sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Analisando Enki e Enlil



Não é raro eu encontrar aqui e ali, ideias como: "Se não fosse por Enki, nem existiríamos!" ou "Enlil é o inimigo da humanidade!"
Alguns livros recentes, apresentam a ideia de que Enki pode ser o próprio Jesus, que em algum momento, por algum método avançado, encarnou como homem, na pessoa de Jesus, para nos salvar, e depois voltou ao corpo original. Essa é uma teoria muito interessante! Mas não há nem ao menos, provas concretas de que o próprio Jesus tenha existido. É mais do que tudo, um ato de fé e esperança.
Nas escrituras do povo hebreu, Enlil, é o Deus verdadeiro, enquanto Enki, é a Serpente do Éden. Em outras culturas, os papéis se invertem.
Temos várias correntes de idéias e pensamentos divergentes, e que podem nos levar a julgamentos errados, sobre um e outro.
O que sabemos sobre eles?...
Sabemos que: Enlil, é filho de Anu, com sua rainha consorte Antu, que também era sua meia-irmã. Portanto Enlil era o sucessor legal de Anu, ao trono de Nibiru, pela Lei da Semente.
Já Enki, também era filho de Anu, mas com uma concubina que não tinha parentesco com Anu. Embora Enki fosse o primogênito de Anu, só teria direito à sucessão ao trono de Nibiru, através da Lei de Sucessão.
Sabemos que essa questão de Lei de Semente, e Lei de Sucessão, foi a causa de muitos conflitos, tanto em gerações anteriores ainda em Nibiru, bem como entre os dois meio-irmãos, e também entre seus filhos e netos, já aqui na Terra.
O Regime Monárquico, costume em Nibiru, e adotado na Terra, é uma das heranças que os Anunnaki nos deixaram. E sabemos através da nossa própria história, que o Jogo dos Tronos, sempre foi motivo de rivalidades, assassinatos, e traições. O que não é muito diferente do nosso sistema atual, onde os políticos se degladiam, usando todo tipo de esquema sujo e fraudulento para se manter no poder. Nenhuma novidade.
De qualquer forma, pondo de lado a questão da sucessão ao trono, que é um assunto delicado, vemos na história dos dois irmãos, momentos de confraternização sincera, e carinho autêntico, além do respeito mútuo.
Precisamos ver os dois 'personagens', mais de perto!
Vamos lá: 
                                     Concept Art - Enki by Van Ted (para os Anunnaki Cards)

Enki, era um brilhante cientista! Tinha grande conhecimento, e uma mente inquieta e curiosa. Era um pensador liberal, e às vezes esquecia um pouco a ética em favor da ciência. Criador do Homo sapiens, e orgulhoso de sua conquista na engenharia genética, era apegado à sua criação.
                                         Concept Art - Enlil by Van Ted (para os Anunnaki Cards)

Enlil, era militar e como tal, tinha um senso de organização e amor às regras, que muitas vezes o levou à severidade extrema! Ele tinha uma grande responsabilidade e um grande peso sobre os ombros. Da Missão Terra, ele devia satisfações à Nibiru.

                           Concep Art - Ninhursarg by Van Ted (para os Anunnaki Cards)

Ambos tinham uma mulher que conquistou o coração dos irmãos: Ninhursarg, meia-irmã dos dois. Ela havia sido prometida à Enki, mas era apaixonada por Enlil. Houve um troca-troca na estória...
Mas cada um foi cuidar da vida, como pôde. Ninguém se matou por causa de mulher.
Enlil foi fiel à sua esposa e até onde se sabe, teve filhos somente com ela (meio que duvido... e estou excluíndo dessa conta, o filho que ele teve com Ninhursarg, o Ninurta)
Enki pulou a cerca milhões de vezes e espalhou filhos pelo mundo. Depois do Homo sapiens criado em laboratório, ele deu um upgrade na humanidade do modo mais libertino possível! Primeiro, gerou o Homem de Cro-Magnon, seduzindo duas mulheres Neanderthais. Depois gerou o Homem moderno, seduzindo uma mulher Cro-Magnon casada. E assim, a Bíblia relatou o primeiro caso célebre de chifre na história da humanidade. Noé, como desconfiou Lameque, parecia filho dos deuses e não dele... 


Quando os conflitos entre os dois irmãos, pareciam ter dado lugar à maturidade, foram seus filhos e netos que recomeçaram tudo outra vez. Nesse momento, o que se observa, são dois pais de família, procurando evitar os conflitos, e ao mesmo tempo, tomando partido aqui, e alí, a favor de suas proles. Mais humano impossível!
Na verdade, os vemos como seres de outro mundo que colonizaram a Terra, e esquecemos que são tão humanos quanto nós. Humanos sujeitos a erros e acertos.
Os mesmos erros e acertos, que nós, a criação deles, cometemos todos os dias, desde que começamos a andar pela Terra.
Às vezes era Enlil que batia um bolão, e Enki pisava na bola. Outras vezes, era o contrário.

Concept Art - Enlil by Wam Nick 
(para a mini-série em quadrinhos Anunnaki - Os Senhores da Eternidade)

 Enlil aproveitou o Dilúvio para acabar com os humanos terrestres, que na verdade ele nunca quis que viessem a existir. Ao mesmo tempo, fez uma faxina necessária no planeta, pois não havia só humanos criados por Enki, mas todo tipo de aberração criada em laboratório. 





                                                      Concept Art - Enki by Wam Nick 
            (para a mini-série em quadrinhos Anunnaki - Os Senhores da Eternidade).

Enki, por sua vez salvou a humanidade através de Ziusudra, o Noé bíblico, mas não por sua própria iniciativa, pois estava impedido por juramento de silêncio, mas pela intervenção do misterioso Galzu. Iniciativa sua, ou não, Enki salvou o Homem moderno, ou seja: nós!
Quando Enlil percebeu a 'traição' de Enki, voou no pescoço dele. E quando Enki disse: "Noé é meu filho!", Enlil parou a agressão.
Enlil, percebendo nessa sobrevivência da semente humana terrestre, a vontade do Criador de Tudo, abençoou Noé e não voltou a planejar o nosso fim.
Os Anunnaki então, nos deram a civilização, e ensinaram tudo o que hoje sabemos e aplicamos no dia-a-dia.
Temos a tendência a endeusar um e demonizar o outro, e isso é resultado da má observação da história, e como a absorvemos, muitas vezes influenciados por outras "impressões".
Esses dois irmãos, não representam o bem e o mal. Representam a nós mesmos em todos os aspectos. O que odiamos num e amamos no outro, é o nosso próprio reflexo no espelho. Afinal, fomos feitos à suas imagens e semelhanças!...

Enlil nos ensina a ação. Enki nos ensina a paciência.
Enlil nos ensina a arte da guerra. Enki nos ensina a arte do prazer.
Enlil nos ensina a disciplina. Enki nos ensina a contemplação.
Enlil nos ensina a ser racionais. Enki nos ensina a ser sonhadores.
Enlil nos ensina a ter responsabilidade. Enki nos ensina a ter leveza.
Enlil nos ensina a fidelidade. Enki nos ensina a quebrar as regras.
Enlil nos ensina a perdoar. Enki nos ensina a superar.
Não há demônio, nem anjo nessa estória.

sábado, 24 de dezembro de 2016

Jesus X Anunnaki




O assunto de hoje, eu evitei por anos, desde que comecei a escrever sobre os Anunnaki. Na verdade, não fossem as insistentes perguntas, eu continuaria evitando! Até que no início de 2016, tomei fôlego e coragem e escrevi este artigo, que agora trago repaginado para o blog.
Certamente o mundo terá que mudar quando o conhecimento do passado se tornar tão propagado e consciente, que já não seja possível qualquer manipulação das massas.
Até lá, muitas questões ainda serão levantadas, pelo menos por quem já está por dentro da estória, ou melhor, História!
Agora sabemos através das tabuletas de argila, em especial o Enuma Elish, que data do séc. VII a. C., e é nomeado pelos estudiosos como O Mito da Criação, ou as 7 Tábuas da Criação, pois que em seu conteúdo, se revela uma cosmogonia completa do Sistema Solar, e a criação do homem na Terra, fatos conhecidos até então apenas na Bíblia, de forma resumida e com linguagem extremamente alegórica, quando finalmente em 1876, George Simth publicou a tradução do texto babilônico que fora descoberto em 1849, por Henry Layard, na Biblioteca de Assurbanipal, em Nínive, antiga capital da Assíria.




Há ainda o Atra Hasis, cuja cópia mais antiga, data de 1600 a.C., e o original sumério presume-se que esteja ligado à Eridu, a cidade mais antiga do Oriente Médio, e aí estamos falando de pelo menos 6.000 anos atrás! 



O poema épico que leva o nome do herói que conta a estória, relata como os deuses criaram o homem, e como este foi  designado para o trabalho, aliviando os deuses das tarefas que não queriam mais pra eles, e de como uma enorme enchente, destruiu quase toda a humanidade terrestre, revelando ao mundo não só um primeiro dilúvio, como também, um primeiro Noé! 
Aliás, Atra Hasis, conhecido como Ziusudra em Sumério, é o próprio Noé! 
Esse relato volta a aparecer no Épico de Gilgamesh, tanto em tabuletas de argila, como em relevos feitos em pedra e datados do séc. VIII a.C., onde o lendário rei de Uruk, conta sua aventura em busca da imortalidade, e seu encontro com Utnapishtim (novamente o mesmo Noé), que lhe conta como tudo aconteceu nos tempos antes do Dilúvio!

Isso não é um relevo, uma peça arqueológica, é apenas arte moderna que uso aqui para ilustrar o Épico de Gilgamesh, citado neste artigo.


Vários foram os tradutores dos diversos textos, além desses acima mencionados, encontrados por toda a região da antiga mesopotâmia, e por mais que se relegue tudo à simples mitologia, que nada mais é que uma história muito antiga, que de tão antiga mais parece lenda, algo improvável de realmente ter acontecido, é impossível em algum momento da leitura não começar a se questionar se de repente tudo isso aconteceu de verdade, e se aconteceu de verdade, então quem eram esses deuses que vieram do céu para a terra?... De onde vieram?... E se esses textos estão contando uma história real, então a bíblia também está? E se o que está na bíblia em linguagem alegórica, é apenas um resumo desses textos muito mais antigos, então YHWH, o poderoso deus dos hebreus, não é o Criador de todo o Universo, mas sim um extraterrestre, vindo de um planeta longínquo, como propôs seriamente Zecharia Sitchin?... Ou seja: O Reino Celestial, o Céu, é um planeta?... Se os deuses do Velho Testamento, já sabe-se que são os Anunnaki, referidos no texto religioso como Nefilim, Elohim, Senhor, Adonai, Anjos... Então... E o Novo Testamento, e Jesus?... É um Anunnaki?... Ou é um Ser de Luz, vindo das Plêiades, ou qualquer outro lugar do Universo que não seja jamais relacionado aos belicosos, egóicos e amorais nibiruanos?...
São perguntas importantes, que exigem respostas com um mínimo de delicadeza, pois abalar a fé alheia, chega a ser pecado! Mas viver na ignorância da fé cega, para sempre, é como viver numa prisão de segurança máxima, você terá uma cama pra dormir, uma refeição, 1 hora de sol, e viverá isolado do mundo lá fora! Antes tarde do que nunca, a Verdade nos libertará.
Então vamos lá!
Pra começar, só posso falar assertivamente daquilo que com estudo pude discernir com clareza. Tudo o que for além disso, são conjecturas, suposições.
A primeira pergunta que se tem que fazer é: Jesus realmente existiu?... Porque há estudos sérios que apontam para a sua inexistência! Há livros, e há documentos que parecem provar por A + B que Jesus é uma estória politicamente armada para o domínio das massas. Há doutorados sobre isso!... Será que todas aquelas lindas e intensas palavras que crescemos lendo e ouvindo nas igrejas e em casa, foram escritas por um gênio das letras?... Será que toda aquela estória triste de traição, crucificação e morte, foram inventadas apenas para nos sentirmos culpados pelo sacrifício de alguém tão moralmente elevado, um Deus, que fez tudo o que fez, para salvar nossas pobres almas?...
Em contrapartida, há vestígios de alguém com o mesmo perfil e nome Jesus, na Índia! Mas a estória é de que não teria morrido, e sim partido praquela distante terra para continuar pregando, estudando, e morrer em paz... Há vestígios de Jesus, no Egito, na Grécia...
Há livros apócrifos que afirmam que Jesus não morreu, e era casado com Maria Madalena, com quem teve filhos. Ou melhor: uma filha. E aí chegamos aos reis merovíngios, e toda uma dinastia de descendentes divinos, que podem estar reinando até hoje nos países europeus. E isso não é coisa do Dan Brown, e seu O Código Da Vinci! Há estudiosos sérios que corroboram a existência de Jesus, e traçam uma linha cronológica desde antes do seu nascimento até os dias de hoje.





Agora vamos supor que Jesus realmente existiu. E se existiu, existe até hoje, porque as escrituras afirmam veementemente que ele retornará no Fim dos Tempos!... A pergunta que me fazem constantemente é: Jesus é um Anunnaki?...
Lendo Zecharia Sitchin, que era judeu, e consequentemente avesso ao fator Jesus, como o Messias prometido, o vemos em vários momentos ligando a ponte entre Jesus e os Anunnaki, mas não afirmando nada categoricamente. Na verdade, ele deixa a brecha pra que cheguemos à nossa própria conclusão. Todos que leram seus livros, inevitavelmente ficaram com essa pergunta na cabeça! Eu fiquei com essa pergunta na cabeça!...
Há vários fatores que ligam Jesus aos Anunnaki, e inclusive à Enki, como por exemplo, o número 40, seu número sagrado (...40 dias e 40 noites no deserto, 40 dias após a ressurreição...), o peixe que é o símbolo do cristianismo, e é também o símbolo de Enki, ou Ea, "Aquele cuja casa é água"...
Há passagens nos evangelhos que fazem a conexão com os Anunnaki, em especial Enki, ainda mais clara! Como por exemplo em Mateus, se não me falha a memória.... "Por acaso não fui eu quem criou os seus corpos?"... "Cada fio de cabelo de suas cabeças, estão todos contados!" Numa alusão clara à experiência genética feita nos primórdios do tempo, e a absoluta ciência do código DNA trabalhando em nossos corpos exatamente como eles queriam. Em outra passagem, Jesus dá uma surra nos vendilhões do templo, dizendo: "Não façam da casa do meu Pai, um lugar de comércio!"... Naquela época o templo de Jerusalém, havia sido reconstruído por Herodes, Mas a base do templo antigo, havia sido construído por Salomão. O que era o templo, senão uma moradia, ou base, ou centro de controle dos Anunnaki? Em outra passagem: " E, o que jurar pelo templo, jura por ele e por aquele que nele habita; E, o que jurar pelo céu, jura pelo trono de Deus e por aquele que está assentado nele."
Se o templo era dos Anunnaki, então quem habitava em tempos remotos, naquele templo em especial, e quem era o Pai de Jesus?... Enlil?... Utu, neto de Enlil? Utu ou Shamash, o Deus Sol, comandava o espaçoporto no Sinai, e também o Centro de Controle da Missão, que após o Dilúvio havia sido transferido para o local onde hoje é conhecido como Jerusalém. Agora perceba a conexão entre Utu\Shamash, o Deus Sol, e Jesus!... Mitra, o Deus Sol persa, é relembrado no final de Dezembro no máximo até o dia 25 de Dezembro, que marca o solstício de inverno no hemisfério norte, e a festa é uma comemoração ao nascimento do Sol Invictus... Isso não quer dizer que Jesus nasceu nesse dia! Estudos apontam que não, e que foi apenas uma conveniência. Tudo combinadinho!... Enfim!...



Seja lá quem for o deus que habitava o templo que Jesus defendeu no chicote, o pai de Jesus era um Anunnaki! Não faz o menor sentido acreditar que Jesus, veio de algum Reino Celestial de Pura Luz Espiritual... Não veio. Não veio das Plêiades. Não veio de Andrômeda. Não veio de Vênus.
Mas como pode ser Jesus, filho de um Anunnaki? O que ele disse, não combina em nada com o que os Anunnaki falavam e faziam!... Vc pensa realmente assim?... Então não prestou atenção totalmente em tudo que Jesus disse. Não entendeu direito os Evangelhos, não entendeu direito o Velho Testamento, não entendeu mesmo os textos mesopotâmicos. e nunca leu os mandamentos egípcios de Thoth com atenção. Jesus não veio pregar a Paz e o Amor. Jesus veio para explicar a Lei de Moisés. Uma lei moral e cívica, passada ao profeta por um deus no alto de uma montanha, no Sinai. E sabemos que esse tal deus que guiava o povo hebreu durante o dia numa nuvem, durante a noite num pilar de fogo, era um Anunnaki! Quais são os mandamentos mais considerados por Jesus?... "Amai a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a ti mesmo." Ou seja: Respeite o Anunnaki, seu líder, e respeite seu próximo como gostaria que fosse respeitado. Não é uma lei religiosa, mística, espiritual, e profunda. Nunca foi.
Quem leu o Livro Perdido de Enki, vai querer imaginar que Jesus é um enviado do misterioso Galzu, o emissário do Criador de Tudo... Não gente. Não é. Deixem Galzu e o Criador de Tudo, de fora dessa estória!
Quando Jesus fala sobre o Reino de Deus, está falando de Nibiru, o planeta dos Anunnaki. Quando promete a Vida Eterna, está se referindo à Vida Longa que os Anunnaki têm, e se quiserem, podem dar aos escolhidos a dedo. Quando Jesus diz: " Na casa de meu Pai, há muitas moradas", não está se referindo ao Universo, mas à Nibiru, ou mesmo uma Nave gigantesca... Quando Jesus, diz: "Eu e o Pai somos Um. Quem vê a mim, vê o Pai", está querendo dizer que foi inseminado em Maria com características genéticas muito fortes, e portanto muito semelhante ao seu genitor. Isso se Jesus, não era apenas o veículo corporal de um deles que adormecido em uma câmara hiperbárica, emprestou seu "espírito", seu "ânima" ao filho clonado. Acredito muito nessa hipótese! Afinal de contas, o que são 33 anos terrestres para um Anunnaki?... 3 meses, 3 dias?...Tirou um cochilo e voltou para o velho corpo. Ou então quem sabe, abandonou o velho corpo desgastado pelos anos na Terra, e tomou o jovem e vigoroso corpo restaurado e modificado geneticamente com vida longa, para sempre! Por que não?... Nesse caso faz muito sentido, a frase "Eu e o Pai somos Um"!... ou " Quem vê a mim, vê o Pai"...
Religiões novas foram criadas tendo como base a fé em Jesus: o Islamismo, e mais recentemente, o Mormonismo. 
O Profeta Maomé acreditava em Jesus, e escreveu o Alcorão, ditado pelo Anjo Gabriel, aquele mesmo que anunciou à Maria, que ela teria um filho de Deus... Joseph Smith, além do anjo Moroni, viu Jesus e o Pai, pessoalmente! No livro de Mormon, Jesus depois de morto, e antes de ressuscitar, vai visitar os Nefitas na Mesoamérica, terra de Quetzacoaltl, que sabemos que é Thoth, o Ningishzidda, filho de Enki... Coincidência, não?...
Será que Jesus não seria o próprio Thoth, Ningishzidda, o filho mais sábio e preferido de Enki e seu auxiliar nas mais difíceis tarefas? Thoth era o único que circulava em paz entre os dois clãs Anunnaki. Não seria um plano de redenção para todos, terráqueos e nibiruanos? Um meio de trazer a paz entre os clãs, e evitar a destruição da humanidade terrestre?... Um verdadeiro sacrifício de sangue pelos "pecados" do mundo, pelo "pecado original" da experiência genética que contrariava as Leis da Viagem Espacial... Thoth nasceu na Terra, envelheceu antes de Enki... Tomar um novo corpo, seria providencial!.. Ah! E quem é afinal o Espírito Santo? Se Deus é uma Trindade: Pai, Filho, e Espírito Santo, quem são os três?... Enki (Pai), Ningishzidda (Filho), Ninhursarg (Espírito Santo)... É válido lembrar que Enlil também era denominado como o Espírito Santo!... A concepção da palavra espírito para os Anunnaki, é diferente da que usamos hoje. Para eles, espírito santo, é alguém justo, elevado, sábio, puro, e não alguém destituído de corpo material.
Ou Jesus seria apenas um plano de Enlil para o domínio terrestre?... Um plano de Enlil, ou qualquer um deles!?...
São muitas perguntas que vão ficar sem respostas. Dou-lhes sugestões! Dou-lhes o que pensar. Mas deixo uma afirmação:
De quem Jesus é filho, eu ainda não sei. Mas que é um Anunnaki, é! Ou melhor: veio através dos Anunnaki.
O próprio Chico Xavier fala que Jesus pediu um prazo para a humanidade terrestre evoluir e não se explodir, prometendo voltar com a galera toda, nossos "irmãos maiores", que são os responsáveis pelo nosso Sistema Solar... e quem é que dominou todo o sistema solar?... Os Anunnaki, por ordem de Anu!... Enfim!...
Aí vão ter diversas teorias, visões proféticas, canalizações espirituais, cada um dando a sua visão da história. Eu não acredito, nem desacredito. Na verdade, busco minhas próprias respostas. Há muitas dúvidas! Mas apenas uma certeza: Jesus, tenha existido, ou tenha sido inventado, está diretamente ligado aos Anunnaki. Todas as questões morais, espirituais que isso possa levantar, já é outro tema a ser discutido, e em outra ocasião.
Ah! Sim. Só pra deixar bem claro: Eu não estou querendo criar uma nova religião em cima dos Anunnaki. Na verdade, já era tempo de todas terem acabado. 
Mas da próxima vez que você abrir o Novo Testamento, e chegar naquela parte em que Jesus diz: "Sou rei, mas meu reino não é deste mundo", lembre-se: O regime monárquico foi estabelecido na Terra pelos Anunnaki, que vieram do 'reino celestial' de Nibiru, ou como queiram chamar o planeta onde o "Deus Pai" habita. E lembre-se também, que Jesus subiu ao "Céu", e está sentado à direita de Deus, o Pai, e de lá voltará para julgar os vivos e os mortos, e separar o joio do trigo. Algo que acredito que tenha muito mais a ver com os problemas entre eles, os Anunnaki, do que propriamente conosco. Mas as religiões nos fizeram acreditar que tinha a ver com a gente, e é por isso que o peso em nossos ombros é tão pesado de carregar... Porque não é nosso!
De qualquer forma, sempre é bom seguir o ótimo conselho que Jesus deu: Amai o próximo como a ti mesmo! Porque seguindo essa regra simples, encontraremos o caminho para a Paz Mundial.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Blavatsky e Zecharia Sitchin



“E se Tróia foi negada e considerada como um mito; a existência de Herculano e de Pompéia declaradas ficção; se se riram das viagens de Marco Pólo que se chamaram fábulas, tão absurdas como os contos do Barão Münchhausen, por que tinha que ser melhor tratada a escritora de Isis Sem Véu e de A Doutrina Secreta? (…)”
Com essa frase, Blavatsky responde às acusações de farsa sobre suas obras, e uma referência aos livros de Kiu-Te, em especial As Estâncias de Dzyan, que até pouco tempo atrás ainda se acreditava ser uma fantasia criada pela mente fértil da escritora e fundadora da Sociedade Teosófica. Hoje sabe-se que os pergaminhos antiquíssimos, realmente existem, e há cópias espalhadas em cada monastério gelugpa, no Tibet.
As Estâncias de Dzyan são amplamente explanadas por Helena Petrovna Blavatsky em sua série de livros, A Doutrina Secreta. Blavatsky alegava que teria tido acesso e estudado estes pergaminhos em sua estada no Tibete.
O documento hebreu mais antigo referente à Sabedoria Oculta, o Siphrah Dzeniouta, é uma compilação do Livro de Dzyan, feito quando este já era considerado relíquia literária. O Shu-King, bíblia primitiva dos chineses, os livros sagrados de Thoth Hermes, Os Purânas da Índia, O Livro dos Números caldeu, o Pentateuco hebraico... todos se originaram daquele volume pai.
No “Livro de Dzyan” há uma compilação das teses possivelmente mais antigas que nos sejam conhecidas, e encontramos ali uma cosmogonia explicada em detalhes e uma teoria da evolução que se refere não só a uma, mas também a cinco “humanidades”, chamadas “raças”, que se desenvolveram ciclicamente. Estas teses, que se avaliam serem mais antigas que os Vedas e possivelmente foram a "religião" em todo o mundo pré-histórico, refletem-se mais tarde na religião hindu, zoroastriana, islâmica, judia e cristã, embora sob uma forma diferente e expressas em uma linguagem carregada de imagens mitológicas... Como sempre!
Como o meu trabalho é focado em desvendar a verdadeira história da humanidade, me apoiando nos estudos de Zecharia Sitchin, e desmistificando o máximo possível, o que o tempo transformou em conhecimento oculto e cheio de véus aos olhos desatentos da contemporaneidade, hoje resolvi dar um pouco de atenção ao Conhecimento trazido na Doutrina Secreta de H.P.B., especialmente em algumas passagens do trabalho da autora no que se refere ao tão discutido, As Estâncias de Dzyan.
Não vou me ater à Cosmogonia estudada na Doutrina Secreta, um assunto profundo e talvez complexo à primeira vista, mas muito mais simples do que se imagina, e que posso vir a discutir mais para a frente, nem vou comentar hoje sobre as Raças Raizes, mas vou direto às partes que citam os "Os Pais do Homem na Terra". Acho que vocês já podem imaginar a quem se estão referindo nos antigos textos... Na verdade, a Doutrina Secreta inteira se refere à eles o tempo todo! Depois de explicar a Gênese do Universo, os ciclos da Criação, a Energia Criadora, e o Pensamento Criador, que é referido como Fohat, inerente a cada um dos mundos existentes, e atuante como o formador das formas adequadas a cada mundo. Por isso se diz: "E o Verbo se fez Carne"... Pois pronunciar uma palavra é evocar um pensamento e fazê-lo presente! Então, de acordo com o grau evolutivo de cada esfera vivente (planeta), há uma forma física adequada para receber a mônoda (uma parcela da Alma, resumindo...), que habitará aquele mundo.
Segundo os budistas, não há Criador, senão uma infinidade de poderes criadores, que coletivamente formam a eterna substância, cuja essência é inescrutável... Assim, o Fohat é a energia dinâmica da Ideação Cósmica, o Pensamento Divino tornado manifesto pelos Dhyans Choans, que são os Arquitetos do Mundo Visível. Os Dhyans Choans, os Ah-hi, são as Forças Inteligentes que estabelecem as Leis que lhes são impostas por poderes mais elevados e sob as quais eles mesmos também estão sujeitos. Segundo os textos antigos, existem Sete Regiões no Universo, habitadas pelo Homem, portanto Sete Hierarquias Criadoras... É onde vemos a Lei da Analogia: "Assim como é em cima, assim é embaixo". A humanidade e as Estrelas estão indissoluvelmente ligadas por meio das Inteligências que governam essas últimas. A matriz humana é portanto cópia da matriz Celeste.
Segundo a Teosofia, há o caminho inevitável da evolução, por onde a mônada deve passar antes de chegar à forma humana. Ela experimentará o reino mineral, depois o vegetal, e então o animal. Deste animal primário, se evolui para o ser pensante. E quem o aperfeiçoa?... A raça planetária que será responsável por essa maturação. No nosso caso, os Anunnaki. O Livro de Dhyzian se refere ao Ser que aperfeiçoou o Animal Sagrado, como o Peixe... o Pecado, o Soma. Ah! O Peixe!! Sempre presente em todas as mitologias, e no Ocultismo.
A Terra dá ao homem, seu corpo físico. Os Dhyanis, seus princípios internos (a genética). Mas o Espírito que ocupa o corpo, é único e indistinto e já existia desde o princípio.
Nossos progenitores, são chamados nos textos antigos de Rishis ou Pítris, Eles são nós mesmos como primeiras personalidades, e nós somos eles. Os hindus também os chamam como Devas, porém não são de modo algum deuses ou Deus, no sentido espiritual que se dá ao termo.
Embora haja algumas incoerências em sua obra, derivadas de sua própria interpretação dos textos antigos, há também uma consistência dos fatos ocorridos nos tempos antigos que em muitos momentos nos remete aos estudos de Sitchin. Blavatsky chega a mencionar a cidade de Eridu, e o nome Ea, o Deus da Sabedoria, o Oannes de Beroso, o semi-homem, semi-peixe que ensinou aos homens a cultura e a arte de escrever. Num trecho do estudo, se fala assim dele: "O Ser mais elevado, só há um na Terra como nos céus: é o Ser Solitário ainda mais misterioso; o Senhor da Terra". E ela ainda vai citar a Ordem do Dragão, e o conceito errôneo sobre Satã, um título de Enki, significando Sabedoria e no conceito teosófico, o próprio Deus da Terra, o Logos Criador, completamente corrompido pelo tempo e pelas religiões cristãs. Serpente e Dragão eram os nomes que se davam aos Adeptos e Iniciados dos tempos antigos. Epifânio diz que os Ofitas tinham razão de honrar a Serpente, porque esta ensinou os Mistérios aos homens primitivos. Os Nagas (serpentes) dos Adeptos hindus e tibetanos eram humanos, não répteis. Sim, sempre vou frisar isso!
Em outro trecho, se fala dos Filhos do Fogo: "Estes deuses eram de ambos os sexos e eram humanos celestes e cósmicos. A eles se atribuía a invenção das letras e da arte". Fala-se também: "Os Senhores da Sabedoria trouxeram frutas e grãos de outras esferas para benefício da Raça que eles governavam".
E a Estância IV, já começa com uma frase maravilhosa: "Filhos da Terra, ouvi os Filhos do Fogo, vossos instrutores. Sabei que não há primeiro nem último, porque tudo é um só Número que procede do que não é Número. Aprendei que nós que descendemos dos Sete Primordiais, que nascemos da Chama Primordial, aprendemos de nossos Pais".
Há muito o que se falar sobre isso! Por hoje, basta. Não quero cansá-los numa longa leitura.

Escrito por Van Ted, escritora, estudiosa e pesquisadora da teoria do Astronauta Antigo.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Enki na Mitologia Hindu

Nós vamos encontrar nas mitologias do mundo antigo, diversas
"mixagens" de um deus em vários, ou de vários em um único deus.
Pra saber quem é quem de fato, a base é sempre a Mitologia Suméria. Em nossos estudos dos Anunnaki, muitos identificam o deus hindu Shiva como sendo Enki, e pode ser mesmo, já que a Serpente é um dos símbolos ligados à Enki e ao seu clã sumério. 



Temos também o Tridente que é um artefato igualmente usado por Poseidon, ou Netuno, o deus das águas, mais um elemento ligado à Enki.



Outro símbolo que representa o deus sumério, é o Peixe.
O peixe é um dos símbolos pictográficos mais relevantes quando se quer identificar Enki!





Vasculhando um pouco a Mitologia Hindu, encontrei Matsya Vishnu.



Matsya (em sânscrito मत्‍स्‍य, peixe) é o primeiro Avatar de Vishnu. E então temos na lenda hindu, um trecho interessante sobre alguns acontecimentos: 
Como a noite de Brahma estava prestes a chegar, era necessário pegar todas as plantas, sementes, ervas e animais para que eles pudessem continuar existindo na próxima criação, ou seja: a próxima civilização após o Dilúvio. Matsya então disse ao Sábio "Satyavrata" (Ziusudra, Noé?), para coletar tudo o que fosse necessário.
A Noite de Brahma, pude identificar como a passagem de Nibiru, que na bíblia se pode identificar como O Dia do Senhor... E o próprio Brahma, pode ser o Planeta, já que é identificado como o Princípio Criador do Universo, e alguns dos significados desse nome é "evolução" , "desenvolvimento"...



Sim eu sei, a mitologia diz Universo, mas será que não é algo referente apenas ao nosso Sistema Solar?... Leia com atenção o texto sobre a Criação, e logo vai perceber a conexão. Suas quatro cabeças podem bem ser os satélites que acompanham Nibiru. Sim, o texto também fala em milhões de anos! Esse é um ponto que vivo tentando decifrar e pode estar ligado apenas à extensões dos números iniciais. Um Kalpa corresponde a 4.320.000.000 anos terrestres. Coincidentemente corresponde a 432.000 anos na forma reduzida, que é o tempo que aponta para a estadia Anunnaki aqui na Terra, pelos textos sumérios. A idade da Terra é medida em quatro Yugas ou "Eras"... 



O interessante, é que uma das eras conhecidas como Treta Yuga tem o tempo exato de 3.600 anos, que é o tempo de órbita de Nibiru em torno do nosso Sol... e por aí vai!
Não fiquem tristes os místicos e os estudiosos do hinduísmo, meu trabalho é justamente desmistificar, tirar o véu.
Mas vamos voltar à Enki...
Nas duas representações mais comuns de Vishnu, ele aparece flutuando sobre ondas em cima das costas de um deus-serpente chamado Shesh Nag, 



Seu veículo é Garuda, a águia gigante (nem vou comentar...). 



Vishnu tem uma forte relação com a água (Nara), tanto que um de seus nomes é Narayana, aquele que flutua sobre as águas. Ele é representado ao lado de uma serpente com muitas cabeças, já mencionada anteriormente como sendo o animal símbolo do clã sumério enkita. 
O nome Narayana é também, um composto de Nara (humano, homem) e Ayana (eterno, sem fim). Aqui vemos a junção do humano terrestre com o deus 'eterno', que na verdade apenas tem a vida longa. Bem como, uma referência clara ao fato dos Anunnaki também serem humanos. O que contradiz mais uma vez a interpretação deles com seres reptilianos como insistem alguns...
Outra tradução de Narayana é "O homem supremo, base de todos os homens". E quem é Enki, senão o homem supremo, ou o ser superior, a base que deu origem à todos os homens?... 

Representação clássica de Matsya Vishnu, segurando em seus braços as quatro crianças humanas terrestres, representantes das raças do planeta.

A investigação continua!

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Nibiru está chegando!...



Calma! É só humor!
Segundo os cálculos de Zecharia Sitchin, baseando-se numa das passagens mais marcantes de Nibiru pelo sistema solar, ocasião em que causou o dilúvio na Terra, e sugou para fora o que restava da atmosfera de Marte, há cerca de 13.000 anos atrás, a próxima passagem do planeta por aqui, ainda vai demorar mais ou menos 900 anos pra acontecer.
Mas astronomicamente falando, 900 anos é apenas uma vírgula no Tempo! Por isso já podemos sentir  na Terra e em todo o sistema solar, os efeitos gravitacionais de Nibiru se aproximando.
Muita chuva, muita seca, furacões, terremotos, meteoros, deslizamentos de terra, revoltas populares, guerras... Nibiru não afeta só no plano físico, mas também no plano energético e espiritual, Ele mexe com os nervos!Todo mundo está e vai ficar cada vez mais sensível! Quem é bom, passará por experiências que irão pôr sua bondade à prova. Quem é mau, encontrará oportunidade de ser ainda mais mau.
Nesse sentido, Nibiru se encaixa bastante na persona do Planeta Xupão dos espíritas, cumprindo seu papel de limpeza e de grandes mudanças em todos os sentidos. Depois da Tempestade, a Bonança. Após a destruição, a reconstrução de um Novo Mundo.
Nem sempre que Nibiru passa pelo sistema solar interno, causa destruições e catástrofes, mas sempre afeta em todos os pontos!
Essa estória de que Nibiru vai colidir com a Terra, é lenda! Não há a menor possibilidade. Ele passa sempre entre Marte e Júpiter, refazendo o caminho da colisão com Tiamat, cuja metade deu origem à Terra, e a outra metade se fragmentou formando o Cinturão de Asteróides, há mais de 4 bilhões de anos atrás. No céu, ele vai aparecer como uma grande estrela de brilho avermelhado. E só!
O que pode acontecer, é a Terra estar mais ou menos exposta ao seu campo gravitacional, e isso depende da posição em que Marte vai se encontrar quando Nibiru se aproximar.
Então esses vídeos que estão pipocando pela WEB com o tal "segundo sol", pode ser qualquer coisa, menos Nibiru!... Pode ser realmente o Segundo Sol, conhecido como Nêmesis... nesse caso estamos ferrados!...Pode ser uma nave gigantesca que ora fica visível, ora fica invisível... Pode ser uma farsa... Enfim!...
Sempre que estiver em dúvida sobre o Planeta Nibiru, mergulhe nos livros de Zecharia Sitchin, o autor da teoria Nibiru\Anunnaki! O resto é especulação e desinformação.
Quanto ao retorno dos Anunnaki, não precisa estar vinculado à aproximação de Nibiru. Eles podem ir e vir quando bem entendem, mas é claro que preferem aproveitar pra fazer uma visitinha em massa, quando o planeta está nas imediações.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Seguindo o rastro de Ka-in




A bíblia não deixa claro pra onde foi Caim depois de sua expulsão, bem como não diz onde ele estava antes de sua partida. Diz apenas: Gênesis 4:16 - E saiu Caim de diante da face do Senhor, e habitou na terra de Node, do lado oriental do Éden.  Subtendendo então que Caim estava no Éden, apesar de seus pais terem sido expulsos de lá, antes do nascimento dos gêmeos... Mas é apenas um detalhe, não é mesmo? Quem acompanha meus artigos, já sabe que há mais de um casal Adão e Eva na Bíblia, embora sejam interpretados como sendo apenas um casal. Então vamos em frente! 
É bom lembrar que Ka-in não partiu sozinho! Ele foi embora com sua meia-irmã Awan, que provavelmente era filha de Adapa, com uma de suas próprias filhas, que se tornou uma de suas concubinas. Tudo muito natural no início da civilização humana.
Onde afinal ficava a terra de Node? Sabemos que Node significa fuga, exílio. E Caim diz: "...serei fugitivo e vagabundo na Terra", ou seja: nômade! Então é possível que Caim não tenha ficado apenas num lugar, mas migrado de onde estava, supostamente no Éden, para outras regiões do lado oriental do mítico jardim. Esse lado oriental, na bíblia corresponde à direção Leste.
Vamos seguir uma pequena pista: No Livro Perdido de Enki, quando Adapa (Adão) está para morrer, Ninurta vai buscá-lo para que se despeça do pai em seu leito de morte. Para encontrar Ka-in, Ninurta sobrevoa terras montanhosas em sua nave.  Pois bem, No lado leste do Edin, havia duas cadeias de montanhas: a Taurus e a Zagros, embora no mesmo Livro Perdido de Enki, se diga que Ka-in foi para o Oeste do Edin... Enfim... Acho que agora vai depender mais do ponto de vista do que de uma bússola!

                                                                   Monte Zagros



Supondo que estou seguindo a direção certa, e as montanhas certas, se continuarmos caminhando nessa direção, como um nômade sem destino traçado, iremos parar na Ásia, talvez fazendo uma escala anterior na Russia, ou ao contrário! O certo é que muito provavelmente Ka-in deu uma boa parada na Sibéria! Talvez tenha sido lá o local da cidade que construiu, e onde veio a morrer.







Por que a Sibéria?... Porque todos os estudos recentes apontam com sendo a origem dos indígenas das Américas! E nós sabemos que os descendentes de Ka-in, foram levados por Ninurta, para a Terra além dos Mares, que eram as Américas. Além disso, sabemos também que os indígenas não têm pelos faciais, e que através de Zecharia Sitchin, ficamos sabendo que esse foi o sinal que Deus pôs em Caim!... Ningishzidda alterou seu DNA para que não mais nascesse barba em seu rosto. Me parece óbvio que com o passar do tempo, seus descendentes em cruzamento com outras raças,  possam ou não, ter conseguido alguns pelinhos, como é o caso dos mongóis, chineses... eles têm barba, mas não é aquela exuberância de pelos faciais!


                                                            Sibéria



                                                   América do Norte


                                        Caçador Selknam - Terra do Fogo





                                                                 Chile


                                                              Brasil


O que a Ciência fala sobre isso?  Antropólogos e geneticistas populacionais concordam que a grande maioria dos indígenas americanos tem origem a partir das migrações da última Era Glacial vindas da Ásia pela ponte terrestre de Bering,  Apesar de a possibilidade de migração em embarcações por rotas costeiras ou bancos de gelo ser vista cada vez mais como um complemento viável a este modelo.

No Livro Perdido de Enki, Ninurta ensina os descendentes de Ka-in a fazerem balsas e com elas atravessarem o grande mar, que segundo os estudos recentes seriam as águas no estreito de Bering. Mas como tudo aconteceu antes do Dilúvio, será que já tinha água nesse estreito, ou ainda dava pra atravessar a pé?...  Ou se já tinha água, eram mais rasas e mais fáceis de serem atravessadas?... E será que saíram só pelo Estreito de Bering, ou em outros tempos foi possível migrar da Europa para a Groelândia a pé, ou em pequenas balsas?... Eu sei, são  muitas perguntas!




O fato é que o povo conhecido como Esquimó, e que vive tanto no Alasca como na Groelândia,
possui sua base linguística proveniente da Sibéria!





Estudos científicos continuam dizendo que: Todos os seres humanos são descendentes dos mesmos antepassados que habitaram a África, local onde o Homo sapiens surgiu entre 100 e 200 mil anos antes do presente. Por milhares de anos, a África foi o único lugar do mundo onde havia pessoas. As primeiras a saírem de lá o fizeram, acredita-se, há cerca de 50-60 mil anos, e a partir de então passaram a se espalhar pelo resto do mundo. Sua primeira irradiação foi para o Oriente Médio, a única ligação terrestre da África com o restante do mundo, e dali as correntes migratórias se dispersaram: alguns seguiram para o oeste, atingindo a Europa, enquanto que outra parcela rumou para o leste, atingindo a Ásia. O isolamento prolongado entre essas populações acabou por transformá-las, dando-lhes diferentes características físicas e hábitos de vida, adaptando-se a novos ambientes.


Os povos das Américas (ameríndios) são descendentes do grupo que seguiu para o leste e que povoou a Ásia. Sua penetração na América foi explicada por várias teorias, e atualmente a mais aceita diz que a passagem foi feita através do estreito de Bering, em data ainda controversa, mas durante a Idade do Gelo. Naquele tempo, com o declínio da temperatura mundial, o gelo do mundo se expandiu, rebaixando o nível do mar e expondo terra seca entre a península de Chukotka, no extremo nordeste da Ásia, e a península de Seward, na América do Norte, criando uma ligação transitável entre os dois pontos. Com o fim da Idade do Gelo o nível do mar subiu, inundando a ligação dos dois continentes, impedindo novas migrações e separando as populações que ficaram na Ásia das que migraram para a América. Como não havia alternativa, essas pessoas continuaram se deslocando, ao longo de milhares de anos, rumo ao sul, povoando a América Central e a América do Sul.

Enfim... seguindo as pistas do Livro Perdido de Enki, e segundo as conclusões científicas mais recentes, posso concluir então que Ka-In saiu do Oriente Médio, atravessou a cadeia de montanhas ao leste, e continuou seguindo em frente passando pelo território russo e se estabelecendo na Sibéria. Seus descendentes foram se espalhando pela Ásia e atravessaram em determinado momento para a Terra além dos Mares, a América.










quinta-feira, 14 de julho de 2016

As Armas de Terror




Muito se especula sobre o que aconteceu em Sodoma e Gomorra, embora a bíblia deixe bem claro que uma "chuva de enxofre" caiu sobre as cidades pecadoras...
Sabemos que no período de Abraão, estavam acontecendo invasões territoriais por todos os lados na região da Antiga Mesopotâmia. Alí era o palco de confronto entre o clã de Enlil e o clã de Enki. Marduk havia se levantado com a ajuda de seu filho Nabu, e os seguidores terrestres. Enlil, escolheu Ibruum (Abraão), para preservar a semente suméria, pois o misterioso Galzu, o havia avisado que Marduk triunfaria e dominaria a Terra.
Ibruum estava acampado quando três "anjos" apareceram para ele e o avisaram da iminente destruição que iria acontecer. Entre os emissários, estava Ninurta, o filho primogênito de Enlil. Eles descansaram, comeram e beberam com Abraão e Sara. Depois se levantaram e foram em direção às cidades alvos.
Lá chegando, viram que a insurgência contra Enlil era enorme! Estavam todos partidários de Nabu. As cidades seriam destruídas, não havia outra opção para conter o avanço das tropas de Marduk. Eles estavam prestes a tomar o Espaçoporto no Sinai. Uma vez no Lugar dos Carros, quem poderia contê-los?...


Ao mesmo tempo, Inanna também queria o poderio da Terra. Ela também queria ser a deusa suprema no planeta. Seus seguidores, também estavam invadindo territórios proibidos para terrestres. Ou alguém acha mesmo que ela deixaria tudo de mão beijada para seu arqui-inimigo Marduk?... Ele havia causado a morte de Dumuzi, o grande amor de Inanna! Isso não ficaria impune jamais! O rei Shulgi tomou a frente e invadiu primeiro, os territórios almejados por Nabu. E invadiu também os territórios do clã de Enki.
Na verdade, ao que parece, Inanna se tornou ainda mais perigosa que Marduk!
Enlil não queria saber se ela era sua netinha querida, mandou bomba pra cima de todo mundo. Para minar todos os planos de dominação, destruiu o Lugar dos Carros e o Espaçoporto. Pronto! Acabou a festa!
E em seguida, bombardeou as cidades pecadoras, destruindo-as até a raiz. A bíblia só se refere a Sodoma e Gomorra, mas os textos sumérios falam de cinco cidades. E pela época em que aconteceu, há mais ou menos 4.000 anos atrás, coincide incrivelmente com a data possível de um evento nuclear acontecido também nas cidades de Harrata e Mohenjo-daro, e outras cidades próximas, nos domínios de Inanna...



As escavações arqueológicas nessa área, descobriram esqueletos espalhados por todos os cantos, e estudos revelaram alguns com um nível radioativo impressionantemente alto. A datação de carbono feita nos esqueletos, remete à 2.500 a.C.


Embora em Mohenjo-Daro, não houvesse sinais claros de violência, em outras cidades da India, havia evidências de uma grande explosão. As fundações das cidades, haviam sido submetidas a um calor tão intenso que as paredes estavam fundidas e vitrificadas.



O Livro Perdido de Enki, relata que Ninurta e Nergal, filho de Enki, foram os responsáveis pela aniquilação. Enquanto Ninurta despertava os ME das armas, de um longo sono pois estavam escondidas há milhares de anos, num esconderijo que Enki acreditou ingenuamente ser o único a saber, Nergal deu nome à cada uma das sete Armas de Terror. A primeira, ele chamou de A que Não Tem Rival. A segunda, de Chama Ardente. A terceira, de A que Desmorona com Terror. A quarta, Fundidora de Montanhas. Vento que Busca os Limites do Mundo, chamou a quinta arma. A que Ninguém Perdoa, chamou a sexta. A sétima, chamou de Vaporizadora do Vivente. Juntos, partiram em sua missão destruidora.



Quando amanheceu o dia seguinte, tormentas, tempestades e ventos, levaram uma nuvem marrom escura para as cidades que não era alvos... Todos que puderam fugir, fugiram. Os deuses fugiram em suas naves. Os terrestres se dispersaram. Mas muitos foram atingidos pelo Vento Maligno. Em Mohenjo-daro, verificaram que alguns corpos não se deterioraram, e mesmo assim, não foram devorados pelos animais do campo...
Na Índia, o nome de pelo menos uma dessas armas, ficou conhecido como Vajra, o Trovão de Mil Anos.