segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

O Pai da Teoria

“Sitchin inventou!”
“Sitchin traduziu errado!”
“Sitchin é autor de livros de ficção científica!”
“Você realmente acredita em Sitchin?”...




Zecharia Sitchin, com uma réplica do selo cilíndrico, VA/243, que tanto alvoroço causou no meio acadêmico! Segundo Sitchin, o selo traz uma representação muito nítida do nosso sistema solar, com um corpo celeste a mais, que seria o planeta Nibiru, lar dos Anunnaki. E realmente é possível contar 12 corpos celestes na imagem que teria o Sol ao centro e os outros nove planetas já nossos conhecidos, orbitando a estrela amarela. Soma-se à conta, a Lua, o satélite da Terra, e o misterioso Nibiru.



“Quem é como o sábio? E quem sabe a interpretação das coisas?
A sabedoria do homem faz brilhar o seu rosto, e a dureza do seu rosto se muda.”
                                                                                                   Eclesiastes 8:1

                                       O Pai da Teoria 


Zecharia Sitchin nasceu na Rússia, na verdade, no território que hoje é a Ucrânia, e é filho de Isaac Sitchin, e Genia Barsky, que imigraram em 1920 para a Palestina, onde ele cresceu e começou sua jornada para identificar a verdadeira identidade dos Nefilim, após ser censurado por seu professor de religião, quando questionou sobre a raiz etimológica da palavra em hebraico, que dava um significado muito diferente daquela conhecida para os misteriosos Seres bíblicos, geralmente interpretados como gigantes, no famoso versículo 4, do Gênesis: 

“Naquele tempo viviam gigantes na terra, como também daí por diante, quando os filhos de Deus se uniram às filhas dos homens e elas geravam filhos. Estes são os heróis, tão afamados dos tempos antigos.” 

Sitchin, retrucou, dizendo que Nefilim não significava gigantes, mas “Senhores do Shem”, o que fez seu professor se enfurecer e calá-lo dizendo que a Bíblia não era pra ser discutida, mas aceita pela fé... Isso o levou a estudar a mitologia e a história das civilizações antigas, e a se interessar pelo estudo das línguas semíticas e europeias arcaicas. De fato, Sitchin tinha um profundo conhecimento do Hebraico, e mais tarde, se tornou um dos poucos estudiosos no mundo, capaz de ler e interpretar o Sumério, diretamente das tabuletas de argila. Ainda quando jovem, participou de escavações arqueológicas na Palestina, que na época, era controlada pelo Governo Britânico.
Sitchin se formou em História Econômica, em 1930, em Londres, e depois voltou para a Palestina, e serviu no Comando Aliado em Jerusalém, durante a Segunda Guerra Mundial, vindo a trabalhar como jornalista e editor no recém criado Estado de Israel, por muitos anos. Mais tarde, se estabeleceu em Nova Iorque, e no tempo livre, se dedicava à sua pesquisa histórica. Ele foi membro da Sociedade de Exploração de Israel, Sociedade Americana Oriental, e da Associação de Estudos do Oriente Médio e da América do Norte.
Foi em 1976, após 30 anos de estudos e intensas pesquisas, que publicou seu primeiro livro, O 12º Planeta, onde ele expôs sua teoria sobre os Anunnaki, ou Nefilim, como ele se referia aos Seres, nesse livro. A palavra Anunnaki veio depois, na sequência de seus estudos, em livros posteriores. 
Ao contrário de outros autores e defensores da teoria do Antigo Astronauta, Sitchin não estava apenas levantando questões, mas apresentando uma teoria completa. E embora hoje em dia, principalmente após sua morte, ele seja constantemente refutado por céticos, e perseguido por debunkers, em especial o famoso Michael Heiser, que apesar de não estar de todo errado em seus argumentos contra as interpretações de Sitchin, é fato que seu problema não é apenas com o velho professor, mas com todos que alimentam a teoria do Paleocontato, que nada mais é do que a investigação do contato extraterrestre na pré-história do mundo. O caso, é que Heiser é teólogo, e me parece óbvio sua tendência em refutar veementemente qualquer possibilidade que vá contra os dogmas religiosos sob os quais vive e se dedica, tendo sido professor da universidade evangélica Bob Jones, instituição conhecida pelo rigor religioso conservador, nos EUA. Acusava Sitchin, de fugir de debates, mas na verdade, ele apenas o ignorava. Como debater sobre um assunto tão complexo, com alguém de mente blindada contra ataques à fé religiosa? Um de seus argumentos mais risíveis contra a teoria de Sitchin, vem justamente da interpretação do selo VA/243, onde se pode ver nitidamente o diagrama do sistema solar, contendo 12 corpos celestes em volta do Sol. Heiser dizia que não era o Sol, mas uma estrela. Ora... E o que é o Sol, senão uma estrela?... Enfim... Fora isso, toda a discussão em torno do que significa a palavra Anunnaki, que para Sitchin, significa “Aqueles que do Céu Vieram para a Terra”, e para Heiser, significa “Semente do Príncipe”, ou mesmo, “Descendentes de Anu”. Na verdade, ambas interpretações estão corretas. Heiser se ateve à escrita cuneiforme transliterada, e Sitchin se aprofundou na raiz pictográfica da palavra.
Hoje em dia, astrônomos do mundo inteiro procuram pelo Planeta X, que Sitchin acredita ser o Planeta Nibiru, lar dos Nefilim. Ele faleceu em 9 de Outubro de 2010, sempre acreditando que a Ciência um dia, acabaria confirmando suas teorias.
Em 1983, o planeta foi notícia nos principais jornais da época. Na verdade, foi uma entrevista quase discreta que Gerry Neugebawer concedeu a um jornal secundário, perdida no meio de outras matérias, mas que não passou despercebida do público em geral, muito menos dos entusiastas do assunto, sendo na sequência replicada por outros jornais da época, inclusive o Whashington Post!


A tradução da notícia, seria algo assim:

“Um corpo celeste, possivelmente tão grande quanto o gigantesco planeta Júpiter e talvez tão próximo da Terra que poderia ser parte de nosso sistema solar, foi encontrado na direção da constelação Órion por um telescópio orbital chamado Observatório Astronômico Infravermelho (IRAS).
Trata-se de um misterioso objeto que os astrônomos não sabem dizer se é um planeta, um cometa gigantesco, uma galáxia distante, tão jovem que ainda está no processo de formar suas primeiras estrelas, ou uma galáxia tão encoberta por poeira cósmica que por ela não passa luz das estrelas.
“Tudo o que posso lhe dizer é que não sabemos o que é isso”, disse Gerry Neugebauer, o principal cientista do IRAS. “
Tão logo soube da notícia, posso imaginar a empolgação, Sitchin escreveu uma carta para a Sociedade Planetária, a organização fundada em 1980 por Carl Sagan, Bruce C. Murray, e Lois Friedman, voltada para o campo de pesquisa astronômica, e para a busca por outras formas de vida no Universo. O trecho a seguir, também foi retirado do livro Gênesis Revisitado, de sua autoria:

31 de Janeiro de 1983
Sra. Charlene Anderson
The Planetary Society
Pasadena, Calif. 91101

Prezada Sra. Anderson, em vista das recentes reportagens na imprensa sobre a busca intensificada pelo décimo planeta, estou lhe enviando cópias de minha correspondência sobre o assunto com o Dr. John D. Anderson. Segundo o The New York Times de hoje (ver anexo), “os astrônomos têm tanta certeza da existência de um décimo planeta que acham que nada mais resta do que dar-lhe um nome”.
Bem, os antigos já lhe deram um nome: Nibiru, em sumério, Marduk, em babilônio, e creio que tenho o direito de insistir em que assim ele seja chamado.
Atenciosamente
Z. Sitchin

Depois disso, a NASA meio que desconversou, e só voltou a tocar no assunto discretamente em 1988, dizendo que a Pioneer 10 continuava à procura do Planeta X...
Então...
“Em 16 de janeiro de 1990, o Dr. Harrington comunicou à Sociedade Astronômica Americana durante uma reunião em Arlington, Estado da Virgínia, que o Observatório Naval estava concentrando a procura pelo décimo planeta nos céus meridionais e anunciou o envio de uma equipe de astrônomos para o Observatório Astronômico Black Birch, na Nova Zelândia.




















                                                                      Dr. Robert Sutton Harrington

Os dados da Voyager 2, ele revelou, agora estavam levando sua equipe a acreditar que o décimo planeta é cerca de cinco vezes maior do que a Terra e fica três vezes mais distante do Sol do que Netuno ou Plutão. 
Esse desenrolar dos acontecimentos é entusiasmante, primeiro por estar trazendo a ciência moderna à beira de anunciar o que os sumérios sabiam há tanto tempo - que existe mais um planeta em nosso sistema solar - e, segundo, por confirmar os dados fornecidos nos textos antigos sobre a órbita e o tamanho desse planeta.
Concluindo que a inclinação do Planeta X pode ser de 30 graus (bastante grande) os astrônomos modernos estão confirmando os dados sumérios.
Está também confirmando esses dados a crescente aceitação de que o planeta X está chegando vindo do sudeste, da direção da constelação Centauro. Atualmente vemos lá a constelação zodiacal Libra, mas na época bíblica/babilônica, esse lugar era ocupado por Sagitário.
A este respeito é pertinente citar os versos do Livro de Jó, da Bíblia, que descrevem o aparecimento do Senhor Celeste e seu retorno a sua morada longínqua:

"Sozinho ele desdobra-se pelos céus
e caminha sobre as mais longínquas profundezas.
Chega na Ursa Maior, Órion e Sírius
e constelações do sul...
Mostra seu sorriso em Touro e Áries;
de Touro a Sagitário caminhará.”

Esse relato acima, se encontra no livro Gênesis Revisitado, e os mais curiosos podem conferir o episódio, procurando no Youtube, a gravação da entrevista que Robert Harrington concedeu à Zecharia Sitchin, corroborando totalmente com a teoria proposta por ele!
Eu não entendo realmente qual é a implicância com a teoria de Sitchin sobre Nibiru, se tantos antes dele, já previam esse fenômeno, e depois dele, também! Talvez seja pelo fato de se ter que admitir que os Sumérios já o conheciam e o relataram nas tabuletas, e isso seria impossível há 6.000 anos atrás pois não tinham como saber, uma vez que nós com nossa tecnologia e conhecimento só ficamos sabendo agora e... Aaah como somos arrogantes! Outra possibilidade para se rejeitar com tanta veemência a teoria, é o fato de Nibiru possivelmente ter vida inteligente, e milhões de anos mais avançada que a nossa! Não bastasse isso, só pra agravar a situação e jogar nosso ego no chão, os Anunnaki são os “donos” da “nossa” Terra!... É só pensar nas consequências mínimas que uma revelação como essa causaria em nossa atual sociedade, para que se entenda o porquê de tanta contra-informação, das tentativas de desbancar e ridicularizar Sitchin, e o porquê do silêncio dos que sabem a verdade.
Coincidentemente, Harrington veio a falecer 6 meses após essa icônica entrevista... Prato cheio para os teóricos da conspiração, e não tiro a razão deles. Realmente é muita coincidência!... Mas Harrington, morreu em consequência de um câncer no esôfago, em 1983. Pra quem não sabe, além de ter sido um entusiasta na procura do Planeta X, e levar bastante a sério a teoria de Sitchin, ele também foi o descobridor da lua Caronte, de Plutão, e o asteróide 3216 Harrington, foi assim nomeado em sua homenagem.
Mas todo esse silêncio provavelmente tem seus dias contados!...
Já faz alguns anos, que progressivamente, vários objetos transnetunianos foram encontrados além do cinturão de Kuiper, e a cada descoberta, novos candidatos a Planeta X, estão sendo um após o outro descartados, e mais intrigante e interessante está se tornando a busca pelo misterioso corpo celeste que comanda um balé pra lá de estranho!
Em Janeiro de 2016, o Planeta Nove passou a fazer parte da família do Sol, pelo menos no campo das hipóteses! Ainda são apenas cálculos matemáticos, e simulações computadorizadas que volta e meia são contestadas, apresentando-se outras possibilidades para o fenômeno das estranhas órbitas dos objetos além de Netuno, como Éris e Sedna, mas já podemos contar (quase) como certo! A cada nova descoberta, Goblin, Farout, ficamos mais perto do X da questão! Recentemente, as observações a partir do telescópio japonês Subaru, localizado no Hawai, começaram a vasculhar a estreita faixa de céu entre a Constelação de Touro e as Plêiades, em busca do Planeta Nove, e eu aposto sem medo minhas fichas, que se trata do Planeta X de Lowell, o Nibiru de Sitchin, e o Marduk da cosmogênese babilônica!
Sabemos muito pouco sobre o planeta que está inclinando todo o sistema solar, mas já sabemos alguns detalhes bastante relevantes! Detalhes que o aproximam demais com o Nibiru da teoria Sitchiniana!...
O Planeta Nove, que foi detectado por sua influência gravitacional na órbita de outros corpos celestes no Cinturão de Kuiper, é possivelmente um planeta gelado, com aproximadamente o tamanho de Netuno, com 7 a 10 vezes a massa da Terra, e de 3 a 4 vezes maior em diâmetro que o nosso planeta. Sua órbita excêntrica e inclinada em 30° foi a primeira coisa que me chamou a atenção, pois imediatamente me lembrei dos estudos desenvolvidos pelo Dr. Robert Harrington.
O problema é que a órbita do Planet Nine está estimada em algo em torno de 15 a 20 mil anos, segundo Konstantin Batygin e Michael Brown, os astrônomos que o “descobriram” através de cálculos matemáticos.
Se Sitchin estivesse vivo agora, estaria novamente bastante empolgado, vendo a descoberta sendo noticiada oficialmente, e estaria escrevendo outro livro sobre isso, tentando entender todas as questões sobre as principais diferenças entre o Planeta Nove, e Nibiru. Persistente como era, teria insistido junto à Sociedade Astronômica, quanto ao nome que deveria ser dado ao novo velho planeta, que ao que parece, agora veio pra ficar.
Das duas, uma: Ou Sitchin está totalmente certo, e há algum equívoco por parte dos astrônomos, e estarão a confirmar isso em breve, ou ainda, Sitchin se equivocou nesse cálculo do tempo e até mesmo da rota de órbita para Nibiru, e com certeza ele admitiria isso, assim que se fizessem todas as provas e comparações, inclusive cruzando com os dados de Harrington, que estipulava um tempo de órbita muito menor, na verdade algo em torno de 1.800 anos, o que pra Sitchin fez todo sentido na época pois Nibiru a essa altura, estaria realmente no meio do caminho em direção ao centro do sistema solar.
Mas há ainda uma terceira possbilidade: Talvez o Planeta X do anos 80, 90, ou o Nine de 2016, não sejam de fato o Nibiru dos antigos textos, e da teoria de Zecharia Sitchin, e nesse caso, a busca continua.
Sobre as frequentes especulações sobre a próxima passagem de Nibiru dentro do sistema solar, segundo os cálculos de Sitchin, levando em conta a órbita de 3.600 anos, e baseando-se numa das passagens mais marcantes de Nibiru, ocasião essa, em que teria causado o dilúvio na Terra, e sugado para fora o que restava da atmosfera de Marte, há cerca de 13.000 anos atrás, a próxima passagem do planeta por aqui, ainda vai demorar mais ou menos 900 anos pra acontecer.
Mas astronomicamente falando, 900 anos é relativamente apenas uma vírgula no Tempo Cósmico! Por isso, em tese, já podemos sentir aqui na Terra e em todo o sistema solar, os efeitos gravitacionais de Nibiru se aproximando: Muita chuva, muita seca, furacões, terremotos, meteoros, deslizamentos de terra, manchas e tempestades solares, revoltas populares, guerras... Nibiru não afeta só no plano físico, mas também no plano energético e espiritual, ele mexe com os nervos! Todo mundo está e vai ficar cada vez mais sensível! Quem é bom, passará por experiências que irão pôr sua bondade à prova. Quem é mau, encontrará oportunidade de ser ainda pior.
Nesse sentido, Nibiru se encaixa bastante na persona do Planeta Chupão dos espíritas, citado pela primeira vez pelo médium Chico Xavier, cumprindo seu papel de limpeza e de grandes mudanças em todos os sentidos. Depois da Tempestade, a Bonança. Após a destruição, a reconstrução de um Novo Mundo.
Nem sempre que Nibiru passa pelo sistema solar interno, causa destruições e catástrofes, mas sempre afeta em todos os pontos!
Essa estória de que Nibiru vai colidir com a Terra, é lenda! Não há a menor possibilidade.


Simulação de um evento onde Nibiru estaria passando entre Marte e Júpiter, ocupando exatamente a órbita do cinturão de asteróides, o caminho usual desde a colisão com Tiamat (Antiga Terra) há 4, 5 bilhõs de anos atrás. Perceba como a órbita ocupada pela Terra não permite uma apróximação perigosa onde poderia acontecer outra colisão.

Ele passa sempre entre Marte e Júpiter, refazendo o caminho da colisão com Tiamat, cuja metade deu origem à Terra, e a outra metade se fragmentou, formando o Cinturão de Asteróides, há mais de 4 bilhões de anos atrás. No céu, ele vai aparecer como uma grande estrela de brilho avermelhado.
O que pode acontecer, é a Terra estar mais ou menos exposta ao campo gravitacional de Nibiru, e isso depende da posição em que Marte vai se encontrar quando o planeta dos deuses se aproximar.
Então esses vídeos que estão pipocando pela WEB com o tal “segundo sol”, pode ser qualquer coisa, menos Nibiru!... Apesar de às vezes poder ser visto durante o dia, Nibiru não apareceria assim tão grande ao lado do Sol.
O que anda aparecendo, pode ser realmente o tal Segundo Sol, conhecido como Nêmesis, e nesse caso, segundo a teoria sugerida pela primeira vez em 1985 pelos físicos R.A. Muller, Piet Hut e Marc Davis, estaremos extintos em breve, porque se aparece ao lado do Sol é porque ainda está bem longe! Se estivesse tão perto, nem existiríamos mais!...
Especulando um pouco mais, pode ser uma nave gigantesca estacionada na órbita da Terra, que ora fica visível, ora invisível... Aliás, essa é a minha aposta, obviamente!
A mais simples das hipóteses, é de que pode ser mais uma farsa, feita de montagens e edições de vídeos... Ou apenas lens flare!
Sim, é necessário usar a Navalha de Occam.
Porém, podem ser efeitos atmosféricos pouco conhecidos.
Eu mesmo já vi esse segundo sol ao lado do Sol!...
Mas Nibiru não é! Não o da teoria proposta por Sitchin.
O resto é especulação, desinformação, ou contra-informação. Sim, há interesse em criar confusão sobre o assunto, para que a teoria original caia em descrédito.
Chamar todo e qualquer fenômeno celeste que aparece na lente de algum telescópio amador, ou mais usualmente no Google Sky, de Nibiru, é um descaso e uma tremenda irresponsabilidade! É desse tipo de atitude sensacionalista, que surgiu o termo “nibiruta”.
As pessoas estão em busca de informações, e profetas do Apocalypse costumam arrebanhar um público enorme de incautos, ignorantes do assunto, ou simples curiosos com tendência a se deliciar com prenúncias catastróficas, e manchetes de Fim do Mundo, de blog ou vlog clickbait.
Quanto ao retorno dos Anunnaki, Sitchin diz que não precisa estar vinculado à aproximação de Nibiru. Eles podem ir e vir quando bem entendem, mas é claro que preferem aproveitar pra fazer uma visitinha em massa, quando o planeta está nas imediações. Sim, eles são práticos!

Escrito por Van Ted, estudiosa e  pesquisadora da teoria do Astronauta antigo.
Bibliografia consultada: 
Sitchin, Zecharia
O 12° Planeta: livro I das crônicas da terra – Madras - 2011
Gênesis Revisitado: as provas definitivas de que os extraterrestres estiveram entre nós - Best Seller 1990

Pré-venda do livro Anunnaki - A Era dos Deuses!



sábado, 3 de março de 2018

Desmistificando o Passado



A famosa xilogravura de Flammarion, feita a partir de uma gravura em madeira por autor desconhecido, supostamente da Idade Medieval. Na legenda que acompanha a bela e instigante imagem, podemos ler: “Um missionário da Idade Média diz que encontrou o ponto onde o céu e a Terra se tocam" …
Apesar de aparecer pela primeira vez no livro La pluralitè des mondes habitès, de 1862, do controverso astrônomo e teósofo Camille Flammarion, essa imagem é constantemente associada a Giordano Bruno, o frade dominicano filósofo e teólogo, que acreditava na multiplicidade de mundos com vida inteligente, sendo morto por isso entre outras heresias, em 1600 d.C.


                                Desmistificando o Passado


A resposta sempre esteve embaixo dos nossos narizes! Nós é que estivemos com o sensor olfativo desligado da tomada… 
Mas a culpa não é nossa. Por muito tempo estivemos envoltos pelos véus da religião e do misticismo. Entretanto já não é mais possível enganar a todos! A grande maioria das pessoas, que é a massa manipulável, ainda segue de olhos confortavelmente vendados, mas despertarão inevitavelmente mais cedo ou mais tarde; isso faz parte da Evolução! Os que já estão despertos, querem respostas além da fé, querem a coerência de um pensamento lógico e lúcido. Não exatamente o pensamento lógico e lúcido dos acadêmicos, que mesmo não tendo todas as respostas, se sentem no direito de rejeitar as teorias alternativas que são logo rotuladas como pseudociências, e ridicularizar quem nelas acredita, chamando-lhes de crentes, de loucos, dando-lhes apelidos pejorativos como “nibirutas” e tantos outros!... Mas o pensamento lógico e lúcido do questionador solitário que se permite ir além do que foi estabelecido convencionalmente para nutrir uma sociedade calculadamente controlada, uma sociedade que só vai saber o que querem que se saiba, o que é conveniente para que as engrenagens do mundo continuem funcionando muito bem para a elite que o controla e dele desfruta.
O questionador solitário está sempre em busca da verdade, e não se contenta com pouco! Ele busca em todos os lugares, e usando o mecanismo de filtragem, absorve tudo o que é bom e louvável, descartando automaticamente o lixo. Ele sabe separar o joio do trigo, porque já percorreu todos os caminhos, e não esqueceu do que aprendeu! Ele usa o seu Conhecimento para saber discernir. Ele usa o seu bom senso para saber escolher. Mas a pedra de tropeço para quem está buscando, é ignorar que o Conhecimento foi dividido e espalhado pelo mundo, formando egrégoras. E são essas egrégoras que quando juntadas inadequadamente, propiciam a loucura do misticismo, cegando até mesmo os verdadeiros místicos. De fato, nesse meu trabalho, tenho encontrado mais resistência ao entendimento da teoria de Sitchin, no místico refinadamente esotérico, do que no religioso simples! O místico envolvido pelo perfumado véu do esoterismo, desenvolve o hábito peculiar de acreditar que o seu Conhecimento é a Chave que desvenda todos os Mistérios, quando pode ser exatamente o contrário que acontece!
Em certos casos, não adianta tentar explicar que a Cruz Ansata pode não ser apenas um Objeto Sagrado de Poder, e sim, muito mais provavelmente, um artefato tecnológico que não conseguimos compreender, porque o Tempo dissolveu o verdadeiro uso e sentido que o objeto tinha no Passado... Ele vai continuar insistindo que a cruz representa a matéria e o círculo representa o etéreo, e que o Ankh é o símbolo da Vida Eterna. Sim, eu sei, essa é a parte esotérica do ensinamento. E a outra parte? Aquela que explica o que o objeto realmente é, e qual o seu verdadeiro uso?... Pois é, essa parte foi esquecida ou muito mais provavelmente ocultada! Só nos sobraram os simbolismos!... 
É difícil para esse místico se desapegar do que aprendeu nas Escolas de Mistério, pois elas são exatamente o que o salva da Matrix que envolve a grande massa popular. 
O problema é que o verdadeiro Conhecimento do Passado, além de dividido e espalhado, formando egrégoras, se perdeu na Névoa do Tempo, e o que as fraternidades secretas (hoje em dia nem tanto…) nos ensinam, já está em boa parte distorcido ou sofrendo de amnésia. O conteúdo das apreciadas monografias semanais, não explica com exatidão o que aconteceu no Passado, e muitas vezes confunde em vez de elucidar. Eu tenho me deparado com alguns equívocos decepcionantes, e às vezes me questiono se não são propositais... Mas é só um pensamento nebuloso que às vezes ronda minha cabeça inquieta. No geral, essas Escolas e Fraternidades são realmente um oásis em meio a tanta ignorância, e as boas energias advindas das reuniões de seus frateres e sorores nos belos e pacíficos templos modernos, tenho certeza que já salvou o mundo muitas vezes!
Uma outra questão é a simbologia e a linguagem literária usada para exprimir uma ideia, que pode servir tanto para a compreensão, como para a dispersão! Vou dar um exemplo bem simples:

Eis aqui duas versões para Isaías 40: 3-5

VERSÃO BÍBLIA CATÓLICA:
Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor; endireitai no ermo vereda a nosso Deus. Todo o vale será exaltado, e todo o monte e todo o outeiro será abatido; e o que é torcido se endireitará, e o que é áspero se aplainará. E a glória do  Senhor se manifestará, e toda a carne juntamente a verá, pois a boca do Senhor o disse.

VERSÃO BÍBLIA TESTEMUNHAS DE JEOVÁ:
A voz de alguém está clamando no deserto: Preparem o caminho para Jeová! Façam no deserto uma estrada reta para o nosso Deus. Que todos os vales sejam aterrados, e que todos os montes e colinas sejam nivelados. O terreno acidentado se tornará plano; e o terreno irregular, uma planície. A glória de Jeová será revelada, e todos a verão, pois a boca de Jeová falou isso.



     Uma das “linhas” inexplicáveis de Nazca, sobre o topo aplainado de uma montanha da região.

Qual das duas versões foi mais fácil de compreender o que aconteceu?... 
Foi esse mesmo critério que provavelmente Zecharia Sitchin usou para conseguir formular sua teoria, e explicar o que aconteceu no passado! Ele simplesmente escolheu entre as diversas traduções dos textos antigos, aquela que fazia mais sentido! O Épico de Gilgamesh, por exemplo, tem diversas cópias, em diversas línguas de culturas diferentes da Mesopotâmia, e cada uma traz algum detalhe diferente da mesma história. Ou o acontecimento é aumentado, ou diminuído, ou lhe é dado uma outra versão dos fatos! O próprio Rei Assurbanipal II, pediu aos seus escribas que reunissem todas as cópias, e se possível trouxessem o original também. Depois pediu que fizessem uma cópia da tradução que fosse a mais coerente por comparação, e guardassem como a cópia oficial do épico, que na verdade é um poema. Os tradutores que trabalharam naquelas primeiras tabuletas de Nínive, e depois as outras que foram surgindo em cada sítio arqueológico do Oriente Médio, se depararam com as diversas cópias, e fizeram suas próprias traduções, e interpretações do texto. Com o tempo e com o conhecimento ampliado da linguagem cuneiforme, surgiram outras nuances ainda não exploradas, que ajudaram a compreender algumas passagens que anteriormente soavam estranhas. A partir dos anos 50, e 60, surgiram vários especialistas na escrita cuneiforme. Desse ponto em diante entra Z. Sitchin, que visitando todos os museus possíveis, e bibliotecas, se pôs a peneirar essas traduções, e suas diversas versões. Depois disso, ele foi juntando os pontos, até que conseguiu dar sua própria interpretação dos fatos relatados nos textos, eliminando a alegoria simbólica, e a substituindo por exemplos mais coerentes de acordo com o conhecimento contemporâneo que já temos das coisas. Sitchin pegou o período da descoberta de Plutão, a corrida espacial, o pouso do homem na Lua, e depois que já havia publicado alguns livros, as primeiras imagens de Urano e Netuno, trazidas pela Voyager II...
Tentam desmerecer seu trabalho, dizendo que mentiu, que inventou, que ocultou a verdade, ou ainda relacionando-o à Maçonaria como se fosse algo diabólico e terrível!...
Não sabemos ao certo se realmente Sitchin era maçom, mas se era, seus pontos aumentaram muito comigo, porque as maiores e mais brilhantes mentes pensantes do mundo, geralmente eram e são maçons! Beethoven, um dos mais célebres compositores clássicos de todos os tempos. Goethe, um dos maiores pensadores e escritores do mundo. Carlos Gomes, o maior compositor clássico brasileiro, e autor da Ópera “O Guarani”. Castro Alves, o grande poeta da Abolição e da alma brasileira. Benjamin Franklin, inventor do pára-raios e um dos redatores da Declaração da Independência dos Estados Unidos. Louis Armstrong, trompetista, e o mais importante músico de Jazz que se conhece. Martin Luther King, líder dos movimentos dos direitos civis, e Prêmio Nobel da Paz. Montesquieu, um dos precursores do Iluminismo. Lavoisier, considerado o fundador da química moderna. Alexandre Dumas, que escreveu obras que se tornaram famosas no mundo inteiro! Quem não conhece “Os Três mosqueteiros”, “O Conde de Monte Cristo” e “O Homem da Máscara de ferro”?... Shakespeare, um dos mais importantes nomes da literatura mundial, e autor da frase mais icônica de todos os tempos: “Ser ou não ser, eis a questão!”... Sir Arthur Conan Doyle, o criador do mais famoso detetive da história: Sherlock Holmes! Tolstói, profundo pensador social e moral e um dos maiores autores do realismo de todos os tempos, autor de “Ana Karenina” e “Guerra e Paz”... E por aí vai!
Como podem observar, todos esses ilustres maçons não estavam preocupados em “manipular mentes”, “controlar a massa” ou “dominar o mundo”! Eles dominaram sim, mas com sua inteligência, talento artístico, e na maior parte da vezes, com seu pensamento profundo e sincero sobre as questões da vida. Pessoas boas e pessoas más, estão em todos os cantos do mundo, e em todas as esferas sociais! Então, claro que pode haver um maçom aqui e alí fazendo coisas erradas e totalmente contra as diretrizes da instituição, mas não se pode confundir e generalizar, usando argumentos tolos e infundados para tentar manchar o nome e o trabalho de uma pessoa, e de quebra, da própria instituição. Se Sitchin era maçom, então era um dos melhores pois o Místico verdadeiro está comprometido em desfazer os mistérios!
E para resolver mistérios, é necessário esvaziar o vaso, de certa forma, esquecer tudo o que aprendeu! Ok, tudo bem... Não precisa esquecer nada, apenas ponha um pouco de lado, e não deixe que seu esoterismo atrapalhe enxergar a superfície, por estar acostumado a olhar sempre para o “lado oculto” da vida. 
É preciso perder a mania de dar significados profundos ao que é raso. A verdade pode estar na ondinha que se forma na superfície da água, e não necessariamente na profundeza do lago que a pedrinha alcança ao ser atirada.
Na verdade, a pior desgraça que poderia acontecer pra humanidade, já aconteceu! E foi a destruição incendiária da Biblioteca de Alexandria. Perder aqueles registros antigos, foi a nossa condenação à ignorância e consequentes superficialidade e arrogância em que vivemos nesses tempos modernos. Nesse hiato de tempo, antes da relativamente recente descoberta da Biblioteca de Nínive, o Conhecimento, e consequentemente o Poder, ficou nas mãos de muito poucos. Dos piores! E foram esses que ditaram as regras às quais a humanidade cegamente segue até hoje.
Mentiras, mentiras e mentiras, são o nosso legado e motivo da nossa servidão ao sistema!
A pergunta é: Por quanto tempo ainda aceitaremos o véu que nos separa da verdade?...
Hoje, temos novamente a oportunidade da revelação, em nossas mãos. É hora de acordar! Essa conversa de que o Conhecimento nunca foi para as massas, é papo furado! Muito conveniente, né?
Hoje em dia, a maior parte das pessoas, tem capacidade de entendimento e pode absorver, incorporar e transmitir qualquer tipo de conhecimento sobre QUALQUER assunto! Nos tempos remotos, a massa sempre soube de toda a verdade! Obviamente, nem todos podem ser reis e nem todos podem ser sacerdotes, detentores de maiores segredos... Pura hierarquia cuja essência sempre foi e é meramente administrativa, ou pelo menos era na origem da coisa toda, e isso remete à famosa e mítica Fraternidade da Serpente, cujo mentor era nada mais nada menos que Enki, o deus sumério do Conhecimento. Naquele tempo, o povo não era ignorante. Sabia onde estava pisando. Os que tinham maior capacidade de compreensão, e estavam mais próximos dos deuses, ensinavam aos outros do povo. Do catador de lixo, ao rei, todos sabiam claramente, sem necessário ato de fé, para quem erguiam suas preces: “Pai nosso que estais nos céus...”  
Quando, os que já sabem a verdade, terão coragem para mudar o que precisa ser mudado? Essa inércia é medo da fogueira social, ou conveniência aos valores atuais? 
A Verdade! Essa será a verdadeira revolução mundial!

Termino este artigo, deixando com vocês as palavras do meu Mestre, quando eu ainda era uma jovem e dedicada Columba Rosacruz. Isso faz muito tempo para quem vive no Tempo da Terra...

“Uma verdadeira iluminação não pode ser misticamente alcançada se seu conteúdo não foi primeiro considerado intelectualmente. A razão dever ser o alicerce sobre o qual assente a busca da iluminação mística ou meditação. A meditação deve ser o crítico da razão. Aquele que não pensa primeiro, não prepara nada que possa refletir a luz do discernimento místico.”
                                                                          Ralph Maxwell Lewis
                                                                           Imperator Rosacruz

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sexta-feira, 9 de junho de 2017

Sitchin e a polêmica sobre suas "traduções"...


Para os que ainda não entenderam...
Sitchin nunca traduziu nada!...Embora tivesse plena capacidade para fazê-lo! Ele apenas juntou as melhores traduções das tabuletas de argila, que já existiam na sua época, e as comparou umas com as outras, escolhendo entre elas, o melhor resultado. O resultado mais coerente! Esse resultado foi comparado com o Gênesis hebraico. E foi fazendo essa comparação, que Sitchin conseguiu enxergar o óbvio, onde outros não tiveram capacidade. Então ele deu sua própria interpretação, construída em cima de suas análises, ponderações, e insights. E é essa interpretação dos textos antigos, que os acadêmicos refutam! Porque onde eles insistem em ver mitologia, Sitchin enxerga um relato claro do passado.😉🤓

sábado, 1 de abril de 2017

A Torre de Babel, e a confusão das línguas...



Uma das maiores questões sobre a Torre de Babel, é como "Deus" conseguiu confundir a língua dos homens, assim de repente de uma hora para a outra. Que poder é esse, capaz de uma proeza tão grande?
Calma! Não é bem assim! Vamos analisar o trecho bíblico em questão:

Gênesis, Capítulo 11
1. E era toda a terra de uma mesma língua e de uma mesma fala.
2. E aconteceu que, partindo eles do oriente, acharam um vale na terra de Sinar (Suméria); e habitaram ali.
3. E disseram uns aos outros:façamos tijolos e queimemo-los bem. E foi-lhes o tijolo por pedra, e o betume por cal.
4. E disseram: edifiquemos nós uma cidade e uma torre cujo cume toque nos céus, e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a terra.
5. Então desceu o SENHOR para ver a cidade e a torre que os filhos dos homens edificavam;
6. E o SENHOR disse: Eis que o povo é um, e todos têm uma mesma língua; e isto é o que começam a fazer; e agora, não haverá restrição para tudo o que eles intentarem fazer.
7. Desçamos e confundamos ali a sua língua, para que não entenda um a língua do outro.
8. Assim o SENHOR os espalhou dali sobre a face de toda a terra; e cessaram de edificar a cidade.
9. Por isso se chamou o seu nome Babel, porquanto ali confundiu o SENHOR a língua de toda a terra, e dali os espalhou o SENHOR sobre a face de toda a terra.


Versículo 1: Toda a terra falava a mesma língua. Que língua?... A língua Suméria!


Versículo 2: Quem partiu do Oriente?... Foi Nabu filho de Marduk, um Anunnaki, com Sarpanit, uma terrestre, que formando um grande exército com seus aliados terrestres, invadiu um território da primeira região (todas as cidades-estado da Suméria), e começou a construir uma cidade, com propósitos estratégicos, a pedido de Marduk. A intenção era construir uma torre de lançamento de naves. A Torre de Babel, é isso! Uma torre de lançamento!


Versículo 5: Então desceu o Senhor para ver a cidade. Notem que a bíblia se refere à entidade que "desce para ver", de Senhor, e não de Deus... Quem é esse Senhor que desce?... É Enlil, o Senhor do Comando na Missão Terra. Por um acaso, a região invadida por Nabu, e Marduk, era território de Enlil. Isso foi uma afronta! Mas afronta ainda maior, foi Marduk querer ter sua própria torre de lançamento! Mas o pior de tudo mesmo, é que a torre estava sendo construída por humanos terrestres, não por humanos Anunnaki!... E acontece, que os humanos terrestres mal haviam saído das fraldas! Ainda estavam transitando entre o estágio Homem de Cro-Magnon, para o de Homem Moderno... 


Versículo 6: Então o Senhor Enlil disse: Eis que o povo é um, e fala a mesma língua. E mal saíram do tubo de ensaio, e já estão construindo uma torre de lançamento de naves! Estão aprendendo todos os segredos de um empreendimento como esse! Quem segura essa turma depois?... Não têm maturidade suficiente para algo assim!... Ok! Eu dei uma inventada no que Enlil disse, mas não é difícil imaginar que disse tudo assim mesmo! É óbvio que uma raça recém criada, não tinha maturidade para a Era Espacial que só agora estamos alcançando! É o mesmo que passar um aluno do ensino fundamental, para o Doutorado!... 


Versículo 7: Desçamos e confundamos a língua para que não se entendam mais. A intenção de Enlil foi clara e objetiva: Conter Marduk, claro, e atrasar o nosso passo!... O nosso passo não. O passo da humanidade terrestre naquele estágio de evolução. 

E isso não aconteceu na mesma hora, nem no mesmo dia, nem do dia para a noite. Foi necessária a passagem de várias gerações, para que as pessoas fossem assimilando as novas e diferentes línguas que lhes foram ensinadas por Enki, e seu filho Ningishzidda, conhecido no Egito como Thoth, o deus do conhecimento e da sabedoria. Ao mesmo tempo que aprendiam as novas línguas, esqueciam a velha língua da Suméria, que ficou restrita para o território de Enlil e sua turma.

Versículo 8: E assim, o Senhor Enlil os espalhou dali por toda a face da Terra. Esse versículo traz um segredo e a chave para entender uma outra questão que nos intriga: As diferentes raças da Terra!... Acredito que a intervenção Anunnaki para conter os jovens humanos terrestres, não foi somente na língua falada, e escrita. E também não foi só uma separação geográfica para manter todo mundo afastado. Ouso sugerir que foi nessa fase da história do mundo, que se acentuaram as diferenças físico-psicológicas entre os terrestres. As cores, os biotipos, e o jeito de ver o mundo e a vida, se intensificaram, nos afastando uns dos outros como povos diferentes. Talvez tenham apenas separado os tipos que se assemelhavam e redistribuído pelos territórios, pois através dos textos, lá atrás no início das experiências genéticas, já fica evidente que nasceram dois tipos diferentes de pessoas, Adamu era vermelho de cabelo preto, e Ti-Amat era branca de cabelos loiros. Então a diversidade de biotipos vem desde o início das experiências há mais de 200 mil anos atrás! Mas provavelmente, na ocasião da Torre de Babel, houve mais alguma intervenção genética, ressaltando ainda mais nossas diferentes características físicas E psicológicas! Pequenos detalhes, muito pequenos mesmo, que nos separam até hoje! 

Na verdade até o conceito de "raças terrestres" está errado, pois somos verdadeiramente uma única raça planetária! Vivemos na ilusão da diferença!



domingo, 19 de março de 2017

E Deus criou o Homem à sua Imagem e Semelhança...





Geralmente resumimos essa frase somente ao aspecto físico. Entendemos que fomos criados numa imagem parecida à dos Anunnaki, e pronto. Porém, o significado é mais amplo!

Na experiência que trouxe o Homo sapiens ao mundo, Enki, Ninhursarg, e Ningishzidda fizeram combinações explêndidas em nosso DNA! Há uma passagem nos textos das tabuletas de argila, referentes à criação de Adamu, onde Ninhursarg um pouco bêbada e alegre, filosofa: " Quão bom e quão mal, posso tornar o Homem?"...
Os Anunnaki nos fizeram iguais à eles em todos os aspectos, menos um... a longevidade. Não comemos da Árvore da Vida, portanto, a "Vida Eterna" dos deuses, não nos foi dada. Isso é uma coisa que teremos que conquistar! E não estamos muito longe disso. Nossa tecnologia e medicina avançam a passos largos. Os primeiros seres criados em laboratório, através da mixagem dos DNAs do Homo erectus e Anunnaki, eram criaturas robustas, próprias para o trabalho duro, porém já apresentavam inteligência e podiam articular palavras. Aposto muito que o tipo resultante da experiência, tenha sido o Neanderthal, ou similar, embora haja algumas divergências que precisam ser melhores investigadas.

Homem de Neanderthal

Depois foram aprimoradas com um upgrade libertino de Enki, que teve relações sexuais com duas fêmeas descendentes dos protótipos criados em laboratório, gerando um casal de crianças, que nasceram mais sofisticadas. Demos um salto enorme para o Homem de Cro-Magnon! 
Foi com mulheres nesse nível de evolução, que os Anunnaki começaram a se relacionar, e gerar filhos. É nessa fase que acontece a lenda dos "Anjos Caídos"...


Mulher Cro-Magnon


A partir daí, aconteceu outro upgrade na espécie humana terrestre, levando-nos ao nosso design atual! Enki também teve caso com uma mulher Cro-Magnon... Esse Enki, viu!...  Só não pegava a própria sombra porque não dava mesmo!...  E o filho gerado nessa relação, se tornou o Homem Moderno mais famoso da época, Noé, o herói do Dilúvio bíblico!
Homem Moderno

Mas desde o início, ainda lá no laboratório onde aconteceram as experiências genéticas, o Homem já tinha características fundamentais e inexoráveis que o aproximavam de seus criadores: A imagem físca, E a semelhança psicológica.
Sobre a semelhança física, podemos conferir em uma passagem do texto mesopotâmico sobre a criação do homem, onde vemos Enki observando os detalhes da criatura recém criada: "Suas orelhas tinham boa forma, não tinha os olhos obstruídos, seus membros eram adequados, formados como pernas na parte inferior e como mãos na parte superior. Não era peludo como os selvagens, seu cabelo era negro escuro. A pele lisa, lisa como a pele dos Anunnaki. Olharam sua parte íntima: sua forma era estranha, a parte dianteira estava envolta com uma pele. Diferentemente da parte íntima dos Anunnaki, havia uma pele pendurada na parte dianteira! Que o terrestre se distingua de nós, os Anunnaki, por essa pele! Assim disse Enki."
Essa pele pendurada na parte dianteira da 'parte íntima' do terrestre, era o prepúcio do pênis, comum à todos os homens da Terra, e retirado em ritual religioso pelo povo judeu. Um costume que veio da antiguidade e perdura até os dias atuais. Uma excelente e providencial medida higiênica para aquela época, e uma simbólica aproximação com o 'divino'.



Sabemos que o Homem foi criado para o trabalho escravo, para servir aos Anunnaki, em todo tipo de tarefa, porém, à medida que a história prossegue, e o terrestre passa da posição de escravo para a de coadjuvante na história do mundo, liderando povos e lutando em guerras ao lado dos deuses, pelos deuses, e depois por seus próprios interesses, o aspecto psicológico vai entrando em cena. Agora já é possível detectar o fator 'semelhança'. 


E assim como os Anunnaki, o Homem vai revelando o mesmo jeito de pensar, sentir, e agir. Assim como os Anunnaki, nós amamos, odiamos, rimos e choramos, sentimos dor física e angústia mental, sentimos desejo sexual, paixão, sofremos por amor, e nos alegramos com o sorriso de uma criança. Assim como nossos criadores, sentimos medo, coragem, ambição, ternura, planejamos e executamos um projeto, escolhemos o que nos parece ser o melhor caminho, tomamos decisões errando e acertando. Nós construímos e destruímos, somos engenhosos! E assim como eles, promovemos a guerra e a paz.
Em tudo, somos suas imagens e semelhanças! 
Que o Homem lembre que também é Deus! Se ainda não é, tornar-se-á. 
Para o bem e para o mal, cumpriremos o nosso papel cósmico.
Estamos começando uma aventura pelo Espaço. Com o tempo, conquistaremos mundos... Com o tempo, criaremos outros Seres à nossas imagens e semelhanças... E sim, nossos motivos serão tão egoístas como foram os dos Anunnaki... Afinal, "Deus escreve certo por linhas tortas", diz o ditado popular... 
Crescer, dói!... E o Futuro repetirá o Passado... É o processo evolutivo de esfera em esfera. A escada para o Céu.






quinta-feira, 9 de março de 2017

Abrão e a Era de Touro, e Moisés e a Era de Áries...




O Charging Bull é o maior símbolo de poder da bolsa de valores de Wall Street e é uma das atrações gratuitas mais visitadas pelo turistas, que não hesitam em acariciar os bagos do touro, e também seus chifres, e focinho, para quem sabe serem agraciados com a Sorte e a Fortuna.
No passado da humanidade, o Touro era o animal símbolo do clã de Enlil, e do próprio deus Enlil, o deus sumério. Era costume ter várias estátuas em seu louvor espalhadas pelas cidade-estados de toda a Mesopotâmia, e também para representar a Era de quem estava governando a Terra naquele momento. De 4000 a.C à 2000 a.C, Enlil tinha sua constelação no céu, brilhando em destaque. Nessa era, no final dela, Abraão, um príncipe sacerdote sumério, da cidade de Ur, foi designado para ser a Semente que preservaria a humanidade de uma iminente catástrofe, aquela das bombas nucleares que dizimaram várias cidades, inclusive Sodoma e Gomorra, e que poria fim à grandiosa Civilização Suméria. Abraão foi o Pai de um povo, e o recomeço de tudo.
Em 2000 a. C., veio a Era de Áries, e agora o maioral na Terra, era Marduk, do clã enkita egípcio. Foi nessa fase da História, que no deserto, aos pés do Sinai, Moisés ficou enfurecido quando viu o povo adorando o Bezerro de Ouro. Por quê?... Porque agora era a Era de Áries, e não seria de bom tom, e nem um pouco inteligente, desrespeitar o maioral da vez!
Consigo imaginar Moisés gritando: CÊS TÃO LOUCOS???? PERDERAM A NOÇÃO DO PERIGO??? Desmancha logo esse touro aí, galera! Pelamordedels!!! Cês querem me matá do coração!!!
Ele tinha razão! Marduk, não estava para brincadeiras!