sexta-feira, 9 de junho de 2017

Sitchin e a polêmica sobre suas "traduções"...


Para os que ainda não entenderam...
Sitchin nunca traduziu nada!...Embora tivesse plena capacidade para fazê-lo! Ele apenas juntou as melhores traduções das tabuletas de argila, que já existiam na sua época, e as comparou umas com as outras, escolhendo entre elas, o melhor resultado. O resultado mais coerente! Esse resultado foi comparado com o Gênesis hebraico. E foi fazendo essa comparação, que Sitchin conseguiu enxergar o óbvio, onde outros não tiveram capacidade. Então ele deu sua própria interpretação, construída em cima de suas análises, ponderações, e insights. E é essa interpretação dos textos antigos, que os acadêmicos refutam! Porque onde eles insistem em ver mitologia, Sitchin enxerga um relato claro do passado.😉🤓

sábado, 1 de abril de 2017

A Torre de Babel, e a confusão das línguas...



Uma das maiores questões sobre a Torre de Babel, é como "Deus" conseguiu confundir a língua dos homens, assim de repente de uma hora para a outra. Que poder é esse, capaz de uma proeza tão grande?
Calma! Não é bem assim! Vamos analisar o trecho bíblico em questão:

Gênesis, Capítulo 11
1. E era toda a terra de uma mesma língua e de uma mesma fala.
2. E aconteceu que, partindo eles do oriente, acharam um vale na terra de Sinar (Suméria); e habitaram ali.
3. E disseram uns aos outros:façamos tijolos e queimemo-los bem. E foi-lhes o tijolo por pedra, e o betume por cal.
4. E disseram: edifiquemos nós uma cidade e uma torre cujo cume toque nos céus, e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a terra.
5. Então desceu o SENHOR para ver a cidade e a torre que os filhos dos homens edificavam;
6. E o SENHOR disse: Eis que o povo é um, e todos têm uma mesma língua; e isto é o que começam a fazer; e agora, não haverá restrição para tudo o que eles intentarem fazer.
7. Desçamos e confundamos ali a sua língua, para que não entenda um a língua do outro.
8. Assim o SENHOR os espalhou dali sobre a face de toda a terra; e cessaram de edificar a cidade.
9. Por isso se chamou o seu nome Babel, porquanto ali confundiu o SENHOR a língua de toda a terra, e dali os espalhou o SENHOR sobre a face de toda a terra.


Versículo 1: Toda a terra falava a mesma língua. Que língua?... A língua Suméria!


Versículo 2: Quem partiu do Oriente?... Foi Nabu filho de Marduk, um Anunnaki, com Sarpanit, uma terrestre, que formando um grande exército com seus aliados terrestres, invadiu um território da primeira região (todas as cidades-estado da Suméria), e começou a construir uma cidade, com propósitos estratégicos, a pedido de Marduk. A intenção era construir uma torre de lançamento de naves. A Torre de Babel, é isso! Uma torre de lançamento!


Versículo 5: Então desceu o Senhor para ver a cidade. Notem que a bíblia se refere à entidade que "desce para ver", de Senhor, e não de Deus... Quem é esse Senhor que desce?... É Enlil, o Senhor do Comando na Missão Terra. Por um acaso, a região invadida por Nabu, e Marduk, era território de Enlil. Isso foi uma afronta! Mas afronta ainda maior, foi Marduk querer ter sua própria torre de lançamento! Mas o pior de tudo mesmo, é que a torre estava sendo construída por humanos terrestres, não por humanos Anunnaki!... E acontece, que os humanos terrestres mal haviam saído das fraldas! Ainda estavam transitando entre o estágio Homem de Cro-Magnon, para o de Homem Moderno... 


Versículo 6: Então o Senhor Enlil disse: Eis que o povo é um, e fala a mesma língua. E mal saíram do tubo de ensaio, e já estão construindo uma torre de lançamento de naves! Estão aprendendo todos os segredos de um empreendimento como esse! Quem segura essa turma depois?... Não têm maturidade suficiente para algo assim!... Ok! Eu dei uma inventada no que Enlil disse, mas não é difícil imaginar que disse tudo assim mesmo! É óbvio que uma raça recém criada, não tinha maturidade para a Era Espacial que só agora estamos alcançando! É o mesmo que passar um aluno do ensino fundamental, para o Doutorado!... 


Versículo 7: Desçamos e confundamos a língua para que não se entendam mais. A intenção de Enlil foi clara e objetiva: Conter Marduk, claro, e atrasar o nosso passo!... O nosso passo não. O passo da humanidade terrestre naquele estágio de evolução. 

E isso não aconteceu na mesma hora, nem no mesmo dia, nem do dia para a noite. Foi necessária a passagem de várias gerações, para que as pessoas fossem assimilando as novas e diferentes línguas que lhes foram ensinadas por Enki, e seu filho Ningishzidda, conhecido no Egito como Thoth, o deus do conhecimento e da sabedoria. Ao mesmo tempo que aprendiam as novas línguas, esqueciam a velha língua da Suméria, que ficou restrita para o território de Enlil e sua turma.

Versículo 8: E assim, o Senhor Enlil os espalhou dali por toda a face da Terra. Esse versículo traz um segredo e a chave para entender uma outra questão que nos intriga: As diferentes raças da Terra!... Acredito que a intervenção Anunnaki para conter os jovens humanos terrestres, não foi somente na língua falada, e escrita. E também não foi só uma separação geográfica para manter todo mundo afastado. Ouso sugerir que foi nessa fase da história do mundo, que se acentuaram as diferenças físico-psicológicas entre os terrestres. As cores, os biotipos, e o jeito de ver o mundo e a vida, se intensificaram, nos afastando uns dos outros como povos diferentes. Talvez tenham apenas separado os tipos que se assemelhavam e redistribuído pelos territórios, pois através dos textos, lá atrás no início das experiências genéticas, já fica evidente que nasceram dois tipos diferentes de pessoas, Adamu era vermelho de cabelo preto, e Ti-Amat era branca de cabelos loiros. Então a diversidade de biotipos vem desde o início das experiências há mais de 200 mil anos atrás! Mas provavelmente, na ocasião da Torre de Babel, houve mais alguma intervenção genética, ressaltando ainda mais nossas diferentes características físicas E psicológicas! Pequenos detalhes, muito pequenos mesmo, que nos separam até hoje! 

Na verdade até o conceito de "raças terrestres" está errado, pois somos verdadeiramente uma única raça planetária! Vivemos na ilusão da diferença!



domingo, 19 de março de 2017

E Deus criou o Homem à sua Imagem e Semelhança...





Geralmente resumimos essa frase somente ao aspecto físico. Entendemos que fomos criados numa imagem parecida à dos Anunnaki, e pronto. Porém, o significado é mais amplo!

Na experiência que trouxe o Homo sapiens ao mundo, Enki, Ninhursarg, e Ningishzidda fizeram combinações explêndidas em nosso DNA! Há uma passagem nos textos das tabuletas de argila, referentes à criação de Adamu, onde Ninhursarg um pouco bêbada e alegre, filosofa: " Quão bom e quão mal, posso tornar o Homem?"...
Os Anunnaki nos fizeram iguais à eles em todos os aspectos, menos um... a longevidade. Não comemos da Árvore da Vida, portanto, a "Vida Eterna" dos deuses, não nos foi dada. Isso é uma coisa que teremos que conquistar! E não estamos muito longe disso. Nossa tecnologia e medicina avançam a passos largos. Os primeiros seres criados em laboratório, através da mixagem dos DNAs do Homo erectus e Anunnaki, eram criaturas robustas, próprias para o trabalho duro, porém já apresentavam inteligência e podiam articular palavras. Aposto muito que o tipo resultante da experiência, tenha sido o Neanderthal, ou similar, embora haja algumas divergências que precisam ser melhores investigadas.

Homem de Neanderthal

Depois foram aprimoradas com um upgrade libertino de Enki, que teve relações sexuais com duas fêmeas descendentes dos protótipos criados em laboratório, gerando um casal de crianças, que nasceram mais sofisticadas. Demos um salto enorme para o Homem de Cro-Magnon! 
Foi com mulheres nesse nível de evolução, que os Anunnaki começaram a se relacionar, e gerar filhos. É nessa fase que acontece a lenda dos "Anjos Caídos"...


Mulher Cro-Magnon


A partir daí, aconteceu outro upgrade na espécie humana terrestre, levando-nos ao nosso design atual! Enki também teve caso com uma mulher Cro-Magnon... Esse Enki, viu!...  Só não pegava a própria sombra porque não dava mesmo!...  E o filho gerado nessa relação, se tornou o Homem Moderno mais famoso da época, Noé, o herói do Dilúvio bíblico!
Homem Moderno

Mas desde o início, ainda lá no laboratório onde aconteceram as experiências genéticas, o Homem já tinha características fundamentais e inexoráveis que o aproximavam de seus criadores: A imagem físca, E a semelhança psicológica.
Sobre a semelhança física, podemos conferir em uma passagem do texto mesopotâmico sobre a criação do homem, onde vemos Enki observando os detalhes da criatura recém criada: "Suas orelhas tinham boa forma, não tinha os olhos obstruídos, seus membros eram adequados, formados como pernas na parte inferior e como mãos na parte superior. Não era peludo como os selvagens, seu cabelo era negro escuro. A pele lisa, lisa como a pele dos Anunnaki. Olharam sua parte íntima: sua forma era estranha, a parte dianteira estava envolta com uma pele. Diferentemente da parte íntima dos Anunnaki, havia uma pele pendurada na parte dianteira! Que o terrestre se distingua de nós, os Anunnaki, por essa pele! Assim disse Enki."
Essa pele pendurada na parte dianteira da 'parte íntima' do terrestre, era o prepúcio do pênis, comum à todos os homens da Terra, e retirado em ritual religioso pelo povo judeu. Um costume que veio da antiguidade e perdura até os dias atuais. Uma excelente e providencial medida higiênica para aquela época, e uma simbólica aproximação com o 'divino'.



Sabemos que o Homem foi criado para o trabalho escravo, para servir aos Anunnaki, em todo tipo de tarefa, porém, à medida que a história prossegue, e o terrestre passa da posição de escravo para a de coadjuvante na história do mundo, liderando povos e lutando em guerras ao lado dos deuses, pelos deuses, e depois por seus próprios interesses, o aspecto psicológico vai entrando em cena. Agora já é possível detectar o fator 'semelhança'. 


E assim como os Anunnaki, o Homem vai revelando o mesmo jeito de pensar, sentir, e agir. Assim como os Anunnaki, nós amamos, odiamos, rimos e choramos, sentimos dor física e angústia mental, sentimos desejo sexual, paixão, sofremos por amor, e nos alegramos com o sorriso de uma criança. Assim como nossos criadores, sentimos medo, coragem, ambição, ternura, planejamos e executamos um projeto, escolhemos o que nos parece ser o melhor caminho, tomamos decisões errando e acertando. Nós construímos e destruímos, somos engenhosos! E assim como eles, promovemos a guerra e a paz.
Em tudo, somos suas imagens e semelhanças! 
Que o Homem lembre que também é Deus! Se ainda não é, tornar-se-á. 
Para o bem e para o mal, cumpriremos o nosso papel cósmico.
Estamos começando uma aventura pelo Espaço. Com o tempo, conquistaremos mundos... Com o tempo, criaremos outros Seres à nossas imagens e semelhanças... E sim, nossos motivos serão tão egoístas como foram os dos Anunnaki... Afinal, "Deus escreve certo por linhas tortas", diz o ditado popular... 
Crescer, dói!... E o Futuro repetirá o Passado... É o processo evolutivo de esfera em esfera. A escada para o Céu.






quinta-feira, 9 de março de 2017

Abrão e a Era de Touro, e Moisés e a Era de Áries...




O Charging Bull é o maior símbolo de poder da bolsa de valores de Wall Street e é uma das atrações gratuitas mais visitadas pelo turistas, que não hesitam em acariciar os bagos do touro, e também seus chifres, e focinho, para quem sabe serem agraciados com a Sorte e a Fortuna.
No passado da humanidade, o Touro era o animal símbolo do clã de Enlil, e do próprio deus Enlil, o deus sumério. Era costume ter várias estátuas em seu louvor espalhadas pelas cidade-estados de toda a Mesopotâmia, e também para representar a Era de quem estava governando a Terra naquele momento. De 4000 a.C à 2000 a.C, Enlil tinha sua constelação no céu, brilhando em destaque. Nessa era, no final dela, Abraão, um príncipe sacerdote sumério, da cidade de Ur, foi designado para ser a Semente que preservaria a humanidade de uma iminente catástrofe, aquela das bombas nucleares que dizimaram várias cidades, inclusive Sodoma e Gomorra, e que poria fim à grandiosa Civilização Suméria. Abraão foi o Pai de um povo, e o recomeço de tudo.
Em 2000 a. C., veio a Era de Áries, e agora o maioral na Terra, era Marduk, do clã enkita egípcio. Foi nessa fase da História, que no deserto, aos pés do Sinai, Moisés ficou enfurecido quando viu o povo adorando o Bezerro de Ouro. Por quê?... Porque agora era a Era de Áries, e não seria de bom tom, e nem um pouco inteligente, desrespeitar o maioral da vez!
Consigo imaginar Moisés gritando: CÊS TÃO LOUCOS???? PERDERAM A NOÇÃO DO PERIGO??? Desmancha logo esse touro aí, galera! Pelamordedels!!! Cês querem me matá do coração!!!
Ele tinha razão! Marduk, não estava para brincadeiras!

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Analisando Enki e Enlil



Não é raro eu encontrar aqui e ali, ideias como: "Se não fosse por Enki, nem existiríamos!" ou "Enlil é o inimigo da humanidade!"
Alguns livros recentes, apresentam a ideia de que Enki pode ser o próprio Jesus, que em algum momento, por algum método avançado, encarnou como homem, na pessoa de Jesus, para nos salvar, e depois voltou ao corpo original. Essa é uma teoria muito interessante! Mas não há nem ao menos, provas concretas de que o próprio Jesus tenha existido. É mais do que tudo, um ato de fé e esperança.
Nas escrituras do povo hebreu, Enlil, é o Deus verdadeiro, enquanto Enki, é a Serpente do Éden. Em outras culturas, os papéis se invertem.
Temos várias correntes de idéias e pensamentos divergentes, e que podem nos levar a julgamentos errados, sobre um e outro.
O que sabemos sobre eles?...
Sabemos que: Enlil, é filho de Anu, com sua rainha consorte Antu, que também era sua meia-irmã. Portanto Enlil era o sucessor legal de Anu, ao trono de Nibiru, pela Lei da Semente.
Já Enki, também era filho de Anu, mas com uma concubina que não tinha parentesco com Anu. Embora Enki fosse o primogênito de Anu, só teria direito à sucessão ao trono de Nibiru, através da Lei de Sucessão.
Sabemos que essa questão de Lei de Semente, e Lei de Sucessão, foi a causa de muitos conflitos, tanto em gerações anteriores ainda em Nibiru, bem como entre os dois meio-irmãos, e também entre seus filhos e netos, já aqui na Terra.
O Regime Monárquico, costume em Nibiru, e adotado na Terra, é uma das heranças que os Anunnaki nos deixaram. E sabemos através da nossa própria história, que o Jogo dos Tronos, sempre foi motivo de rivalidades, assassinatos, e traições. O que não é muito diferente do nosso sistema atual, onde os políticos se degladiam, usando todo tipo de esquema sujo e fraudulento para se manter no poder. Nenhuma novidade.
De qualquer forma, pondo de lado a questão da sucessão ao trono, que é um assunto delicado, vemos na história dos dois irmãos, momentos de confraternização sincera, e carinho autêntico, além do respeito mútuo.
Precisamos ver os dois 'personagens', mais de perto!
Vamos lá: 
                                     Concept Art - Enki by Van Ted (para os Anunnaki Cards)

Enki, era um brilhante cientista! Tinha grande conhecimento, e uma mente inquieta e curiosa. Era um pensador liberal, e às vezes esquecia um pouco a ética em favor da ciência. Criador do Homo sapiens, e orgulhoso de sua conquista na engenharia genética, era apegado à sua criação.
                                         Concept Art - Enlil by Van Ted (para os Anunnaki Cards)

Enlil, era militar e como tal, tinha um senso de organização e amor às regras, que muitas vezes o levou à severidade extrema! Ele tinha uma grande responsabilidade e um grande peso sobre os ombros. Da Missão Terra, ele devia satisfações à Nibiru.

                           Concep Art - Ninhursarg by Van Ted (para os Anunnaki Cards)

Ambos tinham uma mulher que conquistou o coração dos irmãos: Ninhursarg, meia-irmã dos dois. Ela havia sido prometida à Enki, mas era apaixonada por Enlil. Houve um troca-troca na estória...
Mas cada um foi cuidar da vida, como pôde. Ninguém se matou por causa de mulher.
Enlil foi fiel à sua esposa e até onde se sabe, teve filhos somente com ela (meio que duvido... e estou excluíndo dessa conta, o filho que ele teve com Ninhursarg, o Ninurta)
Enki pulou a cerca milhões de vezes e espalhou filhos pelo mundo. Depois do Homo sapiens criado em laboratório, ele deu um upgrade na humanidade do modo mais libertino possível! Primeiro, gerou o Homem de Cro-Magnon, seduzindo duas mulheres Neanderthais. Depois gerou o Homem moderno, seduzindo uma mulher Cro-Magnon casada. E assim, a Bíblia relatou o primeiro caso célebre de chifre na história da humanidade. Noé, como desconfiou Lameque, parecia filho dos deuses e não dele... 


Quando os conflitos entre os dois irmãos, pareciam ter dado lugar à maturidade, foram seus filhos e netos que recomeçaram tudo outra vez. Nesse momento, o que se observa, são dois pais de família, procurando evitar os conflitos, e ao mesmo tempo, tomando partido aqui, e alí, a favor de suas proles. Mais humano impossível!
Na verdade, os vemos como seres de outro mundo que colonizaram a Terra, e esquecemos que são tão humanos quanto nós. Humanos sujeitos a erros e acertos.
Os mesmos erros e acertos, que nós, a criação deles, cometemos todos os dias, desde que começamos a andar pela Terra.
Às vezes era Enlil que batia um bolão, e Enki pisava na bola. Outras vezes, era o contrário.

Concept Art - Enlil by Wam Nick 
(para a mini-série em quadrinhos Anunnaki - Os Senhores da Eternidade)

 Enlil aproveitou o Dilúvio para acabar com os humanos terrestres, que na verdade ele nunca quis que viessem a existir. Ao mesmo tempo, fez uma faxina necessária no planeta, pois não havia só humanos criados por Enki, mas todo tipo de aberração criada em laboratório. 





                                                      Concept Art - Enki by Wam Nick 
            (para a mini-série em quadrinhos Anunnaki - Os Senhores da Eternidade).

Enki, por sua vez salvou a humanidade através de Ziusudra, o Noé bíblico, mas não por sua própria iniciativa, pois estava impedido por juramento de silêncio, mas pela intervenção do misterioso Galzu. Iniciativa sua, ou não, Enki salvou o Homem moderno, ou seja: nós!
Quando Enlil percebeu a 'traição' de Enki, voou no pescoço dele. E quando Enki disse: "Noé é meu filho!", Enlil parou a agressão.
Enlil, percebendo nessa sobrevivência da semente humana terrestre, a vontade do Criador de Tudo, abençoou Noé e não voltou a planejar o nosso fim.
Os Anunnaki então, nos deram a civilização, e ensinaram tudo o que hoje sabemos e aplicamos no dia-a-dia.
Temos a tendência a endeusar um e demonizar o outro, e isso é resultado da má observação da história, e como a absorvemos, muitas vezes influenciados por outras "impressões".
Esses dois irmãos, não representam o bem e o mal. Representam a nós mesmos em todos os aspectos. O que odiamos num e amamos no outro, é o nosso próprio reflexo no espelho. Afinal, fomos feitos à suas imagens e semelhanças!...

Enlil nos ensina a ação. Enki nos ensina a paciência.
Enlil nos ensina a arte da guerra. Enki nos ensina a arte do prazer.
Enlil nos ensina a disciplina. Enki nos ensina a contemplação.
Enlil nos ensina a ser racionais. Enki nos ensina a ser sonhadores.
Enlil nos ensina a ter responsabilidade. Enki nos ensina a ter leveza.
Enlil nos ensina a fidelidade. Enki nos ensina a quebrar as regras.
Enlil nos ensina a perdoar. Enki nos ensina a superar.
Não há demônio, nem anjo nessa estória.

sábado, 24 de dezembro de 2016

Jesus X Anunnaki




O assunto de hoje, eu evitei por anos, desde que comecei a escrever sobre os Anunnaki. Na verdade, não fossem as insistentes perguntas, eu continuaria evitando! Até que no início de 2016, tomei fôlego e coragem e escrevi este artigo, que agora trago repaginado para o blog.
Certamente o mundo terá que mudar quando o conhecimento do passado se tornar tão propagado e consciente, que já não seja possível qualquer manipulação das massas.
Até lá, muitas questões ainda serão levantadas, pelo menos por quem já está por dentro da estória, ou melhor, História!
Agora sabemos através das tabuletas de argila, em especial o Enuma Elish, que data do séc. VII a. C., e é nomeado pelos estudiosos como O Mito da Criação, ou as 7 Tábuas da Criação, pois que em seu conteúdo, se revela uma cosmogonia completa do Sistema Solar, e a criação do homem na Terra, fatos conhecidos até então apenas na Bíblia, de forma resumida e com linguagem extremamente alegórica, quando finalmente em 1876, George Simth publicou a tradução do texto babilônico que fora descoberto em 1849, por Henry Layard, na Biblioteca de Assurbanipal, em Nínive, antiga capital da Assíria.




Há ainda o Atra Hasis, cuja cópia mais antiga, data de 1600 a.C., e o original sumério presume-se que esteja ligado à Eridu, a cidade mais antiga do Oriente Médio, e aí estamos falando de pelo menos 6.000 anos atrás! 



O poema épico que leva o nome do herói que conta a estória, relata como os deuses criaram o homem, e como este foi  designado para o trabalho, aliviando os deuses das tarefas que não queriam mais pra eles, e de como uma enorme enchente, destruiu quase toda a humanidade terrestre, revelando ao mundo não só um primeiro dilúvio, como também, um primeiro Noé! 
Aliás, Atra Hasis, conhecido como Ziusudra em Sumério, é o próprio Noé! 
Esse relato volta a aparecer no Épico de Gilgamesh, tanto em tabuletas de argila, como em relevos feitos em pedra e datados do séc. VIII a.C., onde o lendário rei de Uruk, conta sua aventura em busca da imortalidade, e seu encontro com Utnapishtim (novamente o mesmo Noé), que lhe conta como tudo aconteceu nos tempos antes do Dilúvio!

Isso não é um relevo, uma peça arqueológica, é apenas arte moderna que uso aqui para ilustrar o Épico de Gilgamesh, citado neste artigo.


Vários foram os tradutores dos diversos textos, além desses acima mencionados, encontrados por toda a região da antiga mesopotâmia, e por mais que se relegue tudo à simples mitologia, que nada mais é que uma história muito antiga, que de tão antiga mais parece lenda, algo improvável de realmente ter acontecido, é impossível em algum momento da leitura não começar a se questionar se de repente tudo isso aconteceu de verdade, e se aconteceu de verdade, então quem eram esses deuses que vieram do céu para a terra?... De onde vieram?... E se esses textos estão contando uma história real, então a bíblia também está? E se o que está na bíblia em linguagem alegórica, é apenas um resumo desses textos muito mais antigos, então YHWH, o poderoso deus dos hebreus, não é o Criador de todo o Universo, mas sim um extraterrestre, vindo de um planeta longínquo, como propôs seriamente Zecharia Sitchin?... Ou seja: O Reino Celestial, o Céu, é um planeta?... Se os deuses do Velho Testamento, já sabe-se que são os Anunnaki, referidos no texto religioso como Nefilim, Elohim, Senhor, Adonai, Anjos... Então... E o Novo Testamento, e Jesus?... É um Anunnaki?... Ou é um Ser de Luz, vindo das Plêiades, ou qualquer outro lugar do Universo que não seja jamais relacionado aos belicosos, egóicos e amorais nibiruanos?...
São perguntas importantes, que exigem respostas com um mínimo de delicadeza, pois abalar a fé alheia, chega a ser pecado! Mas viver na ignorância da fé cega, para sempre, é como viver numa prisão de segurança máxima, você terá uma cama pra dormir, uma refeição, 1 hora de sol, e viverá isolado do mundo lá fora! Antes tarde do que nunca, a Verdade nos libertará.
Então vamos lá!
Pra começar, só posso falar assertivamente daquilo que com estudo pude discernir com clareza. Tudo o que for além disso, são conjecturas, suposições.
A primeira pergunta que se tem que fazer é: Jesus realmente existiu?... Porque há estudos sérios que apontam para a sua inexistência! Há livros, e há documentos que parecem provar por A + B que Jesus é uma estória politicamente armada para o domínio das massas. Há doutorados sobre isso!... Será que todas aquelas lindas e intensas palavras que crescemos lendo e ouvindo nas igrejas e em casa, foram escritas por um gênio das letras?... Será que toda aquela estória triste de traição, crucificação e morte, foram inventadas apenas para nos sentirmos culpados pelo sacrifício de alguém tão moralmente elevado, um Deus, que fez tudo o que fez, para salvar nossas pobres almas?...
Em contrapartida, há vestígios de alguém com o mesmo perfil e nome Jesus, na Índia! Mas a estória é de que não teria morrido, e sim partido praquela distante terra para continuar pregando, estudando, e morrer em paz... Há vestígios de Jesus, no Egito, na Grécia...
Há livros apócrifos que afirmam que Jesus não morreu, e era casado com Maria Madalena, com quem teve filhos. Ou melhor: uma filha. E aí chegamos aos reis merovíngios, e toda uma dinastia de descendentes divinos, que podem estar reinando até hoje nos países europeus. E isso não é coisa do Dan Brown, e seu O Código Da Vinci! Há estudiosos sérios que corroboram a existência de Jesus, e traçam uma linha cronológica desde antes do seu nascimento até os dias de hoje.





Agora vamos supor que Jesus realmente existiu. E se existiu, existe até hoje, porque as escrituras afirmam veementemente que ele retornará no Fim dos Tempos!... A pergunta que me fazem constantemente é: Jesus é um Anunnaki?...
Lendo Zecharia Sitchin, que era judeu, e consequentemente avesso ao fator Jesus, como o Messias prometido, o vemos em vários momentos ligando a ponte entre Jesus e os Anunnaki, mas não afirmando nada categoricamente. Na verdade, ele deixa a brecha pra que cheguemos à nossa própria conclusão. Todos que leram seus livros, inevitavelmente ficaram com essa pergunta na cabeça! Eu fiquei com essa pergunta na cabeça!...
Há vários fatores que ligam Jesus aos Anunnaki, e inclusive à Enki, como por exemplo, o número 40, seu número sagrado (...40 dias e 40 noites no deserto, 40 dias após a ressurreição...), o peixe que é o símbolo do cristianismo, e é também o símbolo de Enki, ou Ea, "Aquele cuja casa é água"...
Há passagens nos evangelhos que fazem a conexão com os Anunnaki, em especial Enki, ainda mais clara! Como por exemplo em Mateus, se não me falha a memória.... "Por acaso não fui eu quem criou os seus corpos?"... "Cada fio de cabelo de suas cabeças, estão todos contados!" Numa alusão clara à experiência genética feita nos primórdios do tempo, e a absoluta ciência do código DNA trabalhando em nossos corpos exatamente como eles queriam. Em outra passagem, Jesus dá uma surra nos vendilhões do templo, dizendo: "Não façam da casa do meu Pai, um lugar de comércio!"... Naquela época o templo de Jerusalém, havia sido reconstruído por Herodes, Mas a base do templo antigo, havia sido construído por Salomão. O que era o templo, senão uma moradia, ou base, ou centro de controle dos Anunnaki? Em outra passagem: " E, o que jurar pelo templo, jura por ele e por aquele que nele habita; E, o que jurar pelo céu, jura pelo trono de Deus e por aquele que está assentado nele."
Se o templo era dos Anunnaki, então quem habitava em tempos remotos, naquele templo em especial, e quem era o Pai de Jesus?... Enlil?... Utu, neto de Enlil? Utu ou Shamash, o Deus Sol, comandava o espaçoporto no Sinai, e também o Centro de Controle da Missão, que após o Dilúvio havia sido transferido para o local onde hoje é conhecido como Jerusalém. Agora perceba a conexão entre Utu\Shamash, o Deus Sol, e Jesus!... Mitra, o Deus Sol persa, é relembrado no final de Dezembro no máximo até o dia 25 de Dezembro, que marca o solstício de inverno no hemisfério norte, e a festa é uma comemoração ao nascimento do Sol Invictus... Isso não quer dizer que Jesus nasceu nesse dia! Estudos apontam que não, e que foi apenas uma conveniência. Tudo combinadinho!... Enfim!...



Seja lá quem for o deus que habitava o templo que Jesus defendeu no chicote, o pai de Jesus era um Anunnaki! Não faz o menor sentido acreditar que Jesus, veio de algum Reino Celestial de Pura Luz Espiritual... Não veio. Não veio das Plêiades. Não veio de Andrômeda. Não veio de Vênus.
Mas como pode ser Jesus, filho de um Anunnaki? O que ele disse, não combina em nada com o que os Anunnaki falavam e faziam!... Vc pensa realmente assim?... Então não prestou atenção totalmente em tudo que Jesus disse. Não entendeu direito os Evangelhos, não entendeu direito o Velho Testamento, não entendeu mesmo os textos mesopotâmicos. e nunca leu os mandamentos egípcios de Thoth com atenção. Jesus não veio pregar a Paz e o Amor. Jesus veio para explicar a Lei de Moisés. Uma lei moral e cívica, passada ao profeta por um deus no alto de uma montanha, no Sinai. E sabemos que esse tal deus que guiava o povo hebreu durante o dia numa nuvem, durante a noite num pilar de fogo, era um Anunnaki! Quais são os mandamentos mais considerados por Jesus?... "Amai a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a ti mesmo." Ou seja: Respeite o Anunnaki, seu líder, e respeite seu próximo como gostaria que fosse respeitado. Não é uma lei religiosa, mística, espiritual, e profunda. Nunca foi.
Quem leu o Livro Perdido de Enki, vai querer imaginar que Jesus é um enviado do misterioso Galzu, o emissário do Criador de Tudo... Não gente. Não é. Deixem Galzu e o Criador de Tudo, de fora dessa estória!
Quando Jesus fala sobre o Reino de Deus, está falando de Nibiru, o planeta dos Anunnaki. Quando promete a Vida Eterna, está se referindo à Vida Longa que os Anunnaki têm, e se quiserem, podem dar aos escolhidos a dedo. Quando Jesus diz: " Na casa de meu Pai, há muitas moradas", não está se referindo ao Universo, mas à Nibiru, ou mesmo uma Nave gigantesca... Quando Jesus, diz: "Eu e o Pai somos Um. Quem vê a mim, vê o Pai", está querendo dizer que foi inseminado em Maria com características genéticas muito fortes, e portanto muito semelhante ao seu genitor. Isso se Jesus, não era apenas o veículo corporal de um deles que adormecido em uma câmara hiperbárica, emprestou seu "espírito", seu "ânima" ao filho clonado. Acredito muito nessa hipótese! Afinal de contas, o que são 33 anos terrestres para um Anunnaki?... 3 meses, 3 dias?...Tirou um cochilo e voltou para o velho corpo. Ou então quem sabe, abandonou o velho corpo desgastado pelos anos na Terra, e tomou o jovem e vigoroso corpo restaurado e modificado geneticamente com vida longa, para sempre! Por que não?... Nesse caso faz muito sentido, a frase "Eu e o Pai somos Um"!... ou " Quem vê a mim, vê o Pai"...
Religiões novas foram criadas tendo como base a fé em Jesus: o Islamismo, e mais recentemente, o Mormonismo. 
O Profeta Maomé acreditava em Jesus, e escreveu o Alcorão, ditado pelo Anjo Gabriel, aquele mesmo que anunciou à Maria, que ela teria um filho de Deus... Joseph Smith, além do anjo Moroni, viu Jesus e o Pai, pessoalmente! No livro de Mormon, Jesus depois de morto, e antes de ressuscitar, vai visitar os Nefitas na Mesoamérica, terra de Quetzacoaltl, que sabemos que é Thoth, o Ningishzidda, filho de Enki... Coincidência, não?...
Será que Jesus não seria o próprio Thoth, Ningishzidda, o filho mais sábio e preferido de Enki e seu auxiliar nas mais difíceis tarefas? Thoth era o único que circulava em paz entre os dois clãs Anunnaki. Não seria um plano de redenção para todos, terráqueos e nibiruanos? Um meio de trazer a paz entre os clãs, e evitar a destruição da humanidade terrestre?... Um verdadeiro sacrifício de sangue pelos "pecados" do mundo, pelo "pecado original" da experiência genética que contrariava as Leis da Viagem Espacial... Thoth nasceu na Terra, envelheceu antes de Enki... Tomar um novo corpo, seria providencial!.. Ah! E quem é afinal o Espírito Santo? Se Deus é uma Trindade: Pai, Filho, e Espírito Santo, quem são os três?... Enki (Pai), Ningishzidda (Filho), Ninhursarg (Espírito Santo)... É válido lembrar que Enlil também era denominado como o Espírito Santo!... A concepção da palavra espírito para os Anunnaki, é diferente da que usamos hoje. Para eles, espírito santo, é alguém justo, elevado, sábio, puro, e não alguém destituído de corpo material.
Ou Jesus seria apenas um plano de Enlil para o domínio terrestre?... Um plano de Enlil, ou qualquer um deles!?...
São muitas perguntas que vão ficar sem respostas. Dou-lhes sugestões! Dou-lhes o que pensar. Mas deixo uma afirmação:
De quem Jesus é filho, eu ainda não sei. Mas que é um Anunnaki, é! Ou melhor: veio através dos Anunnaki.
O próprio Chico Xavier fala que Jesus pediu um prazo para a humanidade terrestre evoluir e não se explodir, prometendo voltar com a galera toda, nossos "irmãos maiores", que são os responsáveis pelo nosso Sistema Solar... e quem é que dominou todo o sistema solar?... Os Anunnaki, por ordem de Anu!... Enfim!...
Aí vão ter diversas teorias, visões proféticas, canalizações espirituais, cada um dando a sua visão da história. Eu não acredito, nem desacredito. Na verdade, busco minhas próprias respostas. Há muitas dúvidas! Mas apenas uma certeza: Jesus, tenha existido, ou tenha sido inventado, está diretamente ligado aos Anunnaki. Todas as questões morais, espirituais que isso possa levantar, já é outro tema a ser discutido, e em outra ocasião.
Ah! Sim. Só pra deixar bem claro: Eu não estou querendo criar uma nova religião em cima dos Anunnaki. Na verdade, já era tempo de todas terem acabado. 
Mas da próxima vez que você abrir o Novo Testamento, e chegar naquela parte em que Jesus diz: "Sou rei, mas meu reino não é deste mundo", lembre-se: O regime monárquico foi estabelecido na Terra pelos Anunnaki, que vieram do 'reino celestial' de Nibiru, ou como queiram chamar o planeta onde o "Deus Pai" habita. E lembre-se também, que Jesus subiu ao "Céu", e está sentado à direita de Deus, o Pai, e de lá voltará para julgar os vivos e os mortos, e separar o joio do trigo. Algo que acredito que tenha muito mais a ver com os problemas entre eles, os Anunnaki, do que propriamente conosco. Mas as religiões nos fizeram acreditar que tinha a ver com a gente, e é por isso que o peso em nossos ombros é tão pesado de carregar... Porque não é nosso!
De qualquer forma, sempre é bom seguir o ótimo conselho que Jesus deu: Amai o próximo como a ti mesmo! Porque seguindo essa regra simples, encontraremos o caminho para a Paz Mundial.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Blavatsky e Zecharia Sitchin



“E se Tróia foi negada e considerada como um mito; a existência de Herculano e de Pompéia declaradas ficção; se se riram das viagens de Marco Pólo que se chamaram fábulas, tão absurdas como os contos do Barão Münchhausen, por que tinha que ser melhor tratada a escritora de Isis Sem Véu e de A Doutrina Secreta? (…)”
Com essa frase, Blavatsky responde às acusações de farsa sobre suas obras, e uma referência aos livros de Kiu-Te, em especial As Estâncias de Dzyan, que até pouco tempo atrás ainda se acreditava ser uma fantasia criada pela mente fértil da escritora e fundadora da Sociedade Teosófica. Hoje sabe-se que os pergaminhos antiquíssimos, realmente existem, e há cópias espalhadas em cada monastério gelugpa, no Tibet.
As Estâncias de Dzyan são amplamente explanadas por Helena Petrovna Blavatsky em sua série de livros, A Doutrina Secreta. Blavatsky alegava que teria tido acesso e estudado estes pergaminhos em sua estada no Tibete.
O documento hebreu mais antigo referente à Sabedoria Oculta, o Siphrah Dzeniouta, é uma compilação do Livro de Dzyan, feito quando este já era considerado relíquia literária. O Shu-King, bíblia primitiva dos chineses, os livros sagrados de Thoth Hermes, Os Purânas da Índia, O Livro dos Números caldeu, o Pentateuco hebraico... todos se originaram daquele volume pai.
No “Livro de Dzyan” há uma compilação das teses possivelmente mais antigas que nos sejam conhecidas, e encontramos ali uma cosmogonia explicada em detalhes e uma teoria da evolução que se refere não só a uma, mas também a cinco “humanidades”, chamadas “raças”, que se desenvolveram ciclicamente. Estas teses, que se avaliam serem mais antigas que os Vedas e possivelmente foram a "religião" em todo o mundo pré-histórico, refletem-se mais tarde na religião hindu, zoroastriana, islâmica, judia e cristã, embora sob uma forma diferente e expressas em uma linguagem carregada de imagens mitológicas... Como sempre!
Como o meu trabalho é focado em desvendar a verdadeira história da humanidade, me apoiando nos estudos de Zecharia Sitchin, e desmistificando o máximo possível, o que o tempo transformou em conhecimento oculto e cheio de véus aos olhos desatentos da contemporaneidade, hoje resolvi dar um pouco de atenção ao Conhecimento trazido na Doutrina Secreta de H.P.B., especialmente em algumas passagens do trabalho da autora no que se refere ao tão discutido, As Estâncias de Dzyan.
Não vou me ater à Cosmogonia estudada na Doutrina Secreta, um assunto profundo e talvez complexo à primeira vista, mas muito mais simples do que se imagina, e que posso vir a discutir mais para a frente, nem vou comentar hoje sobre as Raças Raizes, mas vou direto às partes que citam os "Os Pais do Homem na Terra". Acho que vocês já podem imaginar a quem se estão referindo nos antigos textos... Na verdade, a Doutrina Secreta inteira se refere à eles o tempo todo! Depois de explicar a Gênese do Universo, os ciclos da Criação, a Energia Criadora, e o Pensamento Criador, que é referido como Fohat, inerente a cada um dos mundos existentes, e atuante como o formador das formas adequadas a cada mundo. Por isso se diz: "E o Verbo se fez Carne"... Pois pronunciar uma palavra é evocar um pensamento e fazê-lo presente! Então, de acordo com o grau evolutivo de cada esfera vivente (planeta), há uma forma física adequada para receber a mônoda (uma parcela da Alma, resumindo...), que habitará aquele mundo.
Segundo os budistas, não há Criador, senão uma infinidade de poderes criadores, que coletivamente formam a eterna substância, cuja essência é inescrutável... Assim, o Fohat é a energia dinâmica da Ideação Cósmica, o Pensamento Divino tornado manifesto pelos Dhyans Choans, que são os Arquitetos do Mundo Visível. Os Dhyans Choans, os Ah-hi, são as Forças Inteligentes que estabelecem as Leis que lhes são impostas por poderes mais elevados e sob as quais eles mesmos também estão sujeitos. Segundo os textos antigos, existem Sete Regiões no Universo, habitadas pelo Homem, portanto Sete Hierarquias Criadoras... É onde vemos a Lei da Analogia: "Assim como é em cima, assim é embaixo". A humanidade e as Estrelas estão indissoluvelmente ligadas por meio das Inteligências que governam essas últimas. A matriz humana é portanto cópia da matriz Celeste.
Segundo a Teosofia, há o caminho inevitável da evolução, por onde a mônada deve passar antes de chegar à forma humana. Ela experimentará o reino mineral, depois o vegetal, e então o animal. Deste animal primário, se evolui para o ser pensante. E quem o aperfeiçoa?... A raça planetária que será responsável por essa maturação. No nosso caso, os Anunnaki. O Livro de Dhyzian se refere ao Ser que aperfeiçoou o Animal Sagrado, como o Peixe... o Pecado, o Soma. Ah! O Peixe!! Sempre presente em todas as mitologias, e no Ocultismo.
A Terra dá ao homem, seu corpo físico. Os Dhyanis, seus princípios internos (a genética). Mas o Espírito que ocupa o corpo, é único e indistinto e já existia desde o princípio.
Nossos progenitores, são chamados nos textos antigos de Rishis ou Pítris, Eles são nós mesmos como primeiras personalidades, e nós somos eles. Os hindus também os chamam como Devas, porém não são de modo algum deuses ou Deus, no sentido espiritual que se dá ao termo.
Embora haja algumas incoerências em sua obra, derivadas de sua própria interpretação dos textos antigos, há também uma consistência dos fatos ocorridos nos tempos antigos que em muitos momentos nos remete aos estudos de Sitchin. Blavatsky chega a mencionar a cidade de Eridu, e o nome Ea, o Deus da Sabedoria, o Oannes de Beroso, o semi-homem, semi-peixe que ensinou aos homens a cultura e a arte de escrever. Num trecho do estudo, se fala assim dele: "O Ser mais elevado, só há um na Terra como nos céus: é o Ser Solitário ainda mais misterioso; o Senhor da Terra". E ela ainda vai citar a Ordem do Dragão, e o conceito errôneo sobre Satã, um título de Enki, significando Sabedoria e no conceito teosófico, o próprio Deus da Terra, o Logos Criador, completamente corrompido pelo tempo e pelas religiões cristãs. Serpente e Dragão eram os nomes que se davam aos Adeptos e Iniciados dos tempos antigos. Epifânio diz que os Ofitas tinham razão de honrar a Serpente, porque esta ensinou os Mistérios aos homens primitivos. Os Nagas (serpentes) dos Adeptos hindus e tibetanos eram humanos, não répteis. Sim, sempre vou frisar isso!
Em outro trecho, se fala dos Filhos do Fogo: "Estes deuses eram de ambos os sexos e eram humanos celestes e cósmicos. A eles se atribuía a invenção das letras e da arte". Fala-se também: "Os Senhores da Sabedoria trouxeram frutas e grãos de outras esferas para benefício da Raça que eles governavam".
E a Estância IV, já começa com uma frase maravilhosa: "Filhos da Terra, ouvi os Filhos do Fogo, vossos instrutores. Sabei que não há primeiro nem último, porque tudo é um só Número que procede do que não é Número. Aprendei que nós que descendemos dos Sete Primordiais, que nascemos da Chama Primordial, aprendemos de nossos Pais".
Há muito o que se falar sobre isso! Por hoje, basta. Não quero cansá-los numa longa leitura.

Escrito por Van Ted, escritora, estudiosa e pesquisadora da teoria do Astronauta Antigo.