuja cópia mais antiga, data de 1600 a.C., e o original sumério presume-se que esteja ligado à Eridu, a cidade mais antiga do Oriente Médio, e aí estamos falando de pelo menos 6.000 anos atrás! 



O poema épico que leva o nome do herói que conta a estória, relata como os deuses criaram o homem, e como este foi  designado para o trabalho, aliviando os deuses das tarefas que não queriam mais pra eles, e de como uma enorme enchente, destruiu quase toda a humanidade terrestre, revelando ao mundo não só um primeiro dilúvio, como também, um primeiro Noé! 
Aliás, Atra Hasis, conhecido como Ziusudra em Sumério, é o próprio Noé! 
Esse relato volta a aparecer no Épico de Gilgamesh, tanto em tabuletas de argila, como em relevos feitos em pedra e datados do séc. VIII a.C., onde o lendário rei de Uruk, conta sua aventura em busca da imortalidade, e seu encontro com Utnapishtim (novamente o mesmo Noé), que lhe conta como tudo aconteceu nos tempos antes do Dilúvio!

Isso não é um relevo, uma peça arqueológica, é apenas arte moderna que uso aqui para ilustrar o Épico de Gilgamesh, citado neste artigo.


Vários foram os tradutores dos diversos textos, além desses acima mencionados, encontrados por toda a região da antiga mesopotâmia, e por mais que se relegue tudo à simples mitologia, que nada mais é que uma história muito antiga, que de tão antiga mais parece lenda, algo improvável de realmente ter acontecido, é impossível em algum momento da leitura não começar a se questionar se de repente tudo isso aconteceu de verdade, e se aconteceu de verdade, então quem eram esses deuses que vieram do céu para a terra?... De onde vieram?... E se esses textos estão contando uma história real, então a bíblia também está? E se o que está na bíblia em linguagem alegórica, é apenas um resumo desses textos muito mais antigos, então YHWH, o poderoso deus dos hebreus, não é o Criador de todo o Universo, mas sim um extraterrestre, vindo de um planeta longínquo, como propôs seriamente Zecharia Sitchin?... Ou seja: O Reino Celestial, o Céu, é um planeta?... Se os deuses do Velho Testamento, já sabe-se que são os Anunnaki, referidos no texto religioso como Nefilim, Elohim, Senhor, Adonai, Anjos... Então... E o Novo Testamento, e Jesus?... É um Anunnaki?... Ou é um Ser de Luz, vindo das Plêiades, ou qualquer outro lugar do Universo que não seja jamais relacionado aos belicosos, egóicos e amorais nibiruanos?...
São perguntas importantes, que exigem respostas com um mínimo de delicadeza, pois abalar a fé alheia, chega a ser pecado! Mas viver na ignorância da fé cega, para sempre, é como viver numa prisão de segurança máxima, você terá uma cama pra dormir, uma refeição, 1 hora de sol, e viverá isolado do mundo lá fora! Antes tarde do que nunca, a Verdade nos libertará.
Então vamos lá!
Pra começar, só posso falar assertivamente daquilo que com estudo pude discernir com clareza. Tudo o que for além disso, são conjecturas, suposições.
A primeira pergunta que se tem que fazer é: Jesus realmente existiu?... Porque há estudos sérios que apontam para a sua inexistência! Há livros, e há documentos que parecem provar por A + B que Jesus é uma estória politicamente armada para o domínio das massas. Há doutorados sobre isso!... Será que todas aquelas lindas e intensas palavras que crescemos lendo e ouvindo nas igrejas e em casa, foram escritas por um gênio das letras?... Será que toda aquela estória triste de traição, crucificação e morte, foram inventadas apenas para nos sentirmos culpados pelo sacrifício de alguém tão moralmente elevado, um Deus, que fez tudo o que fez, para salvar nossas pobres almas?...
Em contrapartida, há vestígios de alguém com o mesmo perfil e nome Jesus, na Índia! Mas a estória é de que não teria morrido, e sim partido praquela distante terra para continuar pregando, estudando, e morrer em paz... Há vestígios de Jesus, no Egito, na Grécia...
Há livros apócrifos que afirmam que Jesus não morreu, e era casado com Maria Madalena, com quem teve filhos. Ou melhor: uma filha. E aí chegamos aos reis merovíngios, e toda uma dinastia de descendentes divinos, que podem estar reinando até hoje nos países europeus. E isso não é coisa do Dan Brown, e seu O Código Da Vinci! Há estudiosos sérios que corroboram a existência de Jesus, e traçam uma linha cronológica desde antes do seu nascimento até os dias de hoje.





Agora vamos supor que Jesus realmente existiu. E se existiu, existe até hoje, porque as escrituras afirmam veementemente que ele retornará no Fim dos Tempos!... A pergunta que me fazem constantemente é: Jesus é um Anunnaki?...
Lendo Zecharia Sitchin, que era judeu, e consequentemente avesso ao fator Jesus, como o Messias prometido, o vemos em vários momentos ligando a ponte entre Jesus e os Anunnaki, mas não afirmando nada categoricamente. Na verdade, ele deixa a brecha pra que cheguemos à nossa própria conclusão. Todos que leram seus livros, inevitavelmente ficaram com essa pergunta na cabeça! Eu fiquei com essa pergunta na cabeça!...
Há vários fatores que ligam Jesus aos Anunnaki, e inclusive à Enki, como por exemplo, o número 40, seu número sagrado (...40 dias e 40 noites no deserto, 40 dias após a ressurreição...), o peixe que é o símbolo do cristianismo, e é também o símbolo de Enki, ou Ea, "Aquele cuja casa é água"...
Há passagens nos evangelhos que fazem a conexão com os Anunnaki, em especial Enki, ainda mais clara! Como por exemplo em Mateus, se não me falha a memória.... "Por acaso não fui eu quem criou os seus corpos?"... "Cada fio de cabelo de suas cabeças, estão todos contados!" Numa alusão clara à experiência genética feita nos primórdios do tempo, e a absoluta ciência do código DNA trabalhando em nossos corpos exatamente como eles queriam. Em outra passagem, Jesus dá uma surra nos vendilhões do templo, dizendo: "Não façam da casa do meu Pai, um lugar de comércio!"... Naquela época o templo de Jerusalém, havia sido reconstruído por Herodes, Mas a base do templo antigo, havia sido construído por Salomão. O que era o templo, senão uma moradia, ou base, ou centro de controle dos Anunnaki? Em outra passagem: " E, o que jurar pelo templo, jura por ele e por aquele que nele habita; E, o que jurar pelo céu, jura pelo trono de Deus e por aquele que está assentado nele."
Se o templo era dos Anunnaki, então quem habitava em tempos remotos, naquele templo em especial, e quem era o Pai de Jesus?... Enlil?... Utu, neto de Enlil? Utu ou Shamash, o Deus Sol, comandava o espaçoporto no Sinai, e também o Centro de Controle da Missão, que após o Dilúvio havia sido transferido para o local onde hoje é conhecido como Jerusalém. Agora perceba a conexão entre Utu\Shamash, o Deus Sol, e Jesus!... Mitra, o Deus Sol persa, é relembrado no final de Dezembro no máximo até o dia 25 de Dezembro, que marca o solstício de inverno no hemisfério norte, e a festa é uma comemoração ao nascimento do Sol Invictus... Isso não quer dizer que Jesus nasceu nesse dia! Estudos apontam que não, e que foi apenas uma conveniência. Tudo combinadinho!... Enfim!...



Seja lá quem for o deus que habitava o templo que Jesus defendeu no chicote, o pai de Jesus era um Anunnaki! Não faz o menor sentido acreditar que Jesus, veio de algum Reino Celestial de Pura Luz Espiritual... Não veio. Não veio das Plêiades. Não veio de Andrômeda. Não veio de Vênus.
Mas como pode ser Jesus, filho de um Anunnaki? O que ele disse, não combina em nada com o que os Anunnaki falavam e faziam!... Vc pensa realmente assim?... Então não prestou atenção totalmente em tudo que Jesus disse. Não entendeu direito os Evangelhos, não entendeu direito o Velho Testamento, não entendeu mesmo os textos mesopotâmicos. e nunca leu os mandamentos egípcios de Thoth com atenção. Jesus não veio pregar a Paz e o Amor. Jesus veio para explicar a Lei de Moisés. Uma lei moral e cívica, passada ao profeta por um deus no alto de uma montanha, no Sinai. E sabemos que esse tal deus que guiava o povo hebreu durante o dia numa nuvem, durante a noite num pilar de fogo, era um Anunnaki! Quais são os mandamentos mais considerados por Jesus?... "Amai a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a ti mesmo." Ou seja: Respeite o Anunnaki, seu líder, e respeite seu próximo como gostaria que fosse respeitado. Não é uma lei religiosa, mística, espiritual, e profunda. Nunca foi.
Quem leu o Livro Perdido de Enki, vai querer imaginar que Jesus é um enviado do misterioso Galzu, o emissário do Criador de Tudo... Não gente. Não é. Deixem Galzu e o Criador de Tudo, de fora dessa estória!
Quando Jesus fala sobre o Reino de Deus, está falando de Nibiru, o planeta dos Anunnaki. Quando promete a Vida Eterna, está se referindo à Vida Longa que os Anunnaki têm, e se quiserem, podem dar aos escolhidos a dedo. Quando Jesus diz: " Na casa de meu Pai, há muitas moradas", não está se referindo ao Universo, mas à Nibiru, ou mesmo uma Nave gigantesca... Quando Jesus, diz: "Eu e o Pai somos Um. Quem vê a mim, vê o Pai", está querendo dizer que foi inseminado em Maria com características genéticas muito fortes, e portanto muito semelhante ao seu genitor. Isso se Jesus, não era apenas o veículo corporal de um deles que adormecido em uma câmara hiperbárica, emprestou seu "espírito", seu "ânima" ao filho clonado. Acredito muito nessa hipótese! Afinal de contas, o que são 33 anos terrestres para um Anunnaki?... 3 meses, 3 dias?...Tirou um cochilo e voltou para o velho corpo. Ou então quem sabe, abandonou o velho corpo desgastado pelos anos na Terra, e tomou o jovem e vigoroso corpo restaurado e modificado geneticamente com vida longa, para sempre! Por que não?... Nesse caso faz muito sentido, a frase "Eu e o Pai somos Um"!... ou " Quem vê a mim, vê o Pai"...
Religiões novas foram criadas tendo como base a fé em Jesus: o Islamismo, e mais recentemente, o Mormonismo. 
O Profeta Maomé acreditava em Jesus, e escreveu o Alcorão, ditado pelo Anjo Gabriel, aquele mesmo que anunciou à Maria, que ela teria um filho de Deus... Joseph Smith, além do anjo Moroni, viu Jesus e o Pai, pessoalmente! No livro de Mormon, Jesus depois de morto, e antes de ressuscitar, vai visitar os Nefitas na Mesoamérica, terra de Quetzacoaltl, que sabemos que é Thoth, o Ningishzidda, filho de Enki... Coincidência, não?...
Será que Jesus não seria o próprio Thoth, Ningishzidda, o filho mais sábio e preferido de Enki e seu auxiliar nas mais difíceis tarefas? Thoth era o único que circulava em paz entre os dois clãs Anunnaki. Não seria um plano de redenção para todos, terráqueos e nibiruanos? Um meio de trazer a paz entre os clãs, e evitar a destruição da humanidade terrestre?... Um verdadeiro sacrifício de sangue pelos "pecados" do mundo, pelo "pecado original" da experiência genética que contrariava as Leis da Viagem Espacial... Thoth nasceu na Terra, envelheceu antes de Enki... Tomar um novo corpo, seria providencial!.. Ah! E quem é afinal o Espírito Santo? Se Deus é uma Trindade: Pai, Filho, e Espírito Santo, quem são os três?... Enki (Pai), Ningishzidda (Filho), Ninhursarg (Espírito Santo)... É válido lembrar que Enlil também era denominado como o Espírito Santo!... A concepção da palavra espírito para os Anunnaki, é diferente da que usamos hoje. Para eles, espírito santo, é alguém justo, elevado, sábio, puro, e não alguém destituído de corpo material.
Ou Jesus seria apenas um plano de Enlil para o domínio terrestre?... Um plano de Enlil, ou qualquer um deles!?...
São muitas perguntas que vão ficar sem respostas. Dou-lhes sugestões! Dou-lhes o que pensar. Mas deixo uma afirmação:
De quem Jesus é filho, eu ainda não sei. Mas que é um Anunnaki, é! Ou melhor: veio através dos Anunnaki.
O próprio Chico Xavier fala que Jesus pediu um prazo para a humanidade terrestre evoluir e não se explodir, prometendo voltar com a galera toda, nossos "irmãos maiores", que são os responsáveis pelo nosso Sistema Solar... e quem é que dominou todo o sistema solar?... Os Anunnaki, por ordem de Anu!... Enfim!...
Aí vão ter diversas teorias, visões proféticas, canalizações espirituais, cada um dando a sua visão da história. Eu não acredito, nem desacredito. Na verdade, busco minhas próprias respostas. Há muitas dúvidas! Mas apenas uma certeza: Jesus, tenha existido, ou tenha sido inventado, está diretamente ligado aos Anunnaki. Todas as questões morais, espirituais que isso possa levantar, já é outro tema a ser discutido, e em outra ocasião.
Ah! Sim. Só pra deixar bem claro: Eu não estou querendo criar uma nova religião em cima dos Anunnaki. Na verdade, já era tempo de todas terem acabado. 
Mas da próxima vez que você abrir o Novo Testamento, e chegar naquela parte em que Jesus diz: "Sou rei, mas meu reino não é deste mundo", lembre-se: O regime monárquico foi estabelecido na Terra pelos Anunnaki, que vieram do 'reino celestial' de Nibiru, ou como queiram chamar o planeta onde o "Deus Pai" habita. E lembre-se também, que Jesus subiu ao "Céu", e está sentado à direita de Deus, o Pai, e de lá voltará para julgar os vivos e os mortos, e separar o joio do trigo. Algo que acredito que tenha muito mais a ver com os problemas entre eles, os Anunnaki, do que propriamente conosco. Mas as religiões nos fizeram acreditar que tinha a ver com a gente, e é por isso que o peso em nossos ombros é tão pesado de carregar... Porque não é nosso!
De qualquer forma, sempre é bom seguir o ótimo conselho que Jesus deu: Amai o próximo como a ti mesmo! Porque seguindo essa regra simples, encontraremos o caminho para a Paz Mundial.