quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Enki na Mitologia Hindu

Nós vamos encontrar nas mitologias do mundo antigo, diversas
"mixagens" de um deus em vários, ou de vários em um único deus.
Pra saber quem é quem de fato, a base é sempre a Mitologia Suméria. Em nossos estudos dos Anunnaki, muitos identificam o deus hindu Shiva como sendo Enki, e pode ser mesmo, já que a Serpente é um dos símbolos ligados à Enki e ao seu clã sumério. 



Temos também o Tridente que é um artefato igualmente usado por Poseidon, ou Netuno, o deus das águas, mais um elemento ligado à Enki.



Outro símbolo que representa o deus sumério, é o Peixe.
O peixe é um dos símbolos pictográficos mais relevantes quando se quer identificar Enki!





Vasculhando um pouco a Mitologia Hindu, encontrei Matsya Vishnu.



Matsya (em sânscrito मत्‍स्‍य, peixe) é o primeiro Avatar de Vishnu. E então temos na lenda hindu, um trecho interessante sobre alguns acontecimentos: 
Como a noite de Brahma estava prestes a chegar, era necessário pegar todas as plantas, sementes, ervas e animais para que eles pudessem continuar existindo na próxima criação, ou seja: a próxima civilização após o Dilúvio. Matsya então disse ao Sábio "Satyavrata" (Ziusudra, Noé?), para coletar tudo o que fosse necessário.
A Noite de Brahma, pude identificar como a passagem de Nibiru, que na bíblia se pode identificar como O Dia do Senhor... E o próprio Brahma, pode ser o Planeta, já que é identificado como o Princípio Criador do Universo, e alguns dos significados desse nome é "evolução" , "desenvolvimento"...



Sim eu sei, a mitologia diz Universo, mas será que não é algo referente apenas ao nosso Sistema Solar?... Leia com atenção o texto sobre a Criação, e logo vai perceber a conexão. Suas quatro cabeças podem bem ser os satélites que acompanham Nibiru. Sim, o texto também fala em milhões de anos! Esse é um ponto que vivo tentando decifrar e pode estar ligado apenas à extensões dos números iniciais. Um Kalpa corresponde a 4.320.000.000 anos terrestres. Coincidentemente corresponde a 432.000 anos na forma reduzida, que é o tempo que aponta para a estadia Anunnaki aqui na Terra, pelos textos sumérios. A idade da Terra é medida em quatro Yugas ou "Eras"... 



O interessante, é que uma das eras conhecidas como Treta Yuga tem o tempo exato de 3.600 anos, que é o tempo de órbita de Nibiru em torno do nosso Sol... e por aí vai!
Não fiquem tristes os místicos e os estudiosos do hinduísmo, meu trabalho é justamente desmistificar, tirar o véu.
Mas vamos voltar à Enki...
Nas duas representações mais comuns de Vishnu, ele aparece flutuando sobre ondas em cima das costas de um deus-serpente chamado Shesh Nag, 



Seu veículo é Garuda, a águia gigante (nem vou comentar...). 



Vishnu tem uma forte relação com a água (Nara), tanto que um de seus nomes é Narayana, aquele que flutua sobre as águas. Ele é representado ao lado de uma serpente com muitas cabeças, já mencionada anteriormente como sendo o animal símbolo do clã sumério enkita. 
O nome Narayana é também, um composto de Nara (humano, homem) e Ayana (eterno, sem fim). Aqui vemos a junção do humano terrestre com o deus 'eterno', que na verdade apenas tem a vida longa. Bem como, uma referência clara ao fato dos Anunnaki também serem humanos. O que contradiz mais uma vez a interpretação deles com seres reptilianos como insistem alguns...
Outra tradução de Narayana é "O homem supremo, base de todos os homens". E quem é Enki, senão o homem supremo, ou o ser superior, a base que deu origem à todos os homens?... 

Representação clássica de Matsya Vishnu, segurando em seus braços as quatro crianças humanas terrestres, representantes das raças do planeta.

A investigação continua!

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Nibiru está chegando!...



Calma! É só humor!
Segundo os cálculos de Zecharia Sitchin, baseando-se numa das passagens mais marcantes de Nibiru pelo sistema solar, ocasião em que causou o dilúvio na Terra, e sugou para fora o que restava da atmosfera de Marte, há cerca de 13.000 anos atrás, a próxima passagem do planeta por aqui, ainda vai demorar mais ou menos 900 anos pra acontecer.
Mas astronomicamente falando, 900 anos é apenas uma vírgula no Tempo! Por isso já podemos sentir  na Terra e em todo o sistema solar, os efeitos gravitacionais de Nibiru se aproximando.
Muita chuva, muita seca, furacões, terremotos, meteoros, deslizamentos de terra, revoltas populares, guerras... Nibiru não afeta só no plano físico, mas também no plano energético e espiritual, Ele mexe com os nervos!Todo mundo está e vai ficar cada vez mais sensível! Quem é bom, passará por experiências que irão pôr sua bondade à prova. Quem é mau, encontrará oportunidade de ser ainda mais mau.
Nesse sentido, Nibiru se encaixa bastante na persona do Planeta Xupão dos espíritas, cumprindo seu papel de limpeza e de grandes mudanças em todos os sentidos. Depois da Tempestade, a Bonança. Após a destruição, a reconstrução de um Novo Mundo.
Nem sempre que Nibiru passa pelo sistema solar interno, causa destruições e catástrofes, mas sempre afeta em todos os pontos!
Essa estória de que Nibiru vai colidir com a Terra, é lenda! Não há a menor possibilidade. Ele passa sempre entre Marte e Júpiter, refazendo o caminho da colisão com Tiamat, cuja metade deu origem à Terra, e a outra metade se fragmentou formando o Cinturão de Asteróides, há mais de 4 bilhões de anos atrás. No céu, ele vai aparecer como uma grande estrela de brilho avermelhado. E só!
O que pode acontecer, é a Terra estar mais ou menos exposta ao seu campo gravitacional, e isso depende da posição em que Marte vai se encontrar quando Nibiru se aproximar.
Então esses vídeos que estão pipocando pela WEB com o tal "segundo sol", pode ser qualquer coisa, menos Nibiru!... Pode ser realmente o Segundo Sol, conhecido como Nêmesis... nesse caso estamos ferrados!...Pode ser uma nave gigantesca que ora fica visível, ora fica invisível... Pode ser uma farsa... Enfim!...
Sempre que estiver em dúvida sobre o Planeta Nibiru, mergulhe nos livros de Zecharia Sitchin, o autor da teoria Nibiru\Anunnaki! O resto é especulação e desinformação.
Quanto ao retorno dos Anunnaki, não precisa estar vinculado à aproximação de Nibiru. Eles podem ir e vir quando bem entendem, mas é claro que preferem aproveitar pra fazer uma visitinha em massa, quando o planeta está nas imediações.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Seguindo o rastro de Ka-in




A bíblia não deixa claro pra onde foi Caim depois de sua expulsão, bem como não diz onde ele estava antes de sua partida. Diz apenas: Gênesis 4:16 - E saiu Caim de diante da face do Senhor, e habitou na terra de Node, do lado oriental do Éden.  Subtendendo então que Caim estava no Éden, apesar de seus pais terem sido expulsos de lá, antes do nascimento dos gêmeos... Mas é apenas um detalhe, não é mesmo? Quem acompanha meus artigos, já sabe que há mais de um casal Adão e Eva na Bíblia, embora sejam interpretados como sendo apenas um casal. Então vamos em frente! 
É bom lembrar que Ka-in não partiu sozinho! Ele foi embora com sua meia-irmã Awan, que provavelmente era filha de Adapa, com uma de suas próprias filhas, que se tornou uma de suas concubinas. Tudo muito natural no início da civilização humana.
Onde afinal ficava a terra de Node? Sabemos que Node significa fuga, exílio. E Caim diz: "...serei fugitivo e vagabundo na Terra", ou seja: nômade! Então é possível que Caim não tenha ficado apenas num lugar, mas migrado de onde estava, supostamente no Éden, para outras regiões do lado oriental do mítico jardim. Esse lado oriental, na bíblia corresponde à direção Leste.
Vamos seguir uma pequena pista: No Livro Perdido de Enki, quando Adapa (Adão) está para morrer, Ninurta vai buscá-lo para que se despeça do pai em seu leito de morte. Para encontrar Ka-in, Ninurta sobrevoa terras montanhosas em sua nave.  Pois bem, No lado leste do Edin, havia duas cadeias de montanhas: a Taurus e a Zagros, embora no mesmo Livro Perdido de Enki, se diga que Ka-in foi para o Oeste do Edin... Enfim... Acho que agora vai depender mais do ponto de vista do que de uma bússola!

                                                                   Monte Zagros



Supondo que estou seguindo a direção certa, e as montanhas certas, se continuarmos caminhando nessa direção, como um nômade sem destino traçado, iremos parar na Ásia, talvez fazendo uma escala anterior na Russia, ou ao contrário! O certo é que muito provavelmente Ka-in deu uma boa parada na Sibéria! Talvez tenha sido lá o local da cidade que construiu, e onde veio a morrer.







Por que a Sibéria?... Porque todos os estudos recentes apontam com sendo a origem dos indígenas das Américas! E nós sabemos que os descendentes de Ka-in, foram levados por Ninurta, para a Terra além dos Mares, que eram as Américas. Além disso, sabemos também que os indígenas não têm pelos faciais, e que através de Zecharia Sitchin, ficamos sabendo que esse foi o sinal que Deus pôs em Caim!... Ningishzidda alterou seu DNA para que não mais nascesse barba em seu rosto. Me parece óbvio que com o passar do tempo, seus descendentes em cruzamento com outras raças,  possam ou não, ter conseguido alguns pelinhos, como é o caso dos mongóis, chineses... eles têm barba, mas não é aquela exuberância de pelos faciais!


                                                            Sibéria



                                                   América do Norte


                                        Caçador Selknam - Terra do Fogo





                                                                 Chile


                                                              Brasil


O que a Ciência fala sobre isso?  Antropólogos e geneticistas populacionais concordam que a grande maioria dos indígenas americanos tem origem a partir das migrações da última Era Glacial vindas da Ásia pela ponte terrestre de Bering,  Apesar de a possibilidade de migração em embarcações por rotas costeiras ou bancos de gelo ser vista cada vez mais como um complemento viável a este modelo.

No Livro Perdido de Enki, Ninurta ensina os descendentes de Ka-in a fazerem balsas e com elas atravessarem o grande mar, que segundo os estudos recentes seriam as águas no estreito de Bering. Mas como tudo aconteceu antes do Dilúvio, será que já tinha água nesse estreito, ou ainda dava pra atravessar a pé?...  Ou se já tinha água, eram mais rasas e mais fáceis de serem atravessadas?... E será que saíram só pelo Estreito de Bering, ou em outros tempos foi possível migrar da Europa para a Groelândia a pé, ou em pequenas balsas?... Eu sei, são  muitas perguntas!




O fato é que o povo conhecido como Esquimó, e que vive tanto no Alasca como na Groelândia,
possui sua base linguística proveniente da Sibéria!





Estudos científicos continuam dizendo que: Todos os seres humanos são descendentes dos mesmos antepassados que habitaram a África, local onde o Homo sapiens surgiu entre 100 e 200 mil anos antes do presente. Por milhares de anos, a África foi o único lugar do mundo onde havia pessoas. As primeiras a saírem de lá o fizeram, acredita-se, há cerca de 50-60 mil anos, e a partir de então passaram a se espalhar pelo resto do mundo. Sua primeira irradiação foi para o Oriente Médio, a única ligação terrestre da África com o restante do mundo, e dali as correntes migratórias se dispersaram: alguns seguiram para o oeste, atingindo a Europa, enquanto que outra parcela rumou para o leste, atingindo a Ásia. O isolamento prolongado entre essas populações acabou por transformá-las, dando-lhes diferentes características físicas e hábitos de vida, adaptando-se a novos ambientes.


Os povos das Américas (ameríndios) são descendentes do grupo que seguiu para o leste e que povoou a Ásia. Sua penetração na América foi explicada por várias teorias, e atualmente a mais aceita diz que a passagem foi feita através do estreito de Bering, em data ainda controversa, mas durante a Idade do Gelo. Naquele tempo, com o declínio da temperatura mundial, o gelo do mundo se expandiu, rebaixando o nível do mar e expondo terra seca entre a península de Chukotka, no extremo nordeste da Ásia, e a península de Seward, na América do Norte, criando uma ligação transitável entre os dois pontos. Com o fim da Idade do Gelo o nível do mar subiu, inundando a ligação dos dois continentes, impedindo novas migrações e separando as populações que ficaram na Ásia das que migraram para a América. Como não havia alternativa, essas pessoas continuaram se deslocando, ao longo de milhares de anos, rumo ao sul, povoando a América Central e a América do Sul.

Enfim... seguindo as pistas do Livro Perdido de Enki, e segundo as conclusões científicas mais recentes, posso concluir então que Ka-In saiu do Oriente Médio, atravessou a cadeia de montanhas ao leste, e continuou seguindo em frente passando pelo território russo e se estabelecendo na Sibéria. Seus descendentes foram se espalhando pela Ásia e atravessaram em determinado momento para a Terra além dos Mares, a América.










quinta-feira, 14 de julho de 2016

As Armas de Terror




Muito se especula sobre o que aconteceu em Sodoma e Gomorra, embora a bíblia deixe bem claro que uma "chuva de enxofre" caiu sobre as cidades pecadoras...
Sabemos que no período de Abraão, estavam acontecendo invasões territoriais por todos os lados na região da Antiga Mesopotâmia. Alí era o palco de confronto entre o clã de Enlil e o clã de Enki. Marduk havia se levantado com a ajuda de seu filho Nabu, e os seguidores terrestres. Enlil, escolheu Ibruum (Abraão), para preservar a semente suméria, pois o misterioso Galzu, o havia avisado que Marduk triunfaria e dominaria a Terra.
Ibruum estava acampado quando três "anjos" apareceram para ele e o avisaram da iminente destruição que iria acontecer. Entre os emissários, estava Ninurta, o filho primogênito de Enlil. Eles descansaram, comeram e beberam com Abraão e Sara. Depois se levantaram e foram em direção às cidades alvos.
Lá chegando, viram que a insurgência contra Enlil era enorme! Estavam todos partidários de Nabu. As cidades seriam destruídas, não havia outra opção para conter o avanço das tropas de Marduk. Eles estavam prestes a tomar o Espaçoporto no Sinai. Uma vez no Lugar dos Carros, quem poderia contê-los?...


Ao mesmo tempo, Inanna também queria o poderio da Terra. Ela também queria ser a deusa suprema no planeta. Seus seguidores, também estavam invadindo territórios proibidos para terrestres. Ou alguém acha mesmo que ela deixaria tudo de mão beijada para seu arqui-inimigo Marduk?... Ele havia causado a morte de Dumuzi, o grande amor de Inanna! Isso não ficaria impune jamais! O rei Shulgi tomou a frente e invadiu primeiro, os territórios almejados por Nabu. E invadiu também os territórios do clã de Enki.
Na verdade, ao que parece, Inanna se tornou ainda mais perigosa que Marduk!
Enlil não queria saber se ela era sua netinha querida, mandou bomba pra cima de todo mundo. Para minar todos os planos de dominação, destruiu o Lugar dos Carros e o Espaçoporto. Pronto! Acabou a festa!
E em seguida, bombardeou as cidades pecadoras, destruindo-as até a raiz. A bíblia só se refere a Sodoma e Gomorra, mas os textos sumérios falam de cinco cidades. E pela época em que aconteceu, há mais ou menos 4.000 anos atrás, coincide incrivelmente com a data possível de um evento nuclear acontecido também nas cidades de Harrata e Mohenjo-daro, e outras cidades próximas, nos domínios de Inanna...



As escavações arqueológicas nessa área, descobriram esqueletos espalhados por todos os cantos, e estudos revelaram alguns com um nível radioativo impressionantemente alto. A datação de carbono feita nos esqueletos, remete à 2.500 a.C.


Embora em Mohenjo-Daro, não houvesse sinais claros de violência, em outras cidades da India, havia evidências de uma grande explosão. As fundações das cidades, haviam sido submetidas a um calor tão intenso que as paredes estavam fundidas e vitrificadas.



O Livro Perdido de Enki, relata que Ninurta e Nergal, filho de Enki, foram os responsáveis pela aniquilação. Enquanto Ninurta despertava os ME das armas, de um longo sono pois estavam escondidas há milhares de anos, num esconderijo que Enki acreditou ingenuamente ser o único a saber, Nergal deu nome à cada uma das sete Armas de Terror. A primeira, ele chamou de A que Não Tem Rival. A segunda, de Chama Ardente. A terceira, de A que Desmorona com Terror. A quarta, Fundidora de Montanhas. Vento que Busca os Limites do Mundo, chamou a quinta arma. A que Ninguém Perdoa, chamou a sexta. A sétima, chamou de Vaporizadora do Vivente. Juntos, partiram em sua missão destruidora.



Quando amanheceu o dia seguinte, tormentas, tempestades e ventos, levaram uma nuvem marrom escura para as cidades que não era alvos... Todos que puderam fugir, fugiram. Os deuses fugiram em suas naves. Os terrestres se dispersaram. Mas muitos foram atingidos pelo Vento Maligno. Em Mohenjo-daro, verificaram que alguns corpos não se deterioraram, e mesmo assim, não foram devorados pelos animais do campo...
Na Índia, o nome de pelo menos uma dessas armas, ficou conhecido como Vajra, o Trovão de Mil Anos.


domingo, 19 de junho de 2016

Não há nada novo debaixo do sol...

Eclesiastes 1:9 O que foi tornará a ser,
o que foi feito se fará novamente;
não há nada novo debaixo do sol.
10 Haverá algo de que se possa dizer:
"Veja! Isto é novo!"?
Não! Já existiu há muito tempo,
bem antes da nossa época.
11 Ninguém se lembra
dos que viveram na antiguidade,
e aqueles que ainda virão
tampouco serão lembrados
pelos que vierem depois deles.

Máquina Assíria, no melhor estilo tanque blindado! Cerco de Nimrud (cujas ruínas foram destruídas, não faz muito tempo, por radicais islâmicos...), 865 - 860 a.C

quarta-feira, 8 de junho de 2016

A Lei da Semente e a Lei da Sucessão


 Anu e Alalu como personagens da mini-série em quadrinhos ANUNNAKI - Os Senhores da Eternidade, cuja Edição #1 (primeiro episódio) está em fase de produção artística.


Os que estudam os Anunnaki, muitas vezes se deparam com os conflitos acontecidos na Terra, entre Enki e Enlil, pela questão da sucessão ao trono de Nibiru, e posteriormente entre seus descendentes, principalmente Marduk e Ninurta. E as dúvidas aumentam ainda mais no episódio entre Anu e Alalu, logo no início da história. Há uma porção de gente que defende fervorosamente Alalu, com unhas e dentes, pondo Anu como um usurpador traidor, e vitimizando Alalu, invertendo totalmente a situação. Pra acabar com as controvérsias, precisamos entender direito tudo isso.
Vamos ao fio da meada! Venha comigo!
Imagine-se em Nibiru... Estamos lá no comecinho da história... O planeta vivia em guerra entre o povo do sul e o povo do norte. Muita gente morreu, tudo foi destruído, houve uma trégua, e depois veio a paz. Para acabar de uma vez com a guerra, elegeram um rei do norte, e escolheram para ele, uma rainha do sul. Eles tiveram filhos. Pela lei, o primogênito do casal subiu ao trono. Isso basicamente é a Lei de Sucessão. Ok!
Porém por causa da guerra, o número de mulheres era muito, mas muito maior que o número de homens...
Então estabeleceram que cada homem deveria tomar várias esposas, para que a população aumentasse. E foi aí que a confusão começou.
Vamos supor que a rainha não teve filhos, mas as concubinas do rei tiveram... quem sobe ao trono? O filho primogênito da concubina! Mas e se a rainha teve um filho que nasceu depois do filho primogênito da concubina?... Foi a partir desse entrave que foi decretada a Lei da Semente.
Pela Lei da Semente, sobe ao trono quem tiver a dupla-semente real. O que é a dupla semente real?... O filho primogênito do rei e da rainha, que são meio-irmãos, nascidos do mesmo pai, mas de mães diferentes.



Alalu era descendente de Alam, que era o primogênito de uma concubina. Essa concubina, não era meia-irmã de An, o primeiro rei a governar Nibiru, depois da unificação. Este é o ponto! A semente se dissolveu.
Anu era descendente de Enuru, que era filho mais novo da rainha An.tu e do rei An. Enuru se casou com uma meio-irmã, filha de uma das concubinas do rei An. A semente foi preservada. Seus descendentes fizeram o mesmo, preservando a dupla semente real, até chegar em Anu.
No caso de Enki, acontece o seguinte: Ele é filho de Anu, e primogênito de uma de suas concubinas que não é meia-irmã de Anu!
Já Enlil, é filho de Anu com Antu, que além de ser a Primeira Esposa, é meia-irmã de Anu.
Caso Anu e Antu não tivessem filhos, aí sim subiria ao trono, Enki, o primogênito da concubina, pela Lei da Sucessão.
Na sequência, temos Marduk e Ninurta.
Marduk, é filho de Enki com Ninki (Damkina), filha de Alalu. A semente está dissolvida desde o início.
Ninurta, é filho de Enlil com Ninhursarg (Ninmah), filha de Anu com uma concubina. Ninurta possui a dupla-semente real. Por mais que Marduk quisesse, a linha sucessória o afastava do trono de Nibiru. E isso se agravou ainda mais, quando ele se casou com Sarpanit, uma mulher da Terra. O jeito era buscar a supremacia na Terra...



Na foto acima, temos Akhenaton e Nefertiti. Eles não são irmãos, como os egiptólogos afirmam. São meio-irmãos. Nascidos do mesmo pai, mas de mães diferentes. Seus filhos, portanto, possuíam a dupla-semente real.
Akhenaton ao que tudo indica, provavelmente é filho de Marduk (Rá). Aton, é apenas mais um epíteto de Rá, ou Marduk, que já não era mais Amon (o invisível - fase em que estava exilado).
Nessa fase, Marduk estava dominando a Terra, já que jamais subiria ao trono de Nibiru, e exigia ser o Deus, acima de todos os deuses... pelo menos aqui na Terra. E assim se dá início ao Henoteísmo no Egito. Henoteísmo, é adorar um deus sobre todos os outros. Monoteísmo, é adorar um único deus. E ao contrário do que se diz, Akhenaton não instituiu o monoteísmo.
Voltando à Lei da Semente, há um detalhe importante: 





Os Anunnaki tinham total domínio de conhecimento sobre o fator genético. Aqui na Terra, com o tempo, e com o esquecimento do Conhecimento Antigo, as pessoas começaram a evitar tais relacionamentos envolvendo parentesco próximo, por medo de doenças, visto que reis estavam se casando com suas irmãs, e gerando filhos doentes, porque claro, já estavam fazendo tudo errado, no início não era assim. O certo era se casar com uma meia-irmã, para ao mesmo tempo preservar a dupla semente real, e também evitar degenerações e doenças. Aí entra o fator DNA mitocondrial, que é passado ao filho, pela mãe. 
Já os espermatozóides contêm poucas mitocôndrias, e estas não passam para a prole. Esse mecanismo está sendo esclarecido há pouco tempo; logo logo, a Ciência encontrará todas as respostas. Enquanto isso, sabemos através dos textos sumérios, um segredo científico do passado, transmitido à nós, pelos Anunnaki, e que a Ciência deveria investigar. Portanto, se meio-irmãos, filhos do mesmo pai, mas de mães diferentes, têm filhos, não há risco implícito de doenças degenerativas. Pode acontecer! Mas não é regra. Isso também vale para o caso de casamento entre primos. 
Os genes recessivos, são 'menos expressivos', por isso, é preciso herdá-los duas vezes para que a característica se manifeste.
A Genética é um estudo muito interessante!



sexta-feira, 6 de maio de 2016

A Tabuleta dos Destinos


A Tabuleta dos Destinos... Seria um mapa de navegação? Uma carta de voo?
Os Anunnaki, "Aqueles que do Céu vieram à Terra", conhecidos na Bíblia como Nefilim "Senhores dos Foguetes Faiscantes", podiam não somente percorrer toda a Terra com suas naves, como podiam fazer longas viagens pelo Espaço.
A prova é uma barra de argila encontrada nas ruínas da Real Biblioteca de Nínive (foto acima). Ao contrário de outras, é um disco circular, e, embora alguns signos cuneiformes nela inscritos estejam excelentemente preservados, os poucos estudiosos que se entregaram à tarefa de decifração da barra acabaram por lhe chamar “o mais desconcertante documento mesopotâmico".
Em 1912, L. W. King, conservador de antiguidades assírias e babilônicas no Museu Britânico, fez uma meticulosa cópia do disco que está dividido em oito segmentos. As partes não danificadas contêm formas geométricas não vistas em nenhum outro artefato antigo, desenhadas e esboçadas com uma considerável precisão. Nelas se incluem setas, triângulos, linhas que se interseccionam e até uma elipse, uma curva geométrico-matemática anteriormente considerada como estranha aos tempos antigos. 

Neste esboço, dá pra perceber melhor as linhas que se interseccionam, e as formas geométricas...

Num dos oito segmentos da placa, extraordinariamente bem conservado, se revela um mapa de órbitas, acompanhado de algumas instruções de operações.
As instruções para os astronautas fazem sentido: é-lhes ordenado "ajustar ajustar ajustar" seus instrumentos para a aproximação final; depois, enquanto se aproximam do solo, "foguetes foguetes" são ligados para abrandar a força da nave, que aparentemente devia ser erguida antes de atingir o ponto de aterrissagem porque tem de passar sobre terreno alto ou escarpado ("montanha montanha").
A informação fornecida neste segmento pertence claramente a uma viagem espacial empreendida pelo próprio Enlil. 

                                          Primeiro segmento legível, O Caminho de Enlil

Nesse primeiro segmento nos é dado um preciso esboço geométrico de dois triângulos ligados por uma linha que faz um determinado ângulo. A linha representa uma rota, uma vez que a inscrição afirma claramente que o esboço mostra como a "deidade Enlil passou pelos planetas".
O ponto de partida é o triângulo à esquerda representando os longínquos limites do sistema solar; a área de objetivo está à direita, onde todos os segmentos convergem na direção do ponto de aterrissagem.
A rota passa entre dois corpos celestiais - Dilgan e Apin.
Alguns estudiosos defenderam que estes eram os nomes de estrelas distantes ou partes de constelações.
Se as modernas missões tripuladas e não tripuladas podem navegar por uma "determinação de posição" em brilhantes estrelas pré-determinadas, não se pode excluir para os Anunnaki, uma similar técnica navegacional. No entanto, a teoria de que os dois nomes representam essas estrelas distantes não concorda, de certo modo, com o significado de seus nomes: DIL.GAN significava, literalmente, "a primeira estação" e APIN, "onde a rota correta é ajustada".
Se é assim, o significado do esboço torna-se claro: a rota entre o Planeta da Realeza e os céus por sobre a Terra passava entre Júpiter ("a primeira estação") e Marte ("onde a rota correta é ajustada").
Como que para confirmar essas conclusões, a inscrição afirmando que esta era a rota de Enlil, aparece debaixo de uma fileira de sete pontos - os Sete Planetas que se estendem de Plutão à Terra.
Sem constituir surpresa, os quatro corpos celestes restantes, aqueles na "zona de confusão", são mostrados separadamente, para além dos céus setentrionais da Terra e da faixa celestial.
Em todos os outros segmentos há também provas de que se tratava de um mapa celeste e manual de vôo. 
Continuando no sentido anti-horário a parte legível do segmento seguinte contém a inscrição:
                          Segundo segmento legível, em sentido anti-horário

"tomar tomar tomar lançar lançar lançar lançar completo completo completo".
Se, como parece ser o caso, os segmentos estão organizados numa seqüência de aproximação, então nós quase podemos partilhar a excitação dos Anunnaki à medida que se aproximam do aeroporto espacial da Terra. 

O segmento seguinte, após a parte danificada, de novo identificando a linha descendente como “céu céu céu", anuncia também:
                                   Terceiro segmento legível, em sentido anti-horário

"nossa luz nossa luz nossa luz 
mudança mudança mudança mudança
atenção caminho e solo alto
... terra plana... "
A linha horizontal contém, pela primeira vez, números:
foguete foguete
foguete levantar planar
40 40 40
40 40 20 22 22

A linha superior do segmento seguinte já não afIrma: "céu céu"; pelo contrário ela chama "canal canal 100 100 100 100 100 100 100".
                                Quarto segmento legível, em sentido anti-horário

Em linguagem de signos e em palavras, os Anunnaki desenharam para nós a rota desde seu planeta ao nosso.
(Extraído e resumido a partir do conteúdo presente no livro, O 12º Planeta, de Zecharia Sitchin, páginas 260, 261, 262, 263, 264, 265, e 266).

* Obviamente, os Anunnaki não usavam barras de argila como carta de voo. A tal Tabuleta dos Destinos, era com certeza um artefato altamente tecnológico, que foi copiado para uma tabuleta, por algum escriba, a pedido de um Anunnaki, provavelmente, o próprio Enlil, já que há referência de seu nome no disco de argila.